Mostrando postagens com marcador Wikileaks. Mostrar todas as postagens

Julian Assange - os EUA estão tentando construir um "Regime de Segredos"

Assista ao discurso de Julian Assange às Nações Unidas, feito em 26 de setembro de 2012, no qual ele fala sobre direitos humanos, sobre a prisão por tempo indeterminado e sem julgamento da suposta fonte que entregou ao Wikileaks 251 mil documentos sigilosos dos EUA, o militar Bradley Manning, e sobre o “regime de segredos” que o governo dos EUA está tentando instaurar no país.

Fonte

Read More →

Wikileaks: William Waack, da Globo, é citado três vezes como informante dos EUA

O jornalista William Waack, da Rede Globo, se tornou um dos assuntos mais discutidos no Twitter nesta quinta-feira graças a supostos documentos da Wikileaks que o apontariam como informante do governo americano. Apesar de vagas e desencontradas, algumas informações são verdadeiras. O Informe JB entrou em contato com a jornalista Natalia Viana, responsável pela Wikileaks no Brasil, que confirmou a história. Waack é citado não apenas uma, mas três vezes em reuniões com funcionários da Embaixada Americana. Dois dos documentos que o citam são considerados "confidenciais".

Consulta sobre as eleições

Um dos arquivos é sobre a visita de um porta-aviões dos Estados Unidos em maio de 2008. Na ocasião, a Embaixada Americana classificou como positiva a repercussão na mídia do evento, citando William Waack diretamente por ter ajudado a mostrar o lado positivo das relações do Brasil com os Estados Unidos em reportagens para o jornal "O Globo". Os outros dois documentos são sobre informações repassadas por Waack a representantes americanos sobre as eleições presidenciais do ano passado.

Documento relata reunião na qual Waack dá detalhes sobre os presidenciáveis em fevereiro

Dilma incoerente

Em um encontro informal, o jornalista da Rede Globo reportou aos americanos em fevereiro de 2010 que um fórum econômico em São Paulo deixou as seguintes impressões sobre os possíveis candidatos à presidência: Ciro Gomes era o mais preparado, Serra era "claramente competente" e Dilma era... incoerente.

Bola fora

Em agosto de 2009, novamente Waack manteve contatos com funcionários americanos, mas passou uma informação errada. Ele apontou que Serra e Aécio Neves já haviam selado a paz para uma candidatura a presidente e vice, respectivamente, no ano seguinte. A profecia, como todos sabem, não se confirmou. Aécio tentou encabeçar a candidatura tucana à presidência, mas acabou tentando o Senado por Minas Gerais.

 

Fonte: Jornal do Brasil

Read More →

“Liberdade de Expressão” - Michael Moore e Oliver Stone desmontam argumentos e alertam!

Na foto Michael Moore famoso por seus documentários contra o Governo Norte Americano.

Michael Moore e Oliver Stone desmontam argumentos da Suécia e alertam: extradição para os EUA representaria derrota global da liberdade de expressão.

Passamos nossas carreiras de cineastas sustentando que a mídia norte-americana é frequentemente incapaz de informar os cidadãos sobre as piores ações de nosso governo. Portanto, ficamos profundamente gratos pelas realizações do WikiLeaks, e aplaudimos a decisão do Equador de garantir asilo diplomático a seu fundador, Julian Assange – que agora vive na embaixada equatoriana em Londres.

O Equador agiu de acordo com importantes princípios dos direitos humanos internacionais. E nada poderia demonstrar quão apropriada foi sua ação quanto a ameaça do governo britânico, de violar um princípio sagrado das relações diplomáticas e invadir a embaixada para prender Assange.

Desde sua fundação, o WikiLeaks revelou documentos como o filme “Assassinato Colateral”, que mostra a matança aparentemente indiscriminada de civis de Bagdá por um helicóptero Apache, dos Estados Unidos; além de detalhes minuciosos sobre a face verdadeira das guerras contra o Iraque e Afeganistão; a conspiração entre os Estados Unidos e a ditadura do Yemen, para esconder nossa responsabilidade sobre os bombardeios no país; a pressão do governo Obama para que outras nações não processem, por tortura, oficiais da era-Bush; e muito mais.

Como era de prever, foi feroz a resposta daqueles que preferem que os norte-americanos não saibam dessas coisas. Líderes dos dois partidos chamaram Assange de “terrorista tecnológico”. E a senadora Dianne Feinstein, democrata da Califórnia que lidera o Comite do Senado sobre Inteligência, exigiu que ele fosse processado pela Lei de Espionagem. A maioria dos norte-americanos, britânicos e suecos não sabe que a Suécia não acusou formalmente Assange por nenhum crime. Ao invés disso, emitiu um mandado de prisão para interrogá-lo sobre as acusações de agressão sexual em 2010.

Todas essas acusações devem ser cuidadosamente investigadas antes que Assange vá para um país que o tire do alcance do sistema judiciário sueco. Mas são os governos britânico e sueco que atrapalham a investigação, não Assange.

Autoridades suecas sempre viajaram para outros países para fazer interrogatórios quando necessário, e o fundador do WikiLeaks deixou clara sua disposição de ser interrogado em Londres. Além disso, o governo equatoriano fez uma oferta direta à Suécia, permitindo que Assange seja interrogado dentro de sua embaixada em Londres. Estocolmo recusou as duas propostas.

Assange também comprometeu-se a viajar para a Suécia imediatamente, caso o governo sueco garanta que não irá extraditá-lo para os Estados Unidos. Autoridades suecas não mostraram interesse em explorar essa proposta, e o ministro de Relações Exteriores, Carl Bildt, declarou inequivocamente a um consultor jurídico de Assange e do WikiLeaks que a Suécia não vai oferecer essa garantia. O governo britânico também teria, de acordo com tratados internacionais, o direito de prevenir a reextradição de Assange da Suécia para os Estados Unidos, mas recusou-se igualmente a garantir que usaria esse poder. As tentativas do Equador para facilitar esse acordo entre os dois governos foram rejeitadas.

Em conjunto, as ações dos governos britânico e sueco sugerem que sua agenda real é levar Assange à Suécia. Por conta de tratados e outras considerações, ele provavelmente poderia ser mais facilmente extraditado de lá para os Estados Unidos. Assange tem todas as razões para temer esses desdobramentos. O Departamento de Justiça recentemente confirmou que continua a investigar o WikiLeaks, e os documentos do governo australiano de fevereiro passado, recém-divulgados afirmam que “a investigação dos Estados Unidos sobre a possível conduta criminal de Assange está em curso há mais de um ano”. O próprio WikiLeaks publicou emails da Stratfor, uma corporação privada de inteligência, segundo os quais um júri já ouviu uma acusação sigilosa contra Assange. E a história indica que a Suécia iria ceder a qualquer pressão dos Estados Unidos para entregar Assange. Em 2001, o governo sueco entregou à CIA dois egípcios que pediam asilo. A agência norte-americana entregou-os ao regime de Mubarak, que os torturou.

Se Assange for extraditado para os Estados Unidos, as consequência repercutirão por anos, em todo o mundo. Assange não é cidadão estadunidense, e nenhuma de suas ações aconteceu em solo norte-americano. Se Washington puder processar um jornalista nessas circunstâncias, os governos da Rússia ou da China poderão, pela mesma lógica, exigir que repórteres estrangeiros em qualquer lugar do mundo sejam extraditados por violar suas leis. Criar esse precedente deveria preocupar profundamente a todos, admiradores do WikiLeaks ou não.

Conclamamos os povos britânico e sueco a exigir que seus governos respondam algumas questões básicas. Por que as autoridades suecas recusam-se a interrogar Assange em Londres? E por que nenhum dos dois governos pode prometer que Assange não será extraditado para os Estados Unidos? Os cidadãos britânicos e suecos têm uma rara oportunidade de tomar uma posição pela liberdade de expressão, em nome de todo o mundo.

Fonte

Read More →

Fundador do WikiLeaks entrevista líder do Hezbolah

Nasrallah “Terrorista” para milhões de pessoas e “combatente pela liberdade” para outros. No primeiro programa do projeto televisivo ‘O mundo de amanhã’, Julian Assange conversa com o líder do grupo extremista libanês Hezbollah, Sayed Hassan Nasrallah, no qual se encontra em um lugar secreto no Líbano.

Sayed Nasrallah é o primeiro convidado de Julian Assange no marco de seu ciclo de entrevistas no seu excelente programa ‘O mundo de amanhã’, um de seus projetos mais esperados de 2012, no qual a mídia ocidental fez questão de “ignorar”. O primeiro episódio estreou ontem 17/04/2012, data na qual completa 500 dias de bloqueio financeiro ao WikiLeaks.

 

No marco do projeto que conta com 10 capítulos, Assange conversará com “políticos, revolucionários, intelectuais, artistas, visionários e especialistas” em buscar de analisar o futuro da comunidade mundial. Segundo os seus idealizadores já havia advertido que a primeira das doze personalidades entrevistadas pelo programa criaria muita polêmica. Este novo e excelente programa deve irá preocupar os governos das potências ocidentais tais como, por exemplo, EUA, Reino Unido, França ou Alemanha. Julian Assange é a pedra no sapato das potências, é a possibilidade que temos para saber realmente o que rola nos bastidores políticos de ditas potências, sem dúvida nenhuma muitas máscaras irão cair.

Eis a entrevista na integra:

Agradecimento: Kelven Rocha

 

Julian Assange

Julian é o homem mais falado do momento. O fundador e editor do site Wikileaks é entrevistado pelo El País e pelo New York Times, publicações que dão amplo destaque à sua mais recente revelação - desta vez, mais de 300 mil documentos secretos sobre o verdadeiro número de vítimas mortais na guerra do Iraque e o recurso a técnicas de tortura.

No sábado, Assange estava em Londres. Foi lá que deu uma conferência de imprensa e falou com os jornalistas espanhóis e norte-americanos. Hoje já estará noutro país qualquer. Como conta o Times, ele sabe que é um alvo a abater e leva muito a sério a sua segurança: está sempre em movimento, não dorme nos mesmos locais duas noites seguidas, paga todas as despesas em dinheiro, muda de aparência frequentemente e só fala através de telemóveis com sistema de encriptação (e, mesmo assim, troca de número como quem troca de camisola...).

O site tornou-se mundialmente famoso (e inimigo nº 1 do Pentágono) depois de ter revelado, em Abril deste ano, o vídeo de uma operação militar norte-americana em que vários civis desarmados são abatidos (incluindo dois jornalistas da agência Reuters). Em Julho, milhares de documentos secretos sobre a guerra do Afeganistão foram tornados públicos, embaraçando as relações entre os aliados e alguns 'países amigos', como o Paquistão. Agora revelaram-se (mais) verdades inconvenientes sobre a guerra do Iraque.

 

Fonte

Read More →