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Contágio – Um filme com ideias e verdades expostas de forma simples e reveladora!

Thriller de suspense que mostra o rápido progresso de um vírus letal. O longa foi rodado em diversos países sob a direção do vencedor do Oscar® Steven Soderbergh ("Traffic -- Ninguém Sai Limpo").

O filme reúne um elenco repleto de astros internacionais, incluindo a vencedora do Oscar® Marion Cotillard ("Piaf -- Um Hino de Amor," "A Origem"); o vencedor do Oscar® Matt Damon ("Gênio Indomável" e filmes "Bourne"); o indicado ao Oscar® Laurence Fishburne ("Tina" e "Matrix"); o indicado ao Oscar® Jude Law ("Cold Mountain" e "Sherlock Holmes"); a vencedora do Oscar® Gwyneth Paltrow ("Shakespeare Apaixonado" e "Homem de Ferro"); e a vencedora do Oscar® Kate Winslet ("O Leitor" e "Titanic").
"Contágio" segue o rápido progresso de um vírus letal, transmissível pelo ar, que mata em poucos dias. Como a epidemia se espalha rapidamente, a comunidade médica mundial inicia uma corrida para encontrar a cura e controlar o pânico que se espalha mais rápido do que o próprio vírus. Ao mesmo tempo, pessoas comuns lutam para sobreviver em uma sociedade que está desmoronando.

O outro lado de Contágio

contágio

Capa da edição Nacional E se um novo vírus viesse a assolar o Planeta dizimando milhares de pessoas ao redor do Mundo? Em quem você acreditaria?

Uma população em desespero com um vírus que se espalha pelo ar, pelo toque, por um simples respirar traz a agonia perfeita para uma salvação, eis que surge o Governo e suas vacinas, mesmo que muitas vezes os efeitos colaterais da vacina sejam mais extensos que crédito em final de filme, mas Ok, eles tem a solução e você depende deles.

Em meio a este conflito de santos e demônios surge Alan Krumwiede (Jude Law), jornalista que investiga uma possível conspiração em torno do vírus e a vacina para erradicá-lo. Em meio a isso ele é alvo do governo sendo visto como uma verdade entre muitos, colocando em risco o sucesso bilionário da indústria farmacêutica. Então o que vemos no filme nada mais é do que a dura realidade do que já acontece só que visto em escala global e arrebatadora.

Basicamente o filme mostra a podridão por trás de um problema sério que não estamos livres. Quem ganharia mais com este problema? Para onde iria o dinheiro das vacinas? Quem receberia primeiro as vacinas? Os saques de cidadãos aflitos e exclusos de suas atividades diárias por medo de transmissão do vírus, mortes, roubos e um caos total na população, enquanto um pequeno grupo fatura milhões vendendo do produto que provavelmente eles já possuíam, apenas esperavam o momento certo para ser apresentado ao povo.

O filme mostra claramente a participação do Centro de Prevenção e Controle de Doenças (CDC) e também da temida Agência Federal de Gestão de Emergências do Departamento de Segurança Interna dos EUA (FEMA).


Um filme para ser analisado com extrema atenção.

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Royal Raymond Rife – A cura de todas as doenças

Rife-Using-Microscope Conheça Royal Raymond Rife, mais um gênio esquecido e desprezado. Tal como aconteceu com Nikola Tesla, também Rife pagou caro por suas invenções….


Este brilhante cientista (1888-1971), após estudar no Johns Hopkins, desenvolveu uma tecnologia que ainda hoje é usada nos campos da ótica, eletrônica, radio-química, bioquímica, balística e aviação.
Os modernos microscópios eletrônicos matam instantaneamente tudo o que estiver sob ele, vendo apenas os restos mumificados e os detritos. O que o microscópio de Rife podia ver era a atividade de viroses viventesenquanto eles mudavam de forma para se acomodar ás mudanças no ambiente.
Rife, identificou meticulosamente a assinatura espectroscópica individual de cada micróbio. Ele então girou lentamente prismas de blocos de quartzo para focar a luz de comprimento de onda único sobre os microorganismos que estava examinando. Este comprimento de onda foi selecionado porque ressonava com a frequência da assinatura do espectroscópio do micróbio baseado no fato agora estabelecido de que cada molécula oscila em sua distinta frequência.
Os átomos que se juntam para formar uma molécula são mantidos juntos nessa configuração molecular com uma cadeia de energias covalentes que emite e absorve sua própria frequência eletromagnética específica. Nenhuma entre duas espécies de moléculas tem as mesmas oscilações eletromagnéticas ou assinatura energética. A ressonância amplifica a luz da mesma maneira que duas ondas do oceano intensificam uma a outra quando se juntam.
O resultado de usar um comprimento de onda ressonante é que os microorganismos que são invisíveis na luz branca repentinamente se tornam visíveis em um brilhante flash de luz quando são expostas à frequência de cor que ressona com a sua própria e distinta assinatura espectroscópia. Rife, viu estes organismos, invisíveis de outra forma, invadindo ativamente culturas de tecidos. A descoberta de Rife possibilitou a ele ver organismos que ninguém mais poderia ver com microscópios comuns.

Mais de 75% dos organismos que Rife podia ver com seu Microscópio Universal são visíveis somente com a luz ultravioleta. Mas a luz ultravioleta está fora do âmbito da visão humana, é invisível para nós. O gênio de Rife permitiu-lhe superar esta limitação pelo heteródino, que basicamente, é uma técnica de combinar dois sinais para obter um terceiro sinal. Ele iluminou o microscópio (geralmente um vírus ou bactéria) com dois comprimentos de ondas da mesma frequência da luz ultravioleta que ressonava com a assinatura do espectro do micróbio. Estes dois comprimentos de ondas produziam interferência onde eles se juntaram.
Esta interferência era, em efeito, uma terceira onda, mais longa que adentrou a porção visível do espectro eletromagnético. Foi assim que Rife tornou visíveis os micróbios invisíveis sem matá-los, um feito notável que os microscópios eletrônicos atuais não podem repetir.
Neste tempo, Rife estava tão à frente dos seus colegas dos anos 1930 que eles não poderiam compreender o que ele estava fazendo, sem ir ao laboratório de Rife em San Diego. Muitos fizeram exatamente isso e viram com seus próprios olhos.
Uma delas foi Virginia Livingston. Ela finalmente se mudou de New Jersey para Point Loma nos arredores de San Diego e se tornou uma frequente visitante do seu laboratório. Hoje, é frequentemente dado a Virginia Livingston o crédito por identificar o organismo que causa o câncer humano, começando pelas pesquisas que ela começou a publicar em 1948.

Descobrindo o Vírus do Câncer


Na realidade, Royal Raymond Rife tinha identificado o vírus do câncer humano primeiro ... nos anos 20! Então, fez mais de 20.000 tentativas sem sucesso para transformar células normais em células tumorais.  Finalmente conseguiu quando irradiou o vírus do câncer, o passou pelo filtro ultrafino de porcelana que retia células e injetou em animais de laboratório. Não satisfeito em provar que este vírus causava um tumor, Rife então criou 400 tumores em sucessão a partir da mesma cultura.

Documentou tudo em filme, fotografias e registros meticulosos. Deu ao vírus do câncer o nome “Cryptocides Primordiales”. Virginia, em seus papéis, o renomeou “Progenitor Cryptocides”. Royal Rife nunca foi nem mesmo mencionado em seus papéis. De fato, Rife raramente obteve o crédito por suas descobertas monumentais. Ele era um cientista quieto e modesto, dedicado a expandir suas descobertas, mais do que ambições, fama e glória.
Rife também trabalhou com cientistas e doutores renomados do seu tempo, que também confirmaram ou endossaram várias áreas do seu trabalho. Aumentando a intensidade de uma frequência que ressonava naturalmente com estes micróbios, Rife aumentou suas oscilações naturais até que distorcessem e se desintegrassem. Rife chamou esta frequência de “taxa oscilatória mortal (TOM), e não causou danos nenhum aos tecidos vizinhos.
Os instrumentos de Rife atuais usam certas frequências selecionadas e seus harmônicos para executar o trabalho. Estes princípios podem ser ilustrados pelo uso de uma intensa nota musical para quebrar uma taça de vidro: as moléculas do vidro já estão oscilando em algum harmônico (múltiplos) dessa nota musical. Nada além do vidro é destruído. Há literalmente centenas de trilhões de frequências de ressonâncias diferentes.

A Cura

Rife levou muitos anos até descobrir as frequências que destruiam especificamente herpes, pólio, meningite espinhal, tétano, influenza e um número imenso de outros organismos causadores de doenças perigosas.Criação de Rife para ressonância.
Em 1934, a Universidade da Califórnia do Sul formou um comitê especial de pesquisa médica para trazer pacientes de câncer terminal do Hospital de Pasadema County para o laboratório e clinica de Rife em San Diego para tratamento. A equipe incluia doutores e patologistas reconhecidos para examinar os pacientes – se ainda vivos – em 90 dias.

Após os 90 dias de tratamento, o comitê concluiu que 86,5% dos pacientes tinham sido completamente curados. O tratamento foi então ajustado e os restantes 13,5% também reagiram nas 4 semanas seguintes. O índice de recuperação total usando a tecnologia de Rife foi de 100%.



Em 20 de novembro, 44 das mais respeitadas autoridades médicas do país honraram Rife com um banquete anunciando “o fim de todas as doenças” sob os cuidados do Dr. Milbank Johnson em Pasadema. Mas em 1939, quase todos estes distintos doutores e cientistas negaram o encontro. O que aconteceu para fazer com que tantos homens brilhantes tivessem esse completo lapso de memória? Parece que a notícia do milagre de Rife com pacientes terminais tinha chegado a outros ouvidos.

Começam os conflitos da Associação Médica Americana

Em primeiro lugar, uma tentativa foi feita para “comprar” Rife. Morris Fishbein, que tinha adquirido todo o estoque da Associação Médica Americana em 1934, enviou um advogado/procurador a Rife com um oferta que foi recusada. Nunca soubemos os termos exatos desta oferta. Mas sabemos os termos da oferta que Fishbein fez para Harry Hoxsey para controlar o seu remédio herbal contra câncer. Os associados de Fishbein receberiam todos os lucros por nove anos e Hoxsey não receberia nada. Depois, se eles estivessem contentes com o desempenho do produto, Hoxsey passaria a receber 10% dos lucros. Hoxsey decidiu continuar o negócio sozinho.
Quando Hoxsey recusou a proposta de Fishbein, este valeu-se das suas conexões políticas imensamente poderosas para prender Hoxsey 125 vezes em 16 meses. As acusações (baseadas em prática sem licença) foram sempre removidas no tribunal, mas o tormento levou Hoxsey à loucura.
Mas Fishbein deve ter concluído que a sua estratégia não funcionaria com Rife. Primeiro, Rife não poderia ser preso por prática sem licença como Hoxsey. Um acusação falsa significaria que as testemunhas de defesa de Rife seriam apresentadas por proeminentes autoridades médicas que trabalhavam com ele. E a defesa teria a oportunidade de apresentar evidência como o estudo médico de 1934 feito com o comitê americano.

A última coisa no mundo que a indústria farmacêutica queria era uma audiência pública sobre a terapia sem dor que curou 100% dos pacientes terminais de câncer e não custa nada além de um pouco de eletricidade.


A conspiração contra Rife

E finalmente, Rife tinha gasto décadas acumulando meticulosa evidência de seu trabalho, incluindo filmes e fotografias de imagens congeladas.  O primeiro incidente foi o gradual roubo de componentes, fotografias, filmes e registros escritos do laboratório de Rife. O ladrão nunca foi pego. Então, enquanto Rife se esforçava para reproduzir seus dados perdidos , alguém vandalizou seus preciosos microscópios de vírus. Peças do seu microscópio de 5682 partes foram roubadas.
Antes, um incêndio provocado tinha destruído o laboratório de Burnett de vários milhões de dólares, justamente quando cientistas estavam se preparando para anunciar a confirmação do trabalho de Rife. Mas o pior aconteceu mais tarde, quando a polícia confiscou ilegalmente o restante dos 50 anos de pesquisas de Rife.
Os jornais médicos, patrocinados quase que inteiramente pelos anúncios das empresas de drogas e controlados pela AMA, recusaram publicar qualquer artigo de qualquer um envolvido com a terapia de Rife. Portanto, uma geração inteira de estudantes de medicina se formaram e começaram a trabalhar sem nunca terem ouvido falar dele.
A conclusão inevitável alcançada por Rife foi que o trabalho feito durante toda a vida e as suas descobertas não só tinham sido ignoradas, mas provavelmente seriam enterradas com ele. Naquele ponto, ele parou de produzir e gastou o último terço da sua vida se afogando no alcoolismo.

Observações: atualmente, existem vários aparelhos que tentam repetir os êxitos conseguidos por Rife. Mas, como o seu trabalho foi roubado e destruído, ninguém sabe as reais especificações dos aparelhos nem as frequências exatas que ele usava para eliminar vírus, bactérias, etc.
Portanto, aconselho o máximo de cuidado a quem queira estudar este assunto, evitando assim efeitos indejesáveis.


Fonte

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Coca-Cola vendida no Brasil tem maior concentração de substância potencialmente cancerígena

A Coca-Cola comercializada no Brasil contém a maior concentração do 4-metil-imidazol (4-MI), subproduto presente no corante Caramelo IV, classificado como possivelmente cancerígena. A análise foi realizada no Centro de Pesquisa CSPI (Center for Science in the Public Interest), de Washington D.C. Eles testaram a quantidade da substância nas latas de Coca-Cola também vendidas no Canadá, Emirados Árabe, México, Reino Unido e nos Estados Unidos. As informações sobre o estudo foram divulgadas pelo Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor).

A pesquisa que apontou os riscos do Caramelo IV à saúde das pessoas foi feito pelo Programa Nacional de Toxicologia do Governo dos Estados Unidos e fez com que a Iarc (Agência Internacional para Pesquisa em Câncer), da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluísse o 4-MI na lista de substâncias possivelmente cancerígenas.

Concentrações

De acordo com o Centro de Pesquisa CSPI, o refrigerante vendido no Brasil contém 263 mcg (microgramas) do corante cancerígeno em 350 ml, cerca de 267mcg/355ml. Essa concentração é muito maior em comparação com a Coca-Cola vendida no Quênia, que ficou na segunda posição, com 170 cmg/355ml.

 

A Coca-Cola do Brasil fornece nove vezes mais o limite diário de 4-MI estabelecido pelo governo da Califórnia, que estipulou a quantidade máxima de 39 ml do refrigerante por dia e nenhum outro produto que possui o corante Caramelo IV em sua composição.

Como nos últimos 30 anos o consumo de refrigerante quintuplicou no Brasil, o Idec ressalta que, independentemente da presença do corante, todas as bebidas que contêm açúcar devem ser evitadas, pois se consumidas em excesso podem aumentar o risco de diabetes, obesidade e doenças associadas aos cânceres de esôfago, rins, pâncreas, endométrio, vesícula biliar, cólon e reto.

Mudanças

Nos Estados Unidos, após diversas petições de entidades de defesa do consumidor, o Estado da Califórnia reconheceu a periculosidade do aditivo. Diante disso, empresas como a Coca-Cola e a Pepsi dos Estados Unidos divulgaram que realizarão mudanças em suas fórmulas, de acordo com o instituto.

Por ser um ingrediente que desempenha uma função puramente estética, o Idec questionou às empresas brasileiras se elas possuíam outras alternativas ao Caramelo IV. Foi indagada, ainda, a quantidade de 2-metilimidazol e 4-metilimidazol presente em seus produtos.

À Anvisa, o Idec questionou a base científica para permissão do uso do Caramelo IV no Brasil (estudos que garantem a segurança do aditivo), e se a agência monitora as quantidades de Caramelo IV e 2-metilimidazol e 4-metilimidazol presentes nos produtos alimentícios brasileiros. O Idec exigiu que a agência adotasse providências imediatas, tendo em vista a proteção à saúde do consumidor.

As empresas e a Anvisa terão o prazo de 10 dias para responder aos questionamentos do Idec.

Outro lado

No fim da tarde desta segunda-feira, a Coca-Cola enviou comunicado em que afirma que quantidade da substância 4-metil-imidazol (4-MI) presente no corante caramelo utilizado nos produtos é "absolutamente segura" e segue os padrões aprovados pela Anvisa.

"Coca-Cola não vai alterar sua fórmula mundialmente conhecida. Mudanças no processo de fabricação de qualquer um dos ingredientes, como o corante caramelo, não tem potencial para modificar a cor ou o sabor da bebida. Ao longo dos anos já implementamos outras mudanças no processo de fabricação de ingredientes, no entanto, sem alterar nossa fórmula secreta", afirma a empresa.

"Continuamos a nos orientar por evidências científicas sólidas para garantir que nossos produtos sejam seguros. Coca-Cola Brasil produz bebidas rigorosamente dentro das normas e observando as regras sobre quantidades e ingredientes recomendadas. O elevado padrão de qualidade e segurança dos nossos produtos permanece sendo nossa mais alta prioridade."

QUANTIDADE DE 4-METIL-IMIDAZOL (4-MI) NA COCA-COLA EM NOVE PAÍSES

País 4-MI em microgramas (mcg) em cada 355 ml
Brasil 267
Canadá 160
China 56
Japão 72
Quênia 177
México 147
Emirados Árabes Unidos 155
Reino Unido 145
Estados Unidos (Washington DC) 144
Estados Unidos (Califórnia) 4

Fonte
Agradecimento: Marília Canova
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Níveis de autismo caíram dramaticamente depois que o mercúrio foi removido das vacinas infantis

Um novo estudo mostra a relação direta entre o mercúrio nas vacinas das crianças e autismo, contradizendo afirmações do governo de que não há relação comprovada entre os dois.

Publicadas na Revista dos Cirurgiões e Médicos Americanos, as informações mostram que desde que o mercúrio foi removido das vacinas infantis, o aumento em taxas registradas de autismo e outras desordens neurológicas nas crianças não só parou, mas realmente caiu drasticamente — até 35por cento.

Utilizando os próprios bancos de dados do governo, os pesquisadores independentes analisaram casos registrados de desordens neurológicas em crianças, inclusive autismo, antes e depois da remoção dos conservantes à base de mercúrio.

De acordo com uma declaração da Associação dos Cirurgiões e Médicos Americanos (ACMA), os números da Califórnia mostram que os índices registrados de casos de autismo foram elevados, com 800 crianças afetadas em maio de 2003. Se essa tendência tivesse continuado, os casos registrados teriam subido para mais de 1.000 no começo de 2006. Mas o número realmente caiu para620, uma diminuição real de 22 por cento, e uma diminuição da projeção de 35 por cento.

A ACMA declarou: “Essa análise contradiz diretamente as recomendações de 2004 do Instituto de Medicina, que examinou as informações acerca da segurança das vacinas do Programa Nacional de Imunização dos Centros de Controle de Doenças. Embora sem disposição de excluir ou corroborar uma relação entre mercúrio e autismo, o Instituto de Medicina fez pouco caso de suas descobertas e decidiu que não havia mais necessidade de estudos”.

A medida em que mais e mais vacinas foram adicionadas ao plano obrigatório de vacinas para crianças, a dose do conservante tiomersal à base de mercúrio aumentou, de modo que a dose cumulativa injetada em bebês superou o limite tóxico determinado por muitas agências do governo, explicou o Instituto de Medicina.

Até cerca de 1989, as crianças da pré-escola recebiam só três vacinas — pólio, DPT (difteria, coqueluche, tétano) e MMR (sarampo, caxumba, rubéola). Em 1999, os Centros de Controle de Doenças recomendaram que um total de 22 vacinas fossem aplicadas antes que as crianças chegassem ao primeiro grau do ensino fundamental, inclusive Hepatite B, que é dada a recém-nascidos dentro das primeiras 24 horas depois do nascimento. Muitas dessas vacinas continham mercúrio. Na década de 1990, aproximadamente 40 milhões de crianças receberam aplicações de injeções de vacinas contendo mercúrio.

O índice de autismo subiu assustadoramente entre 1989 e 2003. Atualmente, há mais de meio milhão de crianças nos EUA que têm autismo.

Em 1999, sob recomendação da Acadêmia Americana de Pediatria e do Serviço Público de Saúde dos EUA, o tiomersal foi removido da maioria das vacinas infantis como medida de “precaução”. Não houve confissão alguma de ligação causal entre tiomersal e autismo.

Os autores do novo relatório, o Dr. David A. Geier e o Dr. Mark R. Geier, crêem que os consumidores deveriam ainda se preocupar com o mercúrio, que é ainda adicionado a algumas das vacinas mais comumente usadas, tais como as vacinas contra a gripe.

O relatório declara: “Apesar de sua remoção de muitas das vacinas infantis, o tiomersal é ainda rotineiramente adicionado a algumas fórmulas de vacinas contra gripe administradas nos bebês americanos, bem como várias outras vacinas (tais como tétano-difteria e tétano monovalente) administradas para crianças mais velhas e adultos. Em 2004, o Instituto de Medicina da Acadêmia Nacional de Ciências dos EUA voltou atrás da meta declarada feita em 1999 pela Associação dos Cirurgiões e Médicos Americanos e pelo Serviço Público de Saúde de remover o tiomersal das vacinas americanas tão logo quanto possível… Como resultado, é um assunto de muita importância avaliar a segurança das vacinas que contêm tiomersal”.


Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br

Para mais informações sobre vacinas infantis, clique aqui.

DVD em inglês vacinas infantis:

“Vaccines: The Risks, The Benefits, The Choices” DVD

Artigos importantes em inglês sobre vacinas infantis:

Feds won’t warn parents about vaccine

Newborn vaccinated over parents’ objections

Vaccines fueling autism epidemic?

Parents fight hospital over care of preemie

Vaccine linked to autism?

Fonte: http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=49094

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Instrução do Pentágono para a remoção do "gene de Deus"

Vídeo gravado dentro do Pentágono que demostra o objetivo do governo no desenvolvimento de uma "vacina" para a religião. Joey Lambardi recebeu este vídeo enquanto estava na unidade "Câmera de Combate" no exército:

 

Agradecimento: Laerte Spagnol

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Vacina contra Gripe – ABORTOS em massa e convulsões em crianças

A Dra. Sherri Tenpenny revela dados que mostram que mais de 3500 mulheres grávidas foram vítimas de aborto espontâneo dias após serem inoculadas com a vacina contra a gripe, em 2009. Crianças de até 5 anos têm sofrido convulsões após serem vacinadas, e muitos outros efeitos colaterais têm sido reportados.

Assista à entrevista concedida pela Dra. Tenpenny a Infowars

Dra. Sherri Tenpenny é diretora e fundadora da clínica OsteoMed II, localizada em Strongsville, Ohio, desde de 1996. Esta clínica oferece tratamento alternativo, tradicional e preventivo. Ela também é presidente dos Seminários de Consciência da Nova Medicina, LLC.

Dra. Tenpenny é uma renomada perita internacional em medicina alternativa.

Ela tem feito palestras internacionais sobre temas de saúde em várias conferências, convenções e universidade. Seu DVD, “Gripe e Vacinas contra a Gripe: o que está entrando por aquela agulha”, aborda os problemas associados com as vacinas anuais contra gripe.

Fonte

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Royal Raymond Rife: A cura de todas as doenças

Conheça Royal Raymond Rife, mais um gênio esquecido e desprezado. Tal como aconteceu com Nikola Tesla , também Rife pagou caro por suas invenções.

Este brilhante cientista (1888-1971), após estudar no Johns Hopkins, desenvolveu uma tecnologia que ainda hoje é usada nos campos da ótica, eletrônica, radio-química, bioquímica, balística e aviação.

Os modernos microscópios eletrônicos matam instantaneamente tudo o que estiver sob ele, vendo apenas os restos mumificados e os detritos. O que o microscópio de Rife podia ver era a atividade de viroses viventes enquanto eles mudavam de forma para se acomodar ás mudanças no ambiente.
Rife, identificou meticulosamente a assinatura espectroscópica individual de cada micróbio. Ele então girou lentamente prismas de blocos de quartzo para focar a luz de comprimento de onda único sobre os microorganismos que estava examinando. Este comprimento de onda foi selecionado porque ressonava com a frequência da assinatura do espectroscópio do micróbio baseado no fato agora estabelecido de que cada molécula oscila em sua distinta frequência.
Os átomos que se juntam para formar uma molécula são mantidos juntos nessa configuração molecular com uma cadeia de energias covalentes que emite e absorve sua própria frequência eletromagnética específica. Nenhuma entre duas espécies de moléculas tem as mesmas oscilações eletromagnéticas ou assinatura energética. A ressonância amplifica a luz da mesma maneira que duas ondas do oceano intensificam uma a outra quando se juntam.
O resultado de usar um comprimento de onda ressonante é que os microorganismos que são invisíveis na luz branca repentinamente se tornam visíveis em um brilhante flash de luz quando são expostas à frequência de cor que ressona com a sua própria e distinta assinatura espectroscópia. Rife, viu estes organismos, invisíveis de outra forma, invadindo ativamente culturas de tecidos. A descoberta de Rife possibilitou a ele ver organismos que ninguém mais poderia ver com microscópios comuns.

Mais de 75% dos organismos que Rife podia ver com seu Microscópio Universal são visíveis somente com a luz ultravioleta. Mas a luz ultravioleta está fora do âmbito da visão humana, é invisível para nós. O gênio de Rife permitiu-lhe superar esta limitação pelo heteródino, que basicamente, é uma técnica de combinar dois sinais para obter um terceiro sinal. Ele iluminou o microscópio (geralmente um vírus ou bactéria) com dois comprimentos de ondas da mesma frequência da luz ultravioleta que ressonava com a assinatura do espectro do micróbio. Estes dois comprimentos de ondas produziam interferência onde eles se juntaram.
Esta interferência era, em efeito, uma terceira onda, mais longa que adentrou a porção visível do espectro eletromagnético. Foi assim que Rife tornou visíveis os micróbios invisíveis sem matá-los, um feito notável que os microscópios eletrônicos atuais não podem repetir.
Neste tempo, Rife estava tão à frente dos seus colegas dos anos 1930 que eles não poderiam compreender o que ele estava fazendo, sem ir ao laboratório de Rife em San Diego. Muitos fizeram exatamente isso e viram com seus próprios olhos.
Uma delas foi Virginia Livingston. Ela finalmente se mudou de New Jersey para Point Loma nos arredores de San Diego e se tornou uma frequente visitante do seu laboratório. Hoje, é frequentemente dado a Virginia Livingston o crédito por identificar o organismo que causa o câncer humano, começando pelas pesquisas que ela começou a publicar em 1948.
Na realidade, Royal Raymond Rife tinha identificado o vírus do câncer humano primeiro ... nos anos 20! Então, fez mais de 20.000 tentativas sem sucesso para transformar células normais em células tumorais.  Finalmente conseguiu quando irradiou o vírus do câncer, o passou pelo filtro ultrafino de porcelana que retia células e injetou em animais de laboratório. Não satisfeito em provar que este vírus causava um tumor, Rife então criou 400 tumores em sucessão a partir da mesma cultura.

Documentou tudo em filme, fotografias e registros meticulosos. Deu ao vírus do câncer o nome “Cryptocides Primordiales”. Virginia, em seus papéis, o renomeou “Progenitor Cryptocides”. Royal Rife nunca foi nem mesmo mencionado em seus papéis. De fato, Rife raramente obteve o crédito por suas descobertas monumentais. Ele era um cientista quieto e modesto, dedicado a expandir suas descobertas, mais do que ambições, fama e glória.
Rife também trabalhou com cientistas e doutores renomados do seu tempo, que também confirmaram ou endossaram várias áreas do seu trabalho. Aumentando a intensidade de uma frequência que ressonava naturalmente com estes micróbios, Rife aumentou suas oscilações naturais até que distorcessem e se desintegrassem. Rife chamou esta frequência de “taxa oscilatória mortal (TOM), e não causou danos nenhum aos tecidos vizinhos.
Os instrumentos de Rife atuais usam certas frequências selecionadas e seus harmônicos para executar o trabalho. Estes princípios podem ser ilustrados pelo uso de uma intensa nota musical para quebrar uma taça de vidro: as moléculas do vidro já estão oscilando em algum harmônico (múltiplos) dessa nota musical. Nada além do vidro é destruído. Há literalmente centenas de trilhões de frequências de ressonâncias diferentes.

 rrr02 Rife levou muitos anos até descobrir as frequências que destruiam especificamente herpes, pólio, meningite espinhal, tétano, influenza e um número imenso de outros organismos causadores de doenças perigosas.
Em 1934, a Universidade da Califórnia do Sul formou um comitê especial de pesquisa médica para trazer pacientes de câncer terminal do Hospital de Pasadema County para o laboratório e clinica de Rife em San Diego para tratamento. A equipe incluia doutores e patologistas reconhecidos para examinar os pacientes – se ainda vivos – em 90 dias.
Após os 90 dias de tratamento, o comitê concluiu que 86,5% dos pacientes tinham sido completamente curados. O tratamento foi então ajustado e os restantes 13,5% também reagiram nas 4 semanas seguintes. O índice de recuperação total usando a tecnologia de Rife foi de 100%.
Em 20 de novembro, 44 das mais respeitadas autoridades médicas do país honraram Rife com um banquete anunciando “o fim de todas as doenças” sob os cuidados do Dr. Milbank Johnson em Pasadema. Mas em 1939, quase todos estes distintos doutores e cientistas negaram o encontro. O que aconteceu para fazer com que tantos homens brilhantes tivessem esse completo lapso de memória? Parece que a notícia do milagre de Rife com pacientes terminais tinha chegado a outros ouvidos.

Em primeiro lugar, uma tentativa foi feita para “comprar” Rife. Morris Fishbein, que tinha adquirido todo o estoque da Associação Médica Americana em 1934, enviou um advogado/procurador a Rife com um oferta que foi recusada. Nunca soubemos os termos exatos desta oferta. Mas sabemos os termos da oferta que Fishbein fez para Harry Hoxsey para controlar o seu remédio herbal contra câncer. Os associados de Fishbein receberiam todos os lucros por nove anos e Hoxsey não receberia nada. Depois, se eles estivessem contentes com o desempenho do produto, Hoxsey passaria a receber 10% dos lucros. Hoxsey decidiu continuar o negócio sozinho.
Quando Hoxsey recusou a proposta de Fishbein, este valeu-se das suas conexões políticas imensamente poderosas para prender Hoxsey 125 vezes em 16 meses. As acusações (baseadas em prática sem licença) foram sempre removidas no tribunal, mas o tormento levou Hoxsey à loucura.
Mas Fishbein deve ter concluído que a sua estratégia não funcionaria com Rife. Primeiro, Rife não poderia ser preso por prática sem licença como Hoxsey. Um acusação falsa significaria que as testemunhas de defesa de Rife seriam apresentadas por proeminentes autoridades médicas que trabalhavam com ele. E a defesa teria a oportunidade de apresentar evidência como o estudo médico de 1934 feito com o comitê americano.
A última coisa no mundo que a indústria farmacêutica queria era uma audiência pública sobre a terapia sem dor que curou 100% dos pacientes terminais de câncer e não custa nada além de um pouco de eletricidade. 
E finalmente, Rife tinha gasto décadas acumulando meticulosa evidência de seu trabalho, incluindo filmes e fotografias de imagens congeladas.  O primeiro incidente foi o gradual roubo de componentes, fotografias, filmes e registros escritos do laboratório de Rife. O ladrão nunca foi pego. Então, enquanto Rife se esforçava para reproduzir seus dados perdidos , alguém vandalizou seus preciosos microscópios de vírus. Peças do seu microscópio de 5682 partes foram roubadas.
Antes, um incêndio provocado tinha destruído o laboratório de Burnett de vários milhões de dólares, justamente quando cientistas estavam se preparando para anunciar a confirmação do trabalho de Rife. Mas o pior aconteceu mais tarde, quando a polícia confiscou ilegalmente o restante dos 50 anos de pesquisas de Rife.
Os jornais médicos, patrocinados quase que inteiramente pelos anúncios das empresas de drogas e controlados pela AMA, recusaram publicar qualquer artigo de qualquer um envolvido com a terapia de Rife. Portanto, uma geração inteira de estudantes de medicina se formaram e começaram a trabalhar sem nunca terem ouvido falar dele.
A conclusão inevitável alcançada por Rife foi que o trabalho feito durante toda a vida e as suas descobertas não só tinham sido ignoradas, mas provavelmente seriam enterradas com ele. Naquele ponto, ele parou de produzir e gastou o último terço da sua vida se afogando no alcoolismo.
Observações: atualmente, existem vários aparelhos que tentam repetir os êxitos conseguidos por Rife. Mas, como o seu trabalho foi roubado e destruído, ninguém sabe as reais especificações dos aparelhos nem as frequências exatas que ele usava para eliminar vírus, bactérias, etc.
Portanto, aconselho o máximo de cuidado a quem queira estudar este assunto, evitando assim efeitos indejesáveis.

Fonte
Agradecimento: Carlos Krüger

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