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Geoengenharia: gases que ‘salvaram’ camada de ozônio agora ameaçam o clima

O feitiço e o feiticeiro

O Mar de Aral praticamente desapareceu depois de uma das primeiras experiências de manipulação de ecossistemas feitas no mundo.[Imagem: Wikimedia] O Protocolo de Montreal entrou em vigor em 1989, e ficou famoso por banir os CFCs (clorofluorocarbonetos) e os HCFCs (hidroclorofluorocarbonos), que destroem a camada de ozônio.

Esses gases foram então substituídos pelos HFCs (hidrofluorocarbonetos), que se acreditava serem benéficos ou, no mínimo, inertes em relação à camada de ozônio em particular e ao meio ambiente em geral.

Contudo, demonstrando os riscos a que o planeta está sujeito com experimentos de geoengenharia, agora os próprios cientistas estão pedindo um controle sobre o uso também dos HFCs.

De certa forma, a substituição dos CFCs pelos HCFCs foi o primeiro experimento de geoengenharia em larga escala. E os resultados não foram bons.

Ativos e duradouros

Já havia sido demonstrado que os HFCs podem provocar chuva ácida.

Agora ficou demonstrado também, ao que contrário do que se demonstrara na época, que os hidrofluorocarbonetos são climaticamente muito ativos e extremamente persistentes no ambiente.

Os hidrofluorocarbonetos são muito semelhantes aos clorofluorocarbonetos, com a diferença de não usaram cloro e não destruírem o ozônio estratosférico. Ambos são usados em geladeiras e ar-condicionados, em latas de aerossol e como solventes na fabricação de espuma.

O que não se sabia então era que esses HFCs são gases de efeito estufa muito potentes.

O HFC-134a, também conhecido como R-134a, por exemplo, usado nos aparelhos de ar-condicionados de automóveis, é 1.430 vezes mais ativo do que o hoje quase odiado CO2 (dióxido de carbono).

O dióxido de carbono bem poderia rivalizar com o oxigênio como o "gás da vida", dada sua importância no ciclo biológico da Terra.

Hoje, porém, ele é mais conhecido como um gás de efeito estufa - o mesmo efeito que permite a vida na Terra, mas que, levado ao exagero, pode colocar essa mesma vida em dificuldades.

Força radioativa

Uma equipe internacional de cientistas, que inclui o Prêmio Nobel de Química Mario Molina, concluiu que o Protocolo de Montreal trouxe inúmeros benefícios não-intencionais para o meio ambiente, incluindo a redução da emissão de mais de 10 bilhões de toneladas de CO2.

Contudo, eles afirmam temer que esses benefícios possam ser logo jogados fora pelas emissões de HFCs, que estão crescendo a taxas entre 10 e 15% ao ano. "A contribuição dos HFCs para as mudanças climáticas pode ser vista como um efeito colateral negativo do Protocolo de Montreal," afirmam.

A força radioativa - uma medida do efeito de substâncias químicas sobre o clima - dos CFCs tem permanecido constante em 0,32 W/m2, graças ao seu banimento. Mas os HFCs já atingiram 0,012 W/m2 e, segundo os cientistas, poderão alcançar entre 0,25 e 0,4 W/m2 em 2050 - para comparação, o CO2 tem uma força radioativa de 1,5 W/m2.

O maior problema são os chamados HFCs saturados, que podem sobreviver na atmosfera por até 50 anos.

A sugestão dos pesquisadores é que o Protocolo de Montreal seja modificado para incluir essas substâncias, evitando assim toda uma nova rodada de negociações em nível mundial.

 

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[Documentário] A Grande Farsa do Aquecimento Global

Exibido em 8/3/2007 pelo Channel 4 britânico, "A Grande Farsa do Aquecimento Global" (de Martin Durkin) vai na contramão de "Uma Verdade Inconveniente" (de Al Gore), reunindo os depoimentos de cientistas reconhecidos para denunciar que a teoria do aquecimento global causado pelo homem não tem base científica e que a elevação da temperatura decorre de um ciclo natural. Depoimentos de Carl Wunsch, Eigil Friis-Christensen, Frederick Singer, Ian Clark, James Shikwati, John Christy, Lord Lawson de Blaby, Nigel Calder, Nir Shaviv, Patrick Michaels, Patrick Moore, Paul Reiter, Philip Stott, Piers Corbvn, Richard Lindzen, Roy Spencer, Syun-Ichi Akasofu e Tim Ball.

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Tremor de terra em Montes Claros/MG, na tarde de sexta-feira, foi o sexto desde o forte abalo do dia 19 de maio

O tremor de terra, de 2,3 graus na Escala Richter, registrado ontem à tarde foi o sexto ocorrido em Montes Claros desde o dia 19 de maio, quando foi verificado na cidade um abalo de 4,2 graus e que provocou vários transtornos. Na ocasião, mais de 20 casas foram danificadas e pelo menos 14 famílias ficaram desabrigadas. Técnicos do Observatório Sismológico da UnB estiveram em Montes Claros, onde foram instaladas estações sismográficas, com o objetivo de confirmar a suposta causa dos fenômenos, que seria uma falha geológica no subsolo. Entretanto, até hoje, os resultados dos estudos ainda não foram divulgados. O tremor de ontem foi sentido pelos moradores às 16h43 e confirmado pelo Observatório Sismológico da Universidade de Brasília. Não houve registros de danos pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil.

CEARÁ


A terra tremeu na região norte do Ceará na madrugada de quinta-feira, segundo o Laboratório Sismológico da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O abalo maior foi sentido às 4h14, com 2,9 graus. Logo depois, às 4h41, um tremor de 2,1 graus foi notado.

 

Agradecimento especial à Ana Paula D. Gonçalves
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ALERTA para AMEAÇAS de mudanças climáticas EXTREMAS

Uma rodovia em Cary, na Carolina do Norte, cedeu com o calor e teve que passar por reparos de emergência. De autoestradas no Texas a centrais nucleares em Illinois, o concreto, o aço e a engenharia sofisticada que sustentam a infraestrutura dos Estados Unidos estão em risco por causa da seca, do calor e das tempestades que atingem o País. Em um único dia de julho, um avião da US Airways ficou preso no asfalto - que amoleceu com as temperaturas próximas a 40ºC - e um trem do metrô descarrilou, após os trilhos terem se dobrado com o calor, criando um ângulo agudo em um trecho que deveria ser reto. As informações são do site do jornal New York Times.

No leste do Texas, o calor e a seca tiveram um efeito surpreendente nos solos das rodovias. Segundo o engenheiro Tom Scullion, da Texas A&M University, nos Estados do nordeste e do centro-oeste o calor anormal está fazendo com que grandes trechos rodoviários se expandam além do previsto em seus projetos. "Com as mudanças nos padrões climáticos, nós podemos ter falhas dramáticas nos sistemas de estradas", afirmou.

 

Em Chicago, Illinois, uma usina nuclear precisou de permissão especial para continuar operando em julho, pois o lago de onde sai a água utilizada para refrigeração chegou a uma média de 38,8ºC, e a licença para operar permite que se chegue a aproximadamente 37ºC. Segundo o Sistema Operador Independente do Centro-Oeste, outra usina teve que fechar porque o local de onde extraía a água de resfriamento secou.

O clima extremo tem sido uma ameaça frequente nos últimos anos, e as pessoas que lidam com infraestrutura acreditam que isso vai continuar. Modelos climáticos sugerem que as partes das estruturas suscetíveis ao clima vão enfrentar situações semelhantes às citadas anteriormente, causadas pelas mudanças nos padrões climáticos, com temperaturas extremamente elevadas - e mínimas também.

"Nós temos a 'tempestade do século' todos os anos", afirma Bill Gausman, vice-presidente sênior da Companhia de Energia Elétrica Potomac, que levou oito dias para se recuperar da tempestade de 29 de junho, que deixou sem energia 4,3 bilhões de pessoas em 10 Estados.

Afora as tempestades, as ondas de calor também estão mudando o padrão de uso da eletricidade, aumentando o horário de pico da demanda. Isso implica em investimento em usinas geradoras, linhas de transmissão de distribuição que serão usadas na capacidade máxima por apenas algumas centenas de horas por ano.

Diretor do programa climático da Comissão de Serviços Públicos de São Francisco, David Behar afirma que tempestades violentas e incêndios florestais também podem afetar a qualidade e o uso da água. O escoamento de grandes chuvas e de cinzas, por exemplo, podem fechar reservatórios.

Esforços para se adaptar têm sido feitos em todo o País. Alguns chegam a ser multibilionários, como o que busca aumentar a altura dos diques em Nova Orleans, em razão das projeções de aumento do nível do mar e da previsão de fortes tempestades.

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OFICIAL: Geoengenharia nos Estados Unidos lança química no céu apartir de balão!

Dois engenheiros de Harvard estão borrifando partículas químicas na atmosfera artificialmente para esfriar o planeta, usando um balão voando a 80.000 pés sobre Fort Sumner, no Novo México.

O experimento de campo em geoengenharia solar visa em última análise criar uma tecnologia para replicar os efeitos observados de vulcões que expelem sulfatos na estratosfera, usando aerossóis de sulfato de luz solar de volta ao espaço e diminuir a temperatura da Terra.

David Keith, um dos investigadores, argumentou que a geoengenharia solar poderia ser um método barato para desacelerar o “aquecimento global” (não existe), mas outros cientistas advertem que poderia ter conseqüências imprevisíveis, desastrosas para os sistemas meteorológicos da Terra e suprimentos de alimentos. Os grupos ambientais temem que a pressão para transformar a geoengenharia um "plano B" para a mudança climática vai minar os esforços para reduzir as emissões de carbono.

Keith, que gerencia um multimilionário fundo de investigação da geoengenharia fornecido pelo fundador da Microsoft Bill Gates, já encomendou um estudo por uma empresa aeroespacial dos EUA que fez o caso para a viabilidade de implantação em larga escala das tecnologias de geoengenharia solares.

Sua experiência, conduzido com o americano James Anderson, terá lugar dentro de um ano e envolvem a liberação de dezenas ou centenas de quilos de partículas para medir os impactos sobre a química do ozônio, e para testar maneiras de fazer aerossóis de sulfato em tamanho apropriado. Uma vez que é impossível simular a complexidade da estratosfera num laboratório, Keith diz o experimento irá proporcionar uma oportunidade para melhorar os modelos de como a camada de ozono pode ser alterado por muito maior escala sulfato de pulverização.

"

O objetivo não é alterar o clima, mas simplesmente investigar os processos em uma escala micro

", disse Keith. "O risco direto é muito pequeno."

Enquanto o experimento não pode prejudicar o clima, grupos ambientais dizem que os riscos ambientais globais de geoengenharia solar foram amplamente identificados através de modelagem e estudo dos impactos de poeira sulfúrico emitido por vulcões.

"Impactos incluem o potencial para novos danos à camada de ozônio, e interrupção das chuvas, especialmente em regiões tropicais e subtropicais - potencialmente ameaçando os suprimentos de comida de bilhões de pessoas", disse Pat Mooney, diretor-executivo do ETC watchdog canadense de tecnologia Grupo. "Ele não fará nada para diminuir os níveis de gases de efeito estufa na atmosfera ou a acidificação dos oceanos parada. A geoengenharia solar é susceptível de aumentar o risco de conflitos relacionados ao clima internacional -. Uma vez que a modelagem até à data mostra que apresenta riscos maiores para o Sul global . "

Um estudo científico publicado no mês passado concluiu que a gestão da radiação solar poderia reduzir a precipitação em 15% em áreas da América do Norte e da Eurásia e do norte por mais de 20% na América do Sul central.

No Outono passado, um teste de campo britânica de um dispositivo de balão e mangueira, que teria bombeado água para o céu gerou polêmica. O projeto financiado pelo governo - Injeção de Partículas Estratosféricas de Engenharia Climática (Spice) - foi cancelado depois de uma disputa sobre patentes e um clamor público por ONGs globais, alguns dos quais defendiam o projeto era um "cavalo de Tróia" que abriria a porta para a plena escala implantação da tecnologia.

Keith disse que era contra Spice desde o início, porque não teria um melhor conhecimento dos riscos ou a eficácia da geoengenharia solar, ao contrário de seu próprio experimento.

"Eu saúdo o governo britânico para sair e tentar algo", disse ele. "Mas eu gostaria que eles tivessem um melhor processo, porque aqueles que se opõem a quaisquer tais experiências irão ver isso como uma vitória e tentar impedir outras experiências também."

Fonte: http://www.guardian.co.uk/

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'O aquecimento global é uma mentira' diz o Climatologista Ricardo Augusto Felicio

Jô Soares faz seu lado engraçado para amenizar o peso do assunto. No início de Maio o Professor da USP e Climatologista Ricardo Augusto Felicio esteve no Programa do Jô exibido pela Rede Globo (vai entender né?!?!) e explicou os fatos comprovando a farsa do aquecimento global, mais um plano muito bem elaborado pelos donos do Mundo! Uma entrevista despojada e muito interessante.
O Jô mostra seu lado cômico, levando os assuntos a ficarem com um ar de “comédia” creio que neste ponto que houve um acordo de poder colocar tal assunto ao ar, ainda mais na Rede Globo (comandada pelos Illuminati). A idéia é ridicularizar, mas quem captou a idéia do professor Ricardo, entenderá muito bem:

 

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Poderoso raio-X vai monitorar o centro da Terra

Ao longo do tempo, a ciência já aprendeu muito sobre terremotos, campo magnético e outros fenômenos que têm origem nas camadas mais baixas do planeta. Mas o centro da Terra, em muitos aspectos, ainda é um mistério para os pesquisadores. Em busca de novas descobertas, uma entidade europeia criou um potente equipamento para sondar o que há muito abaixo de nós.

Os métodos mais eficientes para estudar o centro da Terra, até hoje, são simulações feitas em laboratório. É dessa maneira que os cientistas tentam recriar o modo como os metais se comportam no núcleo do planeta. Mas a Instalação Europeia de Radiação Sincrotônica (ESRF, na sigla em inglês) resolveu ir mais a fundo nessa questão.

Na última semana, foi inaugurado o ID24. Trata-se de um poderoso aparato de raio-X que custou 245 milhões de dólares (cerca de 433 milhões de reais, na conversão atual) aos cofres da instituição. O objetivo do ID 24 é sondar, a partir de oscilações eletromagnéticas no núcleo da Terra, como os metais interagem sob as condições de temperatura e pressão encontradas lá.

A radiação permite que os cientistas cheguem a respostas mais precisas. Basta observar o modo com os raios-x são absorvidos por diferentes matérias para fazer um detalhado mapeamento do que há em determinada região. Cada átomo “capturado” pela radiação do ID24 permitirá uma simulação mais avançada do que as que acontecem em laboratórios na superfície.

A partir de 2.400 quilômetros abaixo da superfície terrestre (distância que o ID24 alcançará com facilidade), as condições de fusão de determinados metais já são desconhecidas pelos cientistas. Uma maior compreensão desses processos, conforme explicam os pesquisadores, aumentará nosso conhecimento sobre o magnetismo no planeta.

 

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A gravidade terrestre está mudando!

Planeta Terra (NASA) Um novo estudo, divulgado pela NASA, concluiu que a temperatura da Terra subiu 0,75 ºC desde 1900, causando uma mudança no campo gravitacional terrestre devido ao derretimento de geleiras. A missão GRACE , que enviou dois satélites ao espaço para realizar medições detalhadas sobre a gravidade do planeta, apresentou novas imagens que confirmam essa informação.

De acordo com uma notícia publicada pelo jornal britânico Daily Mail , o estudo — chamado Met Office — reuniu dados coletados em estações meteorológicas localizadas na Rússia, Canadá e África, além de medir a temperatura dos mares, apresentando informações mais completas e precisas que as dos registros anteriores.

Segundo os pesquisadores, os registros indicam que os anos mais quentes foram os de 2005 e 2010, e as 10 temperaturas mais altas ocorreram durante os últimos 14 anos. O estudo deve ser disponibilizado em breve, fazendo públicas todas as informações, evitando que ocorram escândalos como o Climategate, no qual os cientistas foram acusados de forjar dados sobre o aquecimento global.by NASA

Os satélites da missão GRACE realizaram levantamentos sobre o derretimento de glaciares da Groenlândia, mostrando com bastante precisão que estes sofreram uma enorme perda de massa entre 2002 e 2011, correspondendo a um aumento no nível dos mares de 0,7 milímetro por ano. Tal aumento, mesmo que discreto, faz com que o campo gravitacional da Terra sofra alterações, que podem ter consequências no futuro.

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Nota: Alguns itens riscados simplesmente não me convencem, a Nasa está falando entre linhas que o Planeta está sob mudança constante e acelerada. Apenas isso.

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Thrive (Prosperar) – Tudo que você precisa saber e aprender está aqui! [Documentário]

Este documentário de altíssima qualidade produzido por um dos herdeiros da companhia Procter & Gamble é um dos melhores guias para quem quer entender a Nova Ordem Mundial em uma só tacada. Entenda como a elite globalista pretende escravizar toda a humanidade impedindo o acesso a energias alternativas, dominando o sistema econômico, provocando escassez artificial e exterminando grande parte da população mundial, e como é que podemos impedir isso.

O principal ponto deste documentário, ele mostra o caminho, que é possível!

Site Oficial: http://www.thrivemovement.com/

 

Agradecimento mais que especial para a equipe Brasil Indomável

*Se alguém tiver o link para Download do documentário com legendas em Português, por favor coloque na caixa de comentários abaixo. Vamos divulgar à todos que ainda há solução!

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Revelando o que ninguém te conta! Você precisa assistir!

André Luiz Ruiz engloba em sua palestra fatos que a mídia esconde sobre Elenin (cometa), Crop Circles (desenhos em plantações), Órbitas de Super Planetas e suas rotas de colisões, mensagens subliminares do filme Impacto Profundo (1998) com informações que só hoje são confirmadas como reais. Outro ponto grandioso da palestra vem sobre o Governo dos Estados Unidos e a temida Lei Marcial, suas dívidas que estão se acomulando, tudo para proteger o País do que está por vir.

 

Palestrante: André Luiz Ruiz - http://www.andreluizruiz.com.br
Seminário apresentado no Hotel Premium, em Outubro de 2011, na cidade de Campinas-SP, tratando do tema transição planetária.

 

Agradecimento: Wallker Medeiros

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H.A.A.R.P [Documentário]

Um incrível Resumo sobre a arma invisível mais perigosa do Mundo, e que está em pleno funcionamento. Entenda como ela cria tempestades, mudanças climáticas e um possível controle mental. Um dos documentários mais completos que já postei. Confiram: Para assistir as 4 partes do documentário clique nos links em vermelho na tela. Read More →

AQUECIMENTO GLOBAL: AUMENTO DO NÍVEL DO MAR

Gelo flutuante não causa o aumento do nível do mar, pois ele já desloca o volume que irá ocupar quando fundir.

Todo corpo mergulhado em um líquido recebe um empuxo vertical, para cima, igual ao líquido deslocado pelo corpo. O gelo possui densidade menor do que a água, devido a isso ele flutua. Quando ele derrete e passa do estado sólido para o líquido seu peso não sofre alteração, apenas a densidade passa de 0,9 para 1.

Vamos tomar como exemplo uma placa de gelo de 1.000Kg e densidade de 0,9 a deriva no mar, ocupando um volume de 1.111 decímetros cúbicos, sendo 111 acima da água. Essa placa de gelo ao derreter não perderá peso, continuará com os mesmo 1.000Kg, porém vai se reduzir a um volume de 1.000 litros (decímetros cúbicos), já que sua densidade será 1. Partindo do ponto que o peso não muda, o empuxo não muda, não havendo aumento no nível.

Faça a seguinte experiência em casa: pegue um copo e o encha de água até a borda, coloque uma pedra de gelo. Repare que ao passo que o gelo derrete a água não transborda do copo.


Algumas pessoas dizem o problema seria pedaços de gelo que se encontram a baixo daqueles que estão flutuando, você pode repetir a experiência com vária pedras de gelo.

Fica claro que o volume dos oceanos aumentou sim nos últimos 12 anos, porém notá-se que é um fenômeno natural, em virtude desse ciclo lunar. Esse aumento pode chegar a 10cm no ápice do ciclo, porém o que foi comprovado é que houve um aumento de 3cm.

É claro e evidente que temos que buscar fontes limpas de anergia, pois a queima de combustíveis fósseis causa vários problemas de saúde as pessoas e animais, temos que buscar de maneira incessante o desenvolvimento sustentável, porém temos que entender que o CO² proveniente da atividade humana não foi, não é e nunca será um fator determinante da regulação do clima da Terra, e nem influencia tal aquecimento.

 

Agradecimento: Biologia na Medida Certa

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AQUECIMENTO GLOBAL: A FARSA! O DERRETIMENTO DAS CALOTAS POLARES

Para começar o real assunto deste post gostaria que o nobre leitor observasse com bastante atenção a imagem a seguir, pois é de fundamental importância para o entendimento do assunto a compreensão do raciocínio deste que humildemente lhes escreve:


Temos duas situações que, apesar de parecerem iguais, são bem distintas em relação ao derretimento devido ao Aquecimento Global em virtude do CO².

Na situação A podemos observar o real derretimento de uma calota, notem a água que escorre da parte de cima do bloco de gelo.

Na situação B podemos observar a imagem mais difundida e divulgada em relação ao derretimento das calotas polares em virtude do Aquecimento Global, um grande pedaço de gelo que se desprende do grande bloco.

Como eu disse, o planeta passa sim por um processo natural de aquecimento, e em algumas partes do planeta, veja bem, em algumas partes, ocorre o derretimento do gelo em virtude da alta da temperatura, evidenciado na situação A da imagem acima e novamente representado na figura logo abaixo:

O gelo derrete como um todo nesse real processo de derretimento. Seria como alguém colocar uma pedra de gelo dentro de uma estufa, essa pedra derreterá por completo, e não terá pedaços se desprendendo dela. Agora eu pergunto, quantas imagens desse real derretimento você vê na mídia? Pouquíssimas imagens, pois esse é um processo natural, sempre ocorreu após uma era glacial, e com certeza com o resfriamento do planeta esse gelo voltará a se formar.

Agora a situação B, quantas vezes você vê essa imagem na mídia quando o assunto é Aquecimento Global?

Sempre, pois ela é alarmante, tem o poder de criar uma sensação de catástrofe nas pessoas. Mas se o clima está mais quente esse gelo deveria derreter como na situação A, e não somente em sua base, que é o que faz com que ele se desprenda e caia na água. Para isso há uma explicação científica, lógica e racional.

Essas imagens mostram o desprendimento de blocos de gelo no Ártico, no hemisfério norte, já que na Antárdida, desde que começaram a fazer medições, isso a 60 anos atrás, tem-se observado um aumento na quantidade de gelo naquele local. Isso não deveria acontecer, pois se o clima mais quente derrete as geleiras isso deveria valer também para a região sul do planeta, porém vamos nos concentrar no problema do Ártico que é o mais comentado.

Esse processo de desprendimento de grandes pedaços de gelo das calotas é natural. Notem que em muitas reportagens utiliza-se o seguinte termo, por exemplo, a quantidade de gelo é a menor em 60 anos, isso deixa claro que a mais de 60 anos atrás existia menos gelo do que a 60 anos, a 60 anos o gelo atingiu seu nível máximo e depois disso começou a se desprender novamente até os dia atuais. Isso mostra que o processo sempre existiu, obedecendo a um ciclo, o gelo começa a se desprender das calotas, depois esse gelo se forma novamente e então começa a se desprender mais uma vez. Existiram várias expedições no início do Século XX destinadas a verificar o motivo do "derretimento", e como o gelo voltou a se formar, agora as atenções se voltam novamente para o seu desprendimento. Entre 1938 a 1942 o desprendimento de grandes blocos de gelo das calotas do Ártico foi imensamente maior do que é hoje, sendo que em 2007 o encolhimento do gelo atingiu a ordem de 3 milhões de quilômetros quadrados, porém os dados de setembro de 2009 mostram a clara recuperação do gelo, inclusive sendo maior do que em 2005.

Esse processo de desprendimento de blocos de gelo das calotas ocorre em grande parte devido a um ciclo lunar de 16,88 anos, onde verificamos que a órbita da lua realiza um movimento de precessão, mais ou menos como se fosse um pião em torno do nosso planeta

Quando esse ciclo está em seu ápice, no caso entre 2005 e 2007, os oceanos tropicais, a mais ou menos uma latitude Norte e Sul de 40°, ficam um pouco mais elevados do que o oceano do Ártico. Esse desnível faz com que as correntes oceânicas quentes (Kuroshio no Pacífico e a do Golfo do México no Atlântico) levem mais calor dos Trópicos para o Ártico, pois a água viaja um pouco mais rápida rumo ao norte e chega lá mais quente, cerca de 1°C. Essa água com temperatura mais elevada entra por baixo do gelo e derrete dua base, que representa 90% da estrutura da calota polar. Derretendo essa estrutura, os 10% de gelo que fica na superfície perde sustentação, ocasionando assim o desmoronamento de parte do gelo, sendo que o derretimento é em sua base, e não devido ao Aquecimento Global.

Fonte: Biologia na Medida Certa

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AQUECIMENTO GLOBAL: O CO² NÃO ESTÁ DERRETENDO AS GELEIRAS DO PLANETA

O planeta passa sim por um processo de aquecimento, se bem que alguns indicativos mostram que esse aquecimento atingiu seu pico no ano de 1998, mas o que interessa dizer é que o CO² não foi, não é, e nunca será um fator determinante na regulação do clima do planeta.

 

Quando ouvimos a expressão "mudanças climáticas" somos condicionados a acreditar que nós, seres humanos, as estamos provocando, porém não é bem assim. O clima da Terra não é estático, passamos por períodos de resfriamento que culminam em Eras Glaciais, e posteriormente a temperatura volta a se elevar até atingir um pico ante de um novo resfriamento. Sendo assim constatamos que o resfriamento e o aquecimento global são processos naturais, sempre foi assim, independente da presença humana no planeta.

O que determina realmente as condições do clima na Terra é o Sol e os Oceanos, e no caso do sol, é em função de vários ciclos a que ele responde que faz com que, em intervalos de milhares de anos, a Terra esfrie e aqueça. Prova disso é o Aquecimento Global verificados em vários planetas do nosso Sistema Solar, e nem preciso citar que nesses planetas não existe atividade humana. São vários ciclos solares, com duração de 5 anos, 10 anos, 50 anos, 500 anos, 1000 anos, 10000 anos e por aí vai.

 

Agradecimento: Biologia na Medida Certa

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