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Meteorito marciano rico em água é descoberto no Saara


Rocha espacial é a segunda mais antiga já encontrada pelos cientistas.
 
 
Uma rocha de Marte que caiu sobre o deserto do Saara está chamando a atenção da comunidade científica por suas características incomuns, segundo um estudo de um ano divulgado na quinta-feira (3).


O meteorito não é só mais antigo dos que os que costumam chegar à Terra, mas também contém mais água. A pedra, do tamanho de uma bola de baseball, é muito semelhante ao material geológico da superfície marciana analisado pelos jipes-robôs Spirit e Opportunity , da Nasa.


"É um pedaço de Marte que posso segurar nas mãos. É muito empolgante," afirmou Carl Agee, da Universidade do Novo México, que liderou o estudo publicado na edição desta semana no periódico científico Science.


A maior parte das rochas espaciais que caem na Terra são de material proveniente de asteroides, mas algumas são originárias da Lua ou de Marte.


Os cientistas acreditam que um asteroide se chocou contra Marte, deslocando rochas que se fragmentam e são mandadas ao espaço. De vez em quando, uma delas acaba na Terra, e são objeto de estudo.


Cerca de 65 meteoritos marcianos foram descobertos na Terra, a maior parte na Antártida ou no Saara. Os mais antigos têm cerca de 4,5 bilhões de anos, quando o planeta era mais quente e úmido. Cerca de meua dúzia deles têm 1,3 bilhão de anos e o resto têm 600 milhões de anos ou menos.


O meteorito do artigo da Science, conhecido como NWA 7034 e apelidade de "Beleza Negra", foi doado à universidade por uma americano que o comprou de um negociante marroquino no ano passado. 


Os pesquisadores fizeram uma série de exames no meteorito e confirmaram sua origem. Sua idade está estimada em cerca de dois bilhões de anos e com isso, é o segundo meteorito marciano mais antigo conhecido pelos cientistas. 
 
 
As descobertas aumentam as provas que no planeta já existiram bolsões de água perto da superfície, em um período em que Marte já era um planeta seco. Outras análises vão determinar por quanto tempo a rocha voou pelo espaço e há quantos anos ela esteve no Saara.
 
 
 
 
 
Fonte: IG
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Astrônomos descobrem correntes de gás que formam planetas

 Concepção artística mostra o disco e fluxos de gás em torno da HD 142527 /Foto: ESO



Astrônomos observaram pela primeira vez uma etapa crucial no nascimento de planetas gigantes. Enormes correntes de gás fluem através do espaço vazio no interior de um disco de material situado em torno de uma estrela jovem. 


Estas são as primeiras observações de tais correntes, que se pensa serem criadas por planetas gigantes à medida que “engolem” gás e crescem. 


O estudo foi publicado na revista Nature. Os pesquisadores usaram o telescópio Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) durante pesquisa.


Uma equipe internacional estudou a jovem estrela HD 142527, situada a mais de 450 anos-luz de distância, a qual se encontra rodeada por um disco de gás e poeira cósmica - os restos da nuvem a partir da qual a estrela se formou. 


O disco poeirento encontra-se dividido numa parte interior e noutra exterior, divisão esta feita por um espaço, que se pensa ter sido esculpido por planetas gigantes gasosos recentemente formados que limpam as suas órbitas à medida que rodam em torno da estrela. 


O disco interior tem uma dimensão que vai desde a estrela até à distância equivalente à órbita de Saturno no nosso Sistema Solar, enquanto que o disco exterior começa só 14 vezes mais longe. 


Este último disco não circunda a estrela de forma uniforme; tem antes a forma de uma ferradura, provavelmente causada pelo efeito gravitacional dos planetas gigantes em órbita da estrela.


De acordo com a teoria, os planetas gigantes crescem à medida que capturam gás do disco exterior, em correntes que formam pontes que atravessam o espaço entre os discos.


“Os astrônomos têm vindo a prever a existência destas correntes, no entanto esta é a primeira vez que fomos capazes de as ver diretamente,” diz Simon Casassus, da Universidad do Chile, que liderou o novo estudo. “Graças ao novo telescópio ALMA, pudemos obter observações diretas que comprovam as teorias atuais de formação de planetas!”


Casassus e a sua equipe usaram o ALMA para observar o gás e a poeira cósmica em torno da estrela, o que lhes permitiu ver com muito mais pormenor e muito mais perto da estrela, do que o que tinha sido possível até agora com telescópios do mesmo tipo. 


As observações ALMA, nos comprimentos de onda submilimétricos, são também imunes à radiação da estrela, que afeta os telescópios que trabalham no visível ou no infravermelho. 


O espaço no disco era já conhecido, mas a equipa descobriu também gás difuso que permanece neste espaço e duas correntes mais densas de gás que fluem do disco exterior, passando pelo espaço vazio, até ao disco interior.


“Pensamos que existe um planeta gigante escondido no interior do disco e que dá origem a estas correntes. Os planetas crescem ao capturar algum do gás do disco exterior, mas na realidade “comem como uns alarves”: os restos de gás que “deixam cair” flui para o disco interior, que se situa em torno da estrela” diz Sebastián Pérez, um membro da equipa, também da Universidade do Chile.


As observações respondem a outra questão sobre o disco em torno da HD 142527. Como a estrela central ainda se está a formar, capturando material do disco interior, este disco deveria ter sido já todo devorado pela estrela, se não fosse de algum modo realimentado. 


A equipe descobriu que a taxa à qual os restos de gás fluem para o disco interior é precisamente a necessária para manter este disco com matéria suficiente para alimentar a estrela em crescimento.


Outra descoberta pioneira é a detecção do gás difuso no espaço entre discos. 


“Os astrónomos procuraram este gás durante muito tempo, mas até agora só tinham tido evidências indiretas da sua existência. Agora, com o ALMA, pudemos vê-lo diretamente,” explica Gerrit van der Plas, outro membro da equipa, da Universidade do Chile.


Este gás residual é uma evidência adicional de que as correntes são causadas por planetas gigantes, em vez de outros objetos ainda maiores como, por exemplo, uma estrela companheira. 


“Uma segunda estrela teria limpado muito melhor o espaço entre discos, não deixando nenhum gás residual. Ao estudar a quantidade de gás que ainda resta, talvez possamos estimar as massas dos objetos que estão a fazer a limpeza.” acrescenta Pérez.


Então, e os planetas propriamente ditos? Casassus explica que não está surpreendido por a equipe não os ter conseguido detectar de forma direta. 



“Procurámos estes planetas com instrumentos infravermelhos de vanguarda instalados noutros telescópios. No entanto, pensamos que os planetas em formação ainda estão muito envolvidos pelas correntes de gás, que são praticamente opacas. É capaz de ser, por isso, extremamente difícil descobrir estes planetas de forma direta.”


Apesar disso, os astrônomos pretendem descobrir mais sobre estes planetas ao estudar as correntes de gás e o gás difuso. 


O telescópio ALMA ainda está em fase de construção, e por isso mesmo não atingiu ainda todas as suas capacidades. 


Quando estiver completo, a sua visão será ainda mais nítida e novas observações das correntes poderão permitir a equipe determinar as propriedades dos planetas, incluindo as suas massas.




Fonte: Terra
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Objeto estranho passa pelo céu de Passo Fundo

 
  Imagem ilustrativa


Um objeto estranho, identificado pelos ouvintes como uma espécie de bola de fogo, passou pelo céu de Passo Fundo na noite da quarta-feira.


De coloração azul, quando se aproximou da terra, o objeto assumiu a cor vermelha, assemelhando-se com uma bola de fogo.


Diversos ouvintes ligaram para a Rádio Planalto e contaram o que viram.


Conforme o professor do curso de Física da Universidade de Passo Fundo, Álvaro Becker, o objeto pode te ser sido um meteorito –  fragmento de asteroide ou cometas – ou fragmentos de satélites, que com a queda ganhou velocidade e calor, o que ocasionou o fogo em torno do objeto.




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Pesquisas revelam planetas estranhos além do Sistema Solar da Terra

Planeta PH1 é iluminado por quatro estrelas (Imagem: Haven Giguere/Yale)
 
 

Nos últimos 20 anos, astrônomos de todo mundo catalogaram cerca de 850 planetas fora do nosso Sistema Solar.


A busca por mundos que orbitem outras estrelas tem levado à descoberta de alguns planetas estranhos, desde um gigante de gás quente, mais escuro que carvão, até um planeta com quatro sóis.


Abaixo, alguns dos exemplos mais estranhos.

 
 
Quatro sóis


Em uma cena do filme da saga Star Wars, quando o personagem Luke Skywalker olha para o horizonte, vê dois sóis se pondo no planeta Tatooine.


Os astrônomos já descobriram vários sistemas parecidos com o da ficção, nos quais os planetas orbitam estrelas duplas. Mas, em 2012, uma equipe de voluntários e astrônomos profissionais encontrou um planeta iluminado por quatro astros, o primeiro desse tipo.


O mundo distante fica na constelação de Cygnus, orbita um par de astros e um segundo par gira em volta deles. Ele fica a 5.000 anos-luz da Terra e seu raio é seis vezes maior do que o do nosso planeta (do tamanho de Netuno).


E, apesar de ser puxado por quatro forças gravitacionais diferentes, o planeta PH1 consegue manter uma órbita estável.


A descoberta foi feita por voluntários que usavam o site Planet Hunters, junto com uma equipe de institutos científicos da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos. O nome PH1 veio do site.


Na época da descoberta, Chris Lintott, da Universidade de Oxford, disse à BBC que a descoberta "não era, em absoluto, algo que estávamos esperando".
 
 
Escuridão


Em 2011, um grupo de astrônomos americanos anunciou que um exoplaneta - mundo localizado fora do nosso Sistema Solar - do tamanho de Júpiter e conhecido como TrES-2b era o mais escuro já descoberto, refletindo apenas 1% da luz que o atingia.


O TrES-2b é ainda mais escuro do que tinta acrílica preta e mais preto do que qualquer planeta ou lua do nosso Sistema Solar. Ele fica a 718 anos-luz da Terra e sua massa e raio são quase os mesmos que os do planeta Júpiter.


A distância entre o TrES-2b e sua estrela pode ser um dos fatores responsáveis por essa escuridão. 
 
 

Cientistas acreditam que planeta escuro tenha um brilho semelhante ao de uma brasa (Imagem: David Aguilar/Harvard-Smithsonian CfA)
 
 
Em nosso Sistema Solar, Júpiter é coberto por nuvens brilhantes de amônia que refletem mais de um terço da luz do Sol que o alcança.


Mas o TrES-2b orbita a uma distância de apenas 4,83 milhões de quilômetros de seu astro. A energia intensa do Sol esquenta o planeta a mais de 1.000ºC, o que o torna muito quente para a formação de nuvens de amônia. A atmosfera do TrES-2b também tem elementos químicos que absorvem ao invés de refletir a luz.


Mas esses fatores não conseguem explicar totalmente a extrema falta de luz no planeta.


Um dos autores do estudo sobre o TrES-2b, David Spiegel, da Universidade de Princeton, nos Estados Unidos, afirma que o planeta é tão quente que "emite um brilho vermelho fraco, muito parecido a uma brasa ou à espiral de um forno elétrico".
 
 
Diamante

 
Um planeta próximo na constelação de Câncer pode ter uma composição peculiar. O corpo celeste, conhecido como 55 Cancri E, "provavelmente é coberto de grafite e diamante em vez de água e granito", segundo o astrônomo Nikky Madhusudhan, da Universidade de Yale.


 Cientistas estimam que um terço da massa do planeta é de diamante
 
 
O 55 Cancri e pertence à classe de mundos conhecida como planetas-diamante e acredita-se que seja rico no elemento carbono, que pode existir em várias formas estruturais, como grafite ou o diamante. Planetas ricos em carbono contrastam muito com a Terra, cujo interior tem, relativamente, pouco deste elemento, mas é rico em oxigênio.


Ele fica a 40 anos-luz da Terra e o raio do planeta é duas vezes o tamanho do raio da Terra.


Em 2012, Madhusudhan e seus colegas publicaram as primeiras medidas do raio do exoplaneta. Estes novos dados, combinados com as estimativas mais recentes da massa 55 Cancri E, permitiram que os cientistas deduzissem a composição química.


Para fazer isto, eles usaram modelos em computadores do interior do planeta e calcularam as possíveis combinações de elementos e compostos que poderiam ter as características observadas.


Os resultados sugerem que o 55 Cancri E é, em sua maior parte, composto de carbono (na forma de grafite e diamante), ferro, carboneto de silício e, potencialmente, silicato.


Os cientistas estimam que pelo menos um terço da massa do planeta seja de diamante, o equivalente a três vezes a massa da Terra. 
 
 

Engolido
 


O Wasp-12b ainda tem 10 milhões de anos de vida (Imagem: Greg Bacon/STScl)


Localizado na constelação de Auriga (também conhecida como Cocheiro), a 600 anos-luz da Terra, o planeta Wasp-12b está sendo devorado lentamente pela sua estrela, a Wasp-12.


O planeta gigante orbita tão próximo à estrela semelhante ao Sol que sua temperatura chega a 1.500ºC. Ele está sendo distorcido, chegando à forma de uma bola de rúgbi, devido à gravidade da estrela.


A grande proximidade entre o Wasp-12b e a estrela levou a atmosfera do planeta a se expandir a um raio três vezes maior que a de Júpiter. Material proveniente dela está "vazando" para a estrela.


"Vemos uma grande nuvem de materiais em volta do planeta, que está escapando e será capturado pela estrela", disse a astrônoma Carole Haswell, da Open University britânica.


Haswell e sua equipe usaram o telescópio Hubble para confirmar estimativas anteriores a respeito do planeta e divulgaram a descoberta na publicação científica The Astrophysical Journal Letters.


Os pesquisadores dizem que o planeta pode ainda existir por mais 10 milhões de anos antes de se apagar.




 
 
Fonte: BBC
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Nasa mostra estrela que viaja a 24km/segundo

 A velocidade da Zeta é suficiente para quebrar a barreira do som / Nasa/JPL-Caltech/AFP


A jovem estrela ainda é 20 vezes mais pesada e 80.000 vezes mais brilhante que o sol.


A foto revelada pela Nasa mostra a estrela gigante Zeta Ophiuchi. Sua incrível velocidade, além de quebrar a barreira do som, cria uma onda de poeira estelar.


Zeta é uma estrela nova, localizada a 370 anos-luz da Terra. Ela supera o Sol em vários aspectos: é seis vezes mais quente, oito vezes mais larga, 20 vezes mais pesada e 80.000 vezes mais brilhante. Seria uma das estrelas mais brilhantes vistas no céu, se não fosse ocultada por uma nuvem de poeira.


A estrela viaja a uma velocidade de 24km por segundo, rápido o suficiente para quebrar a barreira do som. Por causa do movimento, ela cria uma onda de poeira estelar.




Fonte: Band
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Encontrada galáxia rara e superfina a 40 milhões de anos-luz da Terra



Uma  galáxia espiral IC 2233, uma das mais planas já conhecidas pelos astrônomos, foi encontrada pelo telescópio Hubble, da Nasa. 


Localizado na constelação do Lince, a 40 milhões de anos-luz da Terra, esse sistema de estrelas não é muito comum. 


Sua particularidade é por conta do seu diâmetro, considerado superfino, pelo menos dez vezes maior que sua espessura.

Além disso, a IC 2233 – descoberta em 1894 pelo astrônomo Isaac Roberts – tem um brilho fraco e quase nenhuma saliência. 


Sua cor azulada aponta para a existência de astros jovens. Ao contrário das galáxias espirais típicas, a IC 2233 não apresenta rastro definido de poeira, apenas áreas irregulares.




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Lua oculta Júpiter na noite de Natal




Fenômeno pôde ser observado da América do Sul e da África na noite de Natal.


Um fenômeno diferente tornou a noite de Natal especial para quem parou para olhar para o céu. A Lua ocultou o planeta Júpiter por quase uma hora, por volta das 20h40 (horário de Brasília). 


Os que olharam para Lua cheia que estava no céu puderam ver, também, um ponto brilhante ao lado do satélite da Terra: tratava-se do maior planeta do Sistema Solar. O astro pôde ser visto claramente, a olho nu. 


A ocultação, porém, só foi vista na América do Sul e no sul da África. 


Nesta quarta-feira de manhã, outro fenômeno também pôde ser apreciado pelos curiosos. Mercúrio, Saturno e Vênus alinhados iluminaram o céu antes do nascer do Sol. 

 



Fonte: Band
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Asteroide não destruirá vida na Terra em 2040


 
 
Para os indivíduos decepcionados com o fato de o prometido “fim do Mundo” não ter chegado, há também outras más notícias: ele não chegará nem em 2040. Em todo o caso não será um asteroide gigante a ter culpa disso.
 
 
Os astrônomos determinaram, com ajuda do telescópio Gemini North, nas Ilhas Hawaii, que o asteroide 2011 AG5 não representa qualquer perigo sério: ele não colidirá com a Terra em fevereiro de 2040, como se receava antes. 


O referido corpo celeste não se aproximará da Terra a menos de 885 mil km, o que é muito mais distante do que a órbita lunar.


É uma boa notícia, porque um asteroide deste tamanho (cerca de 137 m de diâmetro) colidiria com a Terra com uma força vários milhares de vezes superior à potência total das bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki.




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Empresa testa novo foguete "reutilizável" para ir ao espaço




A empresa SpaceX - especializada em engenharia espacial - testou um veículo com decolagem vertical em suas instalações de desenvolvimento localizada no estado do Texas, nos EUA, na semana passada, informou o jornal The Telegraph


De acordo com a publicação, o protótipo alimentado por um motor de foguete, subiu a cerca de 40m de altura e pairou no ar, antes de pousar em segurança na plataforma.

Segundo o jornal, o esforço é um salto para a empresa, se comparado aos seus últimos dois voos de teste, nos quais chegaram a poucos metros do solo. 


Os novos foguetes são uma inovação. Tidos como "reutilizáveis", eles podem voar e pousar, diminuindo assim os custos para uma viagem espacial. Novos testes estão previstos para o ano que vem.



Fonte: Terra
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Meteorito raro possui materiais mais antigos do Sistema Solar

  UC Davis/Divulgação




Meteorito mais raro já encontrado na Terra possui materiais 'presolares' que ajudaram a formar os planetas do Sistema Solar. O meteorito do tamanho de uma minivan entrou na atmosfera dos Estados de Califórnia e Nevada, nos EUA, como uma bola de fogo, e explodiu em 22 de abril de 2012. 


A maior parte do meteorito evaporou, mas esta pequena pedra foi estudada pelos cientistas que encontraram condritos carbonáceos nela. 


O meteorito teria se formado há 4,5 bilhões de anos, e a parte que veio para a Terra teria se soltado de seu astro maior, que pode ser um asteroide de Júpiter, há 50 mil anos. Ao todo, foram encontrados 77 meteoritos com um total de 943 gramas. 



Fonte: UOL
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Descoberto planeta em zona "habitável" em órbita de estrela



Notívagos e astrônomos acreditavam há muito tempo que Tau Ceti, estrela visível a olho nu da Terra, brilhasse solitária na noite, mas cientistas acabam de descobrir cinco planetas em sua órbita, um deles situado em uma zona "habitável", segundo um estudo publicado na quarta-feira.


Tau Ceti, que faz parte da Constelação da Baleia, não é apenas próxima do nosso sol (fica a 12 anos-luz), mas também é muito semelhante, em massa e irradiação. No passado, muitos olhares se voltaram para ela, em vão, em busca de vida extraterrestre.


Nenhum planeta fora detectado no entorno de Tau Ceti até que uma equipe internacional teve a ideia de testar nesta estrela sua nova técnica de coleta de dados astronômicos, capaz teoricamente de detectar sinais duas vezes mais potentes.


"Nós escolhemos Tau Ceti (...) porque achamos que ela não comportaria nenhum sinal. E ela é tão brilhante e similar ao nosso sol que constitui uma cobaia ideal para testar nosso método de detecção de planetas de pequena proporção", explicou em um comunicado Hugh Jones, da Universidade britânica de Hertfordshire.


Os astrônomos descobriram cinco planetas, com massa compreendida entre duas e seis vezes a da Terra. Um deles encontra-se na zona "habitável", nem muito quente, nem muito fria, permitindo a existência de uma atmosfera, de água em estado líquido em sua superfície, e portanto, talvez uma forma de vida.


"Tau Ceti é uma de nossas vizinhas cósmicas mais próximas, tão brilhante que nós poderíamos chegar a estudar as atmosferas de seus planetas em um futuro não muito distante", afirmou James Jenkins, da Universidade do Chile, que participou do estudo publicado na revista Astronomy & Astrophysics.


Esta descoberta confirma a nova ideia "que quase todas as estrelas têm planetas e que a galáxia deve, portanto, conter um grande número de planetas potencialmente habitáveis de tamanho próximo do nosso", acrescentou Steve Vogt, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.


O Observatório Europeu Austral (ESO, na sigla em inglês) estimou recentemente que bilhões destes planetas existiriam na Via Láctea, dos quais uma centena na vizinhança do nosso sol.




Fonte: Terra
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Vídeo mostra passagem de enorme asteroide Toutatis



A Nasa divulgou um vídeo com imagens da passagem do enorme asteroide 4179 Toutatis, na última quarta-feira, dia 12/12/12.


O vídeo, com 40 segundos de duração, conta com 64 fotografias que combinadas mostram a rocha espacial em movimento.


Toutatis é revelado como um objeto alongado, de forma irregular que gira sobre o seu eixo, disseram os cientistas da Nasa ao canal de TV NBC.


O asteroide Toutatis, com cerca de 5 quilômetros de diâmetro, esteve a uma distância equivalente a 18 vezes o trajeto entre a Terra e a Lua.


Apesar da distância, o asteroide foi acompanhado de perto pelos cientistas da Nasa devido o seu tamanho que é considerado potencialmente perigoso para a Terra. 


O impacto do asteroide Toutatis causaria danos catastróficos, provavelmente alterando o clima do mundo por muitos anos. Especialistas da Agência Espacial Norte-americana consideram que um asteroide de 1 quilômetro já seria suficiente para causar mudanças na Terra.


Para efeito de comparação, o asteroide que teria dizimado os dinossauros há 65 milhões de anos tinha cerca 10 km de diâmetro.









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Câmera registra queda de meteoro na Turquia



Uma câmera de segurança  registrou na terça-feira (11) a queda de um meteoro na cidade de Ordu, no norte da Turquia, informa o site Apolo11.


Testemunhas revelaram  que ouviram um estrondo e um leve tremor, provavelmente provocado pela onda de choque criada pelo movimento da rocha espacial, de acordo com informações do site especializado em assuntos climáticos.


O meteoro se desintegrou acima do Mar Negro a uma distância estimada em 15 quilômetros do local da câmera.


Uma impressionante imagem de uma bola de fogo foi registrada por uma câmera de segurança localizada no norte da Turquia. Testemunhas que viram bólido disseram terem sentido um leve tremor, provavelmente provocado pela onda de choque criada pelo movimento do meteoro.


Essa é a segunda vez em menos de sete dias que um meteoro entra na atmosfera da Terra é e flagrado por câmeras. Na sexta-feira, uma bola de fogo também foi vista por norte-americanos no Texas.






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Marinha americana testa, pela primeira vez, drone em porta-aviões








 
 
Os EUA realizarão, pela primeira vez, testes do drone pesado de combate X-47B, lançando-o de um porta-aviões.
 
 
Para os testes, o drone foi transportado para o porta-aviões Harry Truman, estacionado na base de Norfolk (Estado de Virginia).


A envergadura das asas do drone é superior a 19 metros, maior que a do caça Super Hornet, da Armada americana.


O drone será comandado em vôo por um operador, mediante um painel portátil. Os testes do drone a bordo do Harry Truman durarão três semanas.





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Sondas da Nasa devem se chocar com a Lua nesta segunda-feira


 Ilustração mostra como deverá ser o trajeto final das sondas gêmeas Ebb e Flow (Foto: Nasa)

Ebb e Flow fizeram mapeamento da estrutura interna do satélite terrestre. Com o fim de sua missão, agência vai deixar que caiam em solo lunar.

As sondas gêmeas Ebb e Flow, que por um ano fizeram imagens que permitem conhecer melhor a estrutura interna da Lua, devem concluir sua missão na próxima segunda-feira (17), caindo em uma montanha do polo norte do satélite às 20h28 (horário de Brasília), segundo informa a agência espacial americana Nasa.


"A missão foi um sucesso, mas este é um momento um pouco triste para mim", disse esta semana David Lehman, o gerente do programa Grail (a sigla em inglês que corresponde a Laboratório Interior e de Recuperação de Gravidade), em entrevista coletiva dada em Pasadena, Califórnia.


Após anos de preparação, um foguete Delta II partiu em setembro de 2011 propulsando rumo à Lua dois satélites: o Grail A - que estudantes americanos batizaram como Ebb - e o Grail B, batizado como Flow.


Essas sondas, que voam lado a lado, empregaram um sistema de campo gravitacional de alta qualidade para determinar a estrutura interior da Lua.


No domingo será completada a última órbita dos robôs gêmeos, cujo combustível está acabando, e o controle da missão dará comando para que todos os instrumentos científicos sejam desligados.


Após isso, Ebb e Flow se dirigirão ao cume de uma montanha no polo norte da Lua e concluirão sua missão, caindo no solo antes de passar ao outro lado do satélite, invisível desde a Terra.


A partir de medições de sondas da missão Grail foi possível conscluir que os asteroides e cometas que colidiram com a Lua não apenas tornaram sua superfície esburacada, mas também provocaram profundas fraturas na crosta do satélite terrestre.


Esses resultados surpreeram os cientistas envolvidos na missão, que tiveram trabalhos publicados  numa edição impressa da "Science" do começo do mês.


A descoberta pode ajudar a decifrar um enigma sobre Marte. No planeta vizinho da Terra, fraturas similares podem ter proporcionado um caminho para que a água da superfície penetrasse profundamente no solo, onde ela pode estar até hoje, afirmaram os cientistas.


"Marte pode ter tido um antigo oceano e todos nós nos perguntamos para onde ele foi. Bem, esse oceano pode muito bem estar no subterrâneo", afirmou a cientista Maria Zuber, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).


"Sabia-se que os planetas rochosos do Sistema Solar tinham sofrido muitos impactos há vários bilhões de anos, mas ninguém pensava que a superfície lunar tivesse sido tão maciçamente bombardeada", destacou Maria Zuber, encarregada científica da missão.


As duas sondas gêmeas, em órbita polar desde janeiro passado, fizeram medições muito precisas do campo gravitacional lunar que revelaram a divisão das massas, assim como a espessura e a composição dos diferentes estratos da Lua, até seu núcleo.


Deixaram claro, por exemplo, que a crosta lunar é muito mais fina do que pensavam os cientistas, ao apresentar uma espessura de 34 km a 43 km, de 6 km a 12 km a menos do que o se tinha calculado até agora.


A composição da Lua aparece, então, como "similar à da Terra, o que alimenta a teoria de que está formada por materiais terrestres espalhados após um enorme impacto no começo da história do Sistema Solar", explicou Mark Wieczorek, do Instituto de Física do Globo de Paris, autor de um dos três estudos sobre os resultados da missão Grail.


Estas pesquisas foram apresentadas na conferência anual da American Geophysical Union, em San Francisco. Em relação à sua superfície, o interior da Lua parece extremamente regular.


Os cientistas descobriram que a maior parte das variações constatadas no campo gravitacional eram produto de formações geológicas produzidas na superfície, como montanhas ou crateras.


A crosta externa da lua carece de estruturas rochosas densas e é constituída, provavelmente, por materiais porosos ou pulverizados. 
O mapa do interior da Lua revela, por sua vez, a existência de mapas mais densas, formadas por magma vulcânico, que terminou se solidificando e formando densas paredes rochosas.




Fonte: G1
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Brasil pode observar chuva de meteoros

 Chuva de meteoros poderá ser vista do Brasil, se o tempo estiver limpo / Jorge Guerrero/ AFP



Não é preciso um telescópio para observar o fenômeno. Basta deitar no chão, com os pés na direção norte, e observar.


Brasileiros poderão observar, a partir desta quinta-feira, uma das chuvas de meteoros mais intendas do ano. A chuva dos geminídeos deve ficar intensa entre a noite de amanhã e a madrugada de sexta-feira, segundo astrônomos.


Não é preciso um telescópio para observar o fenômeno. Basta deitar no chão, com os pés na direção norte, e observar. Os meteoros devem cortar o céu desde as Três Marias, na Constelação Órion, até a Cruzeiro do Sul.


Esses meteoros, conhecidos popularmente como "Estrelas Cadentes", na verdade são fragmentos de cometas e asteróides que penetram na atmosfera terrestre a altíssima velocidade.


As chuvas de meteoros acontecem diversas vezes por ano e não levam nenhum risco para o planeta Terra. A dos geminídeos é observada há mais de 500 anos.




Fonte: Band
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EUA voltam a lançar aviões futuristas sem piloto ao espaço



Os Estados Unidos lançaram esta terça-feira pela terceira vez ao espaço seu avião futurista X-37B, um pequeno dispositivo teleguiado que os especialistas pensam que poderá dar início a uma nova era de espionagem.


O longo veículo, de 8,9 metros, foi lançado por um foguete Atlas V à 01h03 local (16h03 de Brasília) de Cabo Cañaveral, na Flórida, em uma missão sobre a qual a força aérea americana deu pouquíssimos detalhes.


A United Launch Alliance, uma empresa conjunta entre a Boeing e a Lockheed Martin, ofereceu em troca ao vivo e em streaming imagens da decolagem em sua página na internet e afirmou que a missão apoiaria "a experimentação espacial".


O exército americano descreveu o programa X-37 B como uma forma de por à prova "tecnologias para uma plataforma de testes espaciais confiável, reutilizável e não tripulada", depois da retirada do programa de ônibus espaciais da Nasa.


A natureza secreta do equipamento do X-37B levou à especulação na mídia sobre os objetivos da missão, com alguns especialistas apontando que a Força Aérea americana está buscando novas formas de espionagem.


Especialistas em temas espaciais acreditam que o pequeno veículo, com capacidade para voltar à Terra e retornar mais uma vez ao espaço, poderia ser o último grito em programas de espionagem e ser usado potencialmente para interferir com satélites de países rivais.


A China mostrou recentemente grande interesse no espaço, tornando-se a terceira nação depois dos Estados Unidos e da antiga União Soviética a enviar seus próprios satélites em uma prova interpretada por Washington como uma advertência.


Esta é a segunda missão do X-37 B original, que foi lançado ao espaço em 2010 no programa inaugural de voo e permaneceu em órbita durante mais de meio ano.


Um segundo X-37B retornou à Terra em junho após orbitar durante 469 dias em um teste que foi além da intenção inicial de voo da nave, estimada em 270 dias.


O projeto X-37 B foi lançado pela agência espacial da Nasa em 1999 e adotado pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançados do Pentágono, que projeta novas tecnologias militares para os Estados Unidos.




Fonte: Terra
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Asteroide perigoso passará próximo a Terra amanhã, dia 12/12/12


Asteroide 4179 Toutatis - Nasa

Representação do asteroide 4179 Toutatis - Nasa


Um asteroide, classificado como um objeto potencialmente perigoso, vai passar próximo a Terra na quarta-feira.


O “4179 Toutatis” tem cerca de 5,4 quilômetros de diâmetro e está se movendo a uma velocidade de 11,9 quilômetros por segundo.


De acordo com a Nasa, a rocha espacial vai viajar a uma distância de 69,31,175 km, cerca de 18 vezes a distância entre a Terra e a Lua.


O asteroide foi observado pela primeira vez em Fevereiro de 1934, mas manteve-se perdido por várias décadas até ser redescoberto em 04 de janeiro de 1989.


A rocha espacial orbita o Sol após cada 1.469 dias. A próxima vez que estará mais próximo da Terra será em 29 de dezembro de 2016.


Apesar do asteroide não ter uma trajetória de colisão, a rocha espacial é considerada potencialmente perigosa devido a sua aproximação e tamanho, que poderia devastar o planeta Terra.


Segundo o Space.com, o impacto do asteroide Toutatis causaria danos catastróficos, provavelmente alterando o clima do mundo por muitos anos.


Para efeito de comparação, o site especializado em astronomia, diz que o asteroide que teria dizimado os dinossauros há 65 milhões de anos tinha cerca de 10 km de diâmetro.




Fonte: A Notícia
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Asteroide teria matado até 83% dos lagartos e cobras norte-americanos


Mandíbulas de cobras e lagartos pré-históricos foram analisadas por cientistas (Foto: PNAS/Divulgação)


Impacto e efeitos de colisão dizimaram animais há 65 milhões de anos. Cientistas de Yale e Harvard analisaram fósseis de 30 espécies de répteis.
 
 
Até 83% das espécies de cobras e lagartos da América do Norte foram extintas no fim do período Cretáceo, há 65 milhões de anos, época em que um asteroide caiu sobre a localidade de Chicxulub, na península mexicana de Yucatán, revela um novo estudo feito pelas universidades americanas Yale e Harvard.


Os animais maiores foram os que mais sofreram com a colisão, imediatamente ou logo depois dela. Segundo os autores, nenhum bicho com mais de 450 gramas conseguiu escapar.


Os resultados do estudo estão publicados na edição desta segunda-feira (10) da revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" (PNAS).


Esse impacto, que já era considerado a provável causa da destruição em massa dos dinossauros não alados, pode ter sido muito mais severo do que se pensava.


De acordo com o principal pesquisador, Nicholas Longrich, do Departamento de Geologia e Geofísica de Yale, o choque aniquilou uma ampla faixa de todo o ecossistema, e os répteis foram extremamente atingidos – assim como mamíferos, aves, insetos e plantas.


O asteroide teria sido responsável, inclusive, por dizimar uma espécie de lagarto identificada recentemente, chamada Obamadon gracilis (uma mistura do nome do presidente Barack Obama com as palavras latinas odon – dente – e gracilis – fino).


Foram encontrados ossos da mandíbula de dois espécimes desse animal, que media 30 cm de comprimento e provavelmente comia insetos.


Longrich diz que as cobras e lagartos rivalizavam com os dinossauros em termos de diversidade, tornando aquela época também uma "Era dos Lagartos".


Uma das mais variadas categorias de lagartos exterminadas foi a Polyglyphanodontia, que incluía até 40% de todos o bichos desse tipo que viviam na América do Norte.


Por outro lado, a extinção em massa teria aberto caminho para a evolução e diversificação dos sobreviventes ao eliminar a concorrência. Hoje em dia, há cerca de 9 mil espécies de cobras e lagartos vivas em todo o mundo.


Análise de fósseis




Para chegar a essas conclusões, os cientistas avaliaram detalhadamente os fósseis de cobras e lagartos coletados em um território que se estende do oeste dos EUA, desce pelo estado do Novo México – no sudoeste do país – e sobe até a província de Alberta, no Canadá. Foram examinadas 21 espécies previamente conhecidas e nove inéditas.


Nos últimos dias de vida dos dinossauros, habitava a Terra uma série de répteis que variavam de lagartos minúsculos a outros enormes, como uma cobra do tamanho de uma jiboia que ingeria ovos e filhotes de espécies maiores.



Um lagarto que consumia plantas e se parecia com uma iguana morava no sudoeste dos EUA, enquanto animais carnívoros de quase 2 metros de comprimento caçavam mais ao norte, nas planícies e nos pântanos da região onde hoje fica o estado de Montana, nas Montanhas Rochosas.

 
 
 
Fonte: G1
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Rússia pretende criar base permanente na Lua


 
 
O desenvolvimento da astronáutica passa pela criação na Lua de bases habitadas. Quem o afirma é Guennadi Raikunov, dirigente de um instituto científico junto da Agência Aeroespacial Russa (Roskosmos). 
 
 
Nas suas palavras, as potencialidades da Estação Espacial Internacional (EEI) estão quase esgotadas, tendo chegado a altura em que é necessário estudar novas perspetivas de futura exploração do espaço cósmico.
 
 
Atualmente, na EEI mal cabem os equipamentos para a realização de numerosas experiências científicas. As instalações elétricas também não são suficientes. 


Segundo Guennadi Raikunov, responsável pela elaboração dos programas de investigação espacial, após 2020 será preciso começar a desistir do uso da EEI e passar a utilizar a Lua. 


No satélite da Terra há muito espaço. Lá se pode estacionar um radar e aparelhagem científica de grande dimensão. Graças à base lunar, a Humanidade acumulará a experiência de vivência em outros planetas. 


Derretendo o gelo lunar será possível decompor a água em oxigénio e hidrogénio, utilizando-os como combustível para propulsores de foguetes e espaçonaves, considera o cientista.


Mas nem todos os peritos concordam com este ponto de vista. A era espacial iniciou-se há apenas 50 anos. Mesmo que a EEI funcione mais 30 anos, o desenvolvimento da ciência possibilitará novas descobertas. 


Quando a Rússia deixar a órbita terrestre e se estabelecer na Lua, terá de usar naves espaciais semelhantes às espaçonaves Apollo, inventadas há 40 anos para que o homem desembarcasse no satélite da Terra, constata o membro da Academia Aeroespacial Nacional, Yuri Karash.


"Não vale a pena nos enganarmos, dizendo que a construção de uma base lunar implicará a criação de equipamentos e engenhos que se distinguem muito da nave Apollo. A espaçonave Apollo 17, depois de pousar, permaneceu na Lua durante 3 dias. Este mês, completar-se-ão 40 anos desde que abandonou a Lua, tendo concluindo o respetivo programa de pesquisas. Três dias não é pouco para qualificarmos a estada da Apollo como uma base extraterrestre. Se os cosmonautas russos passarem lá 10 ou 20 dias, neste caso se trata de uma categoria quantitativa e não qualitativa."


Diga-se de passagem que os EUA queriam regressar à Lua mas a Administração de Barack Obama desistiu de tais planos. 


O Presidente norte-americano delineou novas prioridades, prevendo uma visita a um asteroide em meados dos anos 20 do século XXI. Os motivos desta escolha foram adiantados pelo representante da NASA, John Charles.


"Tomamos a decisão de não voltar à Lua por diversos motivos. Sem a Lua e antes do voo rumo a Marte, o pouso em um asteroide será uma pesquisa ideal. Se tornarmos a desembarcar na Lua, isto será feito da mesma maneira que em 1969."


No entanto, uma expedição ao asteroide pode ser equiparada a um voo rumo a Marte, já que a tripulação, permanecendo no espaço interplanetário durante alguns meses, receberá a mesma dose de radiação que em caso de um voo a Marte, realçou Lev Zeleny, diretor do Instituto de Pesquisas Espaciais, segundo o qual a Lua seria um projeto preferível.


"Na Lua podem ser organizados abrigos à profundidade de 1,5 - 2 metros em que poderão viver astronautas, subindo, por vezes, à superfície. Existe material de proteção. No asteroide, ninguém sabe como proteger-se contra a radiação. Para chegar à Lua serão necessários 2-3 dias. Lá existe uma nova física interessante, bem como variadas substâncias orgânicas. Resumindo, o homem tem muita coisa fazer na Lua."


Os cosmonautas não têm que permanecer o tempo todo na base lunar, sujeitando-se à radiação excessiva. Eles podem trabalhar em turnos, adianta Lev Zeleny. 


Quanto aos asteroides, seria melhor se fossem estudados por meio de sondas automáticas sem colocar em risco a vida de tripulantes.


A Rússia e os EUA já fizeram a sua opção no que tange aos futuros voos espaciais fora da órbita terrestre. Cada país buscará novos argumentos para persuadir os céticos. 


Todavia, em determinada altura, as discussões chegarão ao fim, visto que as potências espaciais perseguem um objetivo idêntico – efetuar, nos meados deste século, um voo a Marte. 



A julgar por tudo, esta será uma expedição internacional, uma vez que nenhum país poderá organizar sozinho tal empreendimento.





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