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Cenário novo desastre .... tempestade solar potente irá paralisar a Terra em 2013 adverte NASA.

Tendo sobrevivido ao fim do mundo vem um cenário novo desastre para perturbar a paz do mundo. Como revelado pelo secretário de Defesa, Liam Fox, Grã-Bretanha, citando elementos da NASA, em 2013, é uma tempestade solar tão poderoso que poderia "paralisar" o planeta Terra. Nos últimos anos, a atividade solar está em declínio, mas o ano novo vai começar um novo ciclo de atividade que prevalecera intensas erupções solares, arremessado em quantidades gigantescas no espaço partículas carregadas e radiação eletromagnética. Estes "tempestades solares" chamada será atingida com a Terra ferocidade sem precedentes de acordo com os cientistas,  note que é a tempestade mais intensa solar que tem visto o nosso planeta ao longo dos últimos 145 anos.
O resultado seria a adiar todos os satélites de comunicações em órbita ao redor do planeta e "largar" a rede de energia global. Em palavras simples, o planeta vai sofrer um apagão de telecomunicações e de energia por várias horas, enquanto que as conseqüências serão visíveis por muitos dias ou até meses após o evento. Problemas graves também existem no ar, em hospitais e em sistemas bancários.
Como explicou a NASA, uma poderosa tempestade solar tem força comparável a 100 bombas de hidrogênio e libera energia 1 milhão de vezes maior do que um terremoto de 9-10 graus na escala Richter

Fonte: http://www.eglimatikotita.gr/2012/12/2013-nasa.html
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Alinhamento galáctico já provoca mudanças climáticas pelo mundo

Exatamente às 09h11 desta sexta-feira, um extraordinário fenômeno natural fará o Sol e a Terra se alinharem com o centro da Galáxia, marcando o início de um período de mudanças em todo o planeta. Em diversas regiões do hemisfério norte haverá fortes nevascas enquanto o Sol escaldante tomará conta do hemisfério Austral.
O alinhamento será praticamente imperceptível aos olhos humanos, mas com um relógio será possível verificar que será o dia mais longo de todo o ano. Em algumas cidades, como São Paulo, o Sol estará acima do horizonte por nada menos que 13 horas e 35 minutos seguidos e em muitas localidades brasileiras teremos muito calor acompanhado de intensos temporais.

O alinhamento dessa sexta-feira será provocado por dois fatores astronômicos e naturais que o Homem, em sua insignificância, não tem condições de controlar: a translação da Terra ao redor do Sol e a inclinação do eixo terrestre.

Esta é a segunda vez que o alinhamento celeste ocorre este ano, mas a primeira vez todos os efeitos pareciam invertidos e as nevascas tomaram conta da muitas cidades do hemisfério Sul. No hemisfério norte o calor foi insuportável.


Consequências
Após o alinhamento, os dias serão mais longos e as noites mais curtas que o habitual. No Brasil, o alinhamento celeste-galáctico provocará também muitas chuvas, além de maior número de frentes frias. Por isso, teremos muitos alagamentos e deslizamentos de terra.

Em muitas cidades do mundo os governos decretarão o chamado "Horário de Verão”, necessário para diminuir o consumo de energia elétrica. Milhões de relógios serão adiantados em 1 hora.

Os efeitos do alinhamento só terminarão às 08h02 de 21 de março de 2013, quando finalmente o Equinócio de Outono chegará para aliviar os fenômenos do alinhamento. Até lá, uma dica: use muito filtro solar e curta bastante esse verão!

Fonte:

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Cientistas Afirmam: Fim do mundo já começou, mas a agonia será lenta

Guerra nuclear, pandemia viral, mudança climática: a suposta profecia maia do fim do mundo não será cumprida, mas o Apocalipse já começou e agonia será lenta, alertam os cientistas. "A ideia de que o mundo acabará subitamente, por uma causa qualquer, é absurda", declarou David Morrison, cientista da Nasa e especialista da vida no espaço.

"A Terra existe há mais de quatro bilhões de anos e passarão muitos anos antes do Sol tornar nosso planeta inabitável", insistiu o cientista, que criticou as "ridículas" versões que preveem o fim do mundo neste 21 de dezembro de 2012, injustamente atribuído ao calendário maia.
Em quase cinco bilhões de anos, o Sol se transformará em "gigante vermelho", mas o calor crescente terá, muito antes, provocado a evaporação dos oceanos e o desaparecimento da atmosfera terrestre. O astro solar resfriará depois, até a extinção, mas isto não nos dirá respeito, explica.
"Até lá, não existe nenhuma ameaça astrônomica ou geológica conhecida que poderia destruir a Terra", afirma David Morrison. A ameaça poderia vir do céu, como demonstram algumas produções de Hollywood que descrevem gigantescos asteróides em choque com a Terra?.
Uma catástrofe similar, que implica um astro de 10 a 15 km de diâmetro, caiu sobre a atual península mexicana de Yucatán, causando provavelmente a extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos. Os astrônomos da Nasa afirmam que não é provável que aconteça uma catástrofe similar, em um futuro previsível.
"Estabelecemos que não há asteroides tão grandes perto de nosso planeta como o que terminou com os dinossauros", disse o cientista, acalmando os temores de alguns sobre um fim do mundo em breve. Além disso, se um asteroide provocou a extinção dos dinossauros e de muitas espécies, não erradicou toda a vida na Terra. A espécie humana teria a oportunidade de sobreviver, destaca.
Sobreviver a uma pandemia mundial é mais complicado
Sobreviver a uma pandemia mundial de um vírus mutante, do tipo gripe aviária H5N1, poderia ser mais complicado, mas "não provocaria o fim da humanidade", explica Jean-Claude Manuguerra, especialista em virologia do Instituto Pasteur de Paris.
"A diversidade de sistemas imunológicos é tão importante que há pelo menos 1% da população que resiste naturalmente a uma infecção", afirmou o especialista da revista francesa Sciences & Vie, que consagrou um número especial ao fim do mundo.
Apesar da tese de uma guerra nuclear ter perdido força desde o fim da Guerra Fria, não desapareceu completamente. O número de vítimas dependeria de sua magnitude, mas inclusive um conflito regional - como entre Paquistão e Índia - bastaria para causar um "inverno nuclear" com efeitos em todo o planeta, como uma queda das temperaturas que impossibilitaria a agricultura.
Mas os cientistas demonstram inquietação com a mudança climática a alertam que o aquecimento do planeta é o que mais se parece com o temido fim do mundo.
E desta vez não são simples temores e hipóteses. Secas, tempestades e outras catástrofes naturais se tornariam mais frequentes e intensas com o aumento das temperaturas mundiais, que poderiam registrar alta de +2°C, +4°C e até +5,4°C até 2100. Isto equivaleria a um suicídio coletivo da espécie humana, advertem os cientistas, que intensificam os pedidos para conter o devastador aquecimento do planeta.
Fonte:
 
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Especialista em cultura Maia explica o que esta civilização escreveu para o ano de 2012


Há quinze anos atrás, Fernando Malkun, barranquillero ( natural de Barranquilla, uma cidade da Colômbia) de origem libanesa, deixou a arquitetura que tinha estudado na Universidade de los Andes, e a qual havia se dedicado por quase uma década, para responder às perguntas que se atravessaram em sua vida. Durante esse tempo, ele se encontrou com a cultura Maia e dedicou-se completamente ao seu estudo. Hoje é um especialista no tema, com reconhecimento internacional e continua
viajando pelo mundo explicando a mensagem que esta civilização deixou para os seres humanos.

. Os maias disseram que o mundo iria acabar em 2012?

- Estão gerando um pânico coletivo absurdo aduzindo que eles tinham anunciado que o mundo iria acabar em dezembro de 2012. Não é verdade, OS Maias nunca usaram a palavra fim. Anunciaram um momento de mudança, de grande aumento de energia do planeta, o que causaria“eventos de destino”, isto é, definitivos, nas pessoas. O problema é que o nível de consciência da maioria das pessoas atinge apenas o fim do mundo e não a transformação de consciência.

. Quando isso vai acontecer?

- Não vai acontecer, está acontecendo. As pessoas não estão juntando todas as peças do quebra-cabeças para perceber isso. Acreditam apenas que estes eventos atuais são causados por um conjunto de “coincidências” evolutivas. Mas estamos em uma onda de mudanças como nunca antes.

. O que se percebe, segundo o que é dito pelos Maias?

- A profecia anunciou que o planeta aumentaria a sua freqüência vibracional, o que é um fato: esta freqüência, que se mede com a ressonância Schumann, passou de 8 a 13 ciclos. Todos os planetas do sistema solar estão mudando. De 1992 até hoje, os pólos de Marte desapareceram 60 por cento e Vênus tem quase o dobro de luminescência. Passamos 300 anos registrando o Sol e as tempestades solares maiores têm ocorrido nos últimos seis meses. Houve um aumento de terremotos de 425 por cento. Tudo está acelerado dos pontos de vista geofísico e solar. Nosso cérebro, que irradia suas próprias ondas, é afetado por essa maior irradiação do sol. Essa carga eletromagnética é o motivo por que sentimos o tempo mais rápido. Não é o tempo físico, mas o tempo de percepção emocional.

. Fale sobre 1992. Por que este ano? O que aconteceu ?

- A essência das profecias maias é comunicar a existência de um ciclo de 26.000 anos, chamado “o grande ciclo cósmico”. Tudo, estações, meses, dias se ajustam a esse ciclo. Há 13 mil anos atrás, o sol –assim como agora- irradiou mais energia no planeta e derreteu a camada de gelo . Essa camada desaguou no mar, elevou o seu nível em 120 metros e ocorreu o chamado “Dilúvio Universal “. Os Maias disseram que quando o sistema solar estiver novamente a 180 graus de onde estava a 13.000 anos atrás, a Estrela do Norte brilha sobre o pólo, a constelação de Aquário aparece no horizonte e o trânsito décimo terceiro de Vênus se der – o que vai acontecer em 6 de junho de 2012 – o centro da galáxia pulsará e haverá manifestações de fogo, água,terra, ar. Eles falam, especificamente, de dois períodos de vinte anos , de 1992 a 2012 e 2012-2032 – de intensas mudanças.

. Por que anunciavam isso?

- A proximidade da morte faz com que as pessoas repensem suas vidas,
examinem e corrijam a direção que tomam. Isso é algo que ocorre somente se algo se aproxima de você, ou você passa diretamente, te impacta tremendamente. Isto é o que tem acontecido com os tsunamis,os terremotos, as catástrofes naturais de que vivemos, os conflitos sociais, econômicos, etc.

. Então, eles falam de morte?

- Eles falam de mudança, de um despertar da consciência.Tudo o que está errado com o planeta está se potencializando com o objetivo de que a mente humana se dedique a resolvê-lo.Há uma crise de consciência individual. As pessoas estão vivendo “eventos de destino”, seja em seus relacionamentos, seus recursos, em sua saúde. É um processo de mudança que se baseia principalmente no desdobramento invisível, e está afetando em especial à mulher.

. Por que as mulheres?

- A mulher é quem terá o poder de criar a nova era, devido à sua maior sensibilidade. De acordo com as profecias - não só as maias, mas muitas-, a era que se aproxima é de harmonia e espiritualidade. As coisas que estão mal vão se resolver no período que os Maias chamaram de “tempo do não tempo”, que será de 2012-2032.. Desde 1992, o percentual de mulheres que vêem a aura (seres curadores) do planeta tem aumentado. Hoje, é de 8,6 por cento. Imagine que em 2014 seja de 10 por cento. Isso significaria o início de um período mais transparente. Essa seria a direção da mudança não violenta.

. Mas o que se vê hoje é um aumento na agressividade ….

- As duas polaridades são intensificadas. Estão abertos os dois caminhos, o negativo, escuro, destruição, de confronto do homem com o homem; e o de crescimento da consciência. Existem várias vozes que estão levando os seres humanos a pensar sobre isso. Desde 1992, as informações proibidas dos agnósticos, dos maçons, dos Illuminati, estão abertas para que se utilize no processo de mudança de si mesmo.. A religião esta acabando e a religiosidade é que irá permanecer.

. Tudo isso , os Maias deixaram de escrito, assim específico?

- Não a esse ponto. Eles disseram que o sol iria mudar as condições do planeta e criar “eventos de destino “. O sol bateu todos os recordes este ano. Os Terremotos aumentaram 425 por cento. A mudança de temperatura é muito intensa: de 92 para cá aumentou quase um grau, o mesmo que subiu nos últimos 100 anos anteriores. Antes, havia 600 ou 700 tormentas elétricas simultâneas, hoje há duas mil. Antes se Registravam 80 raios por segundo, agora caem entre 180 e 220.

. Como eles sabiam que isso ia acontecer?

- Eles tinham uma tecnologia extraordinária. Em suas pirâmides havia altares de onde eles estudaram o movimento do sol no horizonte. Produziam gráficos com os quais sabiam quando haveria as manchas solares, quando aconteceriam tempestades elétricas. Foi um conhecimento que receberam dos egípcios, que, por sua vez, o receberam dos sacerdotes sobreviventes da Atlântida, civilização destruída 13.000 anos atrás. Os Maias aperfeiçoaram os conhecimentos e foram os criadores dos calendários mais precisos. Um deles, chamado“Conta larga” termina em 21 de dezembro de 2012, e marca o ponto do centro exato do período de 26.000 anos. Eles sabiam que essas mudanças estavam vindo e o que eles fizeram foi dar essa informação para o homem de 2012.

. Será que estas mudanças só foram levantadas por eles?

- Todas as profecias falam da mesma coisa. Os hindus, por exemplo, anunciam o momento de mudança e falam sobre a chegada de um ser extraordinário qual o mundo ocidental cristão apregoa. Os Maias nunca falaram de um ser extraordinário que viria para nos salvar, mas falaram de crescer em consciência e assumir a responsabilidade, cada ser na sua individualidade.

. E as pessoas que não acreditam nisso?

- Acreditando ou não, vão senti-lo no seu interior. A mudança que estamos vivenciando não é algo de se acreditar ou não. Neste momento,a maioria está vivendo um tempo de avaliação de sua vida. Por que estou aqui, o que está acontecendo, para onde eu quero ir? Basta olhar o crescimento da busca de espiritualidade, não de religiosidade, porque a religião não está dando mais respostas às pessoas.

. A sua vida pessoal mudou?

- Há quinze anos atrás, eu era tremendamente materialista. Minha conduta é muito diferente hoje. Eu me perguntei por que estava aqui, para quê, e por razões especiais acabei metido no mundo Maia. E posso afirmar que não se tratam de crenças falsas para substituir crenças falsas. Tirei muitas histórias da minha mente, mas eu ainda estou no terceiro nível de consciência, que é dominante no planeta.

. Quem está mais em cima?

- Há pessoas que estão em um nível 4 ou 5. São as menos famosas, de perfil baixo. Em uma viagem conheci um jardineiro extraordinário, por exemplo. Estes seres estão em serviço permanente, afetando a vida de muitas pessoas, mas não publicamente.

. O que devemos fazer, de acordo com essa teoria?

- O universo está nos dando uma oportunidade individual para reestruturar nossas vidas. A maneira de sincronizar-nos é, primeiro, não ter medo, perceber que podemos mudar nossa consciência. A física quântica já disse: a consciência modifica a matéria. O que significa que sua vida depende daquilo que você pensa. A distância entre causa e efeito tem diminuído. Há vinte anos atrás, para que se manifestasse algo em sua vida, necessitava-se de muita energia. Há vinte anos atrás qualquer fator de punição de um ato maldoso ganhavam-se anos para receber alarde. Hoje tudo ganha destaque rápido. A corrupção pelo mundo afora tem ganhado destaque internacional. As ditaduras estão caindo. As religiões estão acada dia mais problemáticas, Hoje, você pensa algo e em uma semana está acontecendo. Sua mente causa isso. O que devemos é buscar, as respostas estão aí. Basta ter olhos para ver e ouvidos para ouvir.

Fonte: Fernando Malkún

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O Mundo não vai acabar em 2012. Mas o que vem depois?

Os dinossauros foram extintos por um asteroide gigante que atingiu a Terra há 65 milhões de anos.
Seremos os próximos?  (Thinkstock)

Os maias não previram o fim do mundo. Segundo a ciência, nenhum planeta errante ou alinhamento cósmico vai acabar com Terra no dia 21 de dezembro. Mesmo assim, a humanidade vive em permanente risco


Guilherme Rosa
O planeta Terra existe há 4,6 bilhões de anos. Os primeiros sinais de vida surgiram há 3,8 bilhões, quando bactérias primitivas começaram a se formar a partir de rudimentares moléculas orgânicas. Dali em diante, por meio do processo de seleção natural, surgiram numerosas outras espécies de seres vivos, que transformaram o planeta outrora estéril em uma Terra cheia de vida. Há 200.000 anos, esse longo processo de evolução culminou nos Homo sapiens. Nos milênios seguintes, o homem construiu grandes civilizações por todo o planeta e, com avanço de sua tecnologia, começou até a explorar outros mundos. Para aqueles que acreditam no apocalipse maia, essa rica história tem hora marcada para terminar: no dia 21 de dezembro, próxima sexta-feira. 

Segundo os profetas do fim do mundo, algum misterioso cataclismo deverá atingir a Terra nos próximos dias e pôr fim a toda a vida em sua superfície — dos homens às bactérias. Para os cientistas, no entanto, a profecia é uma bobagem. O mundo não acaba no ano 2012. Mas isso não quer dizer que a história do planeta — e da vida nele — vá durar para sempre. 

Os profetas do apocalipse maia se baseiam em inscrições realizadas em pedaços de pedra com mais de mil anos, descobertas no século 20 e mal interpretadas desde então. Essas inscrições representariam o calendário usado pelo povo maia, que duraria exatos 5.125 anos e teria fim precisamente no próximo dia 21. Daí para concluir que eles previram o fim do mundo foi um pulo. Um dos primeiros a destacar essa data foi o escritor americano — e teórico da Nova Era — José Argüelles. No livro O Fator Maia, escrito há 25 anos, ele misturou misticismo, astrologia e arqueologia para dizer que os maias previram que 2012 marcaria uma nova era de paz e harmonia na Terra. 

A ideia foi ganhando adeptos — principalmente dentro das fileiras do misticismo e da ufologia — e se transformando até que 2012 passasse a representar o fim da espécie humana. Com a proximidade da data, o apocalipse maia virou um fenômeno pop. Foi tema de filmes, revistas, livros, palestras. Segundo uma pesquisa da Ipsos Global Public Affairs, pelo menos 10% das pessoas ao redor do mundo sentem algum tipo de medo ou ansiedade em relação à data. Mas, quando elas acordarem no dia 22 e nada tiver mudado, existe um povo que elas não poderão culpar pelo engano: os próprios maias. 

Calendários e ciclos — Em outubro, líderes religiosos maias se reuniram na Guatemala. Eles faziam parte de um grupo chamado Oxlajuj Ajpop, que tem por função defender as tradições de seu povo. Todos se diziam ultrajados com o que estava sendo veiculado sobre as previsões de fim do mundo. "Nós estamos nos pronunciando contra a falsidade, as mentiras e a distorção da verdade, que nos transformam em folclore em busca de lucros. Eles não estão dizendo a verdade sobre os ciclos de tempo", disse Felipe Gomez, líder do Oxlajuj Ajpop à agência France-Presse. 

Os maias foram uma civilização avançada que habitou o sul do México e o norte da Guatemala entre os anos 1.800 a.C. e 950 d.C. Eles foram capazes de decifrar e prever o movimento de estrelas e planetas por anos. Pensavam também que pela leitura dos astros poderiam antever como as coisas aconteceriam aqui na Terra. Mesmo assim, nunca previram o fim do mundo. 

Acontece que o calendário mencionado pelos que esperam pelo apocalipse é apenas um dentre os muitos que os maias usavam. Ele é o calendário de contagem longa, que estipula grandes unidades de tempo. Nele, cada 20 anos (ou tuns, como eram chamados) formavam um katun. Cada 20 katuns formavam um baktun, sua maior unidade de tempo. Depois de 13 baktuns, ou 5.125 anos, o calendário recomeçava do zero. Segundo as evidências arqueológicas, é esse recomeço que está marcado para o próximo dia 21.

Mas isso não queria dizer muita coisa. Pesquisadores sérios, que se debruçaram sobre as inscrições, dizem que os maias encaravam o fim do calendário como o fim de uma era. Depois de chegar à data final, a contagem de tempo simplesmente recomeçaria – como os ocidentais fazem quando seu calendário chega ao dia 31 de dezembro. 

Não existe nenhum texto maia falando sobre o apocalipse propriamente dito. Já foram encontradas inscrições falando sobre eras anteriores e posteriores à atual. O arqueólogo William Saturno, da Universidade de Boston, encontrou no sítio arqueológico de Xultun, na Guatemala, murais maias representando cálculos matemáticos que iam até 7.000 anos no futuro, bem depois do previsto fim do mundo. 

Rota de colisão – Na verdade, a apocalipse maia tem mais a dizer sobre a sociedade atual do que sobre os próprios maias. Apesar de continuamente desmentidas por cientistas, as teorias do fim do mundo continuam aparecendo de tempos em tempos, estejam elas registradas em livros, como as profecias de Nostradamus, ou nos hardwares de computadores, como o Bug do Milênio. Os boatos apocalípticos sempre correram mais rápido do que o desmentido científico - e agora contam com a velocidade da internet. Uma simples busca no Google pelos termos maia e fim do mundo retorna 102.000.000 resultados. 

Uma das teorias mais populares que surgiram a partir da profecia maia diz respeito a Nibiru, um planeta desconhecido que iria colidir com a Terra no final de 2012. A ideia tem início nos escritos do autor azerbaijano Zecharia Sitchin. A partir de interpretações muito pessoais da mitologia babilônica, ele afirmava que a Terra teria sido colonizada por alienígenas vindo do planeta Nibiru, localizado além de Netuno e com uma órbita elíptica de 3.600 anos em torno do Sol. Apesar de contestado pelos historiadores, que diziam que sua ideia não tinha nenhuma base nos registros da Babilônia, a ideia prosperou, foi adotada por toda sorte de místicos nos anos 1990 e acoplada ao apocalipse maia. 

Uma busca no Google pelas palavras Nibiru e 2012 retorna 13.600.000 resultados. A repercussão do boato sobre um planeta invisível em rota de colisão com a Terra atingiu até mesmo os cientistas da Nasa. David Morrison, pesquisador do Instituto de Astrobiologia da Nasa, diz que recebe mais de 20 e-mails por semana perguntando sobre o tema e resolveu responder ao boatos em um texto postado no site da agência. "Para um astrônomo, as declarações persistentes sobre um planeta que está, ao mesmo tempo, próximo e invisível é ridícula", escreveu. Segundo o pesquisador, se o planeta existisse teria sido visto por milhares de astrônomos amadores. Além disso, desde o começo de 2012, o planeta estaria visível para qualquer um que olhasse para o céu. "Ninguém pode esconder um planeta que vai nos atingir em um ano." 

Outra teoria usada para explicar o fim do mundo próximo cita um excêntrico alinhamento cósmico que faria, no dia 21, com que a Terra, o Sol e o buraco negro no centro de nossa galáxia ficassem em uma mesma linha reta. Para os profetas, a gravidade decorrente desse processo causaria danos irrecuperáveis ao nosso planeta. Segundo a Nasa, no entanto, esse fenômeno é muito comum e não tem nenhuma consequência gravitacional bizarra. "Isso acontece todo dezembro, sem nenhuma consequência ruim, e não há nenhuma razão para esperar que 2012 será diferente de qualquer outro ano", disse David Morrison, em mais um documento em que a ciência rebate os boatos apocalíticos. 

Ciência do fim do mundo — Apesar de baterem de frente com os defensores do apocalipse maia, os cientistas não afirmam que a vida humana vá durar para sempre. Ao contrário, eles sabem que a história dos Homo sapiens, e da civilização que conseguiram construir no terceiro planeta do Sistema Solar, terá de chegar ao fim - em um futuro ainda distante. Daqui a um bilhão de anos, a radiação solar deve aumentar de intensidade a ponto de queimar o que estiver vivo e evaporar toda a água da Terra. Se o homem conseguir bolar algum jeito de sobreviver, em quatro bilhões de anos a Galáxia de Andrômeda deve se chocar com a Via Láctea, causando uma série de colisões estelares. Se a Terra passar incólume, em cinco bilhões de anos o Sol se tornará uma estrela gigante vermelha, e consumirá o planeta em suas chamas. 

Mas não é necessário esperar tanto tempo. No passado, extinções em massa já foram causadas pela atividade vulcânica e por mudanças climáticas. Há 65 milhões de anos, o impacto de um asteroide causou a extinção dos dinossauros. Não se sabe quando esses tipos de eventos podem voltar a acontecer. Segundo alguns cálculos, pelo menos 99% das espécies que já habitaram o planeta estão extintas. Até quando a humanidade pode driblar seu destino inescapável?

Com o avanço tecnológico, os prognósticos se tornam, paradoxalmente, menos otimistas. Por 200 milênios, os humanos foram capazes de sobreviver aos desastres naturais, mas agora começaram a criar seus próprios riscos. Foi só no século 20 que eles se tornaram capazes de criar uma tecnologia com potencial de exterminar toda a vida na Terra: a bomba atômica. Em 1947, pesquisadores da Universidade de Chicago criaram o Relógio do Juízo Final, para medir o quanto a humanidade está perto de acabar com sua própria existência. No início, só levavam em conta os perigos da guerra nuclear, mas já adotaram o aquecimento global em seus cálculos. Hoje, o relógio está a cinco minutos da meia-noite. 

Segundo o astrofísico inglês Martin Rees, professor da Universidade de Cambridge e autor do livro Hora Final - Alerta de Um Cientista (Companhia das Letras), as chances de a humanidade sobreviver ao século 21 são de apenas 50%. Isso por causa do desenvolvimento de novas tecnologias que podem ter impacto global, como o terrorismo biológico e a nanotecnologia. Em 2008, pesquisadores reunidos na Universidade de Oxford para participar da Conferência de Riscos Catastróficos Globais previram o risco de extinção humana no próximo século como sendo de 19%. O próprio astrônomo inglês Stephen Hawking propôs que a humanidade deve abandonar a Terra e colonizar outros planetas se quiser escapar da extinção. 

Correndo contra o tempo — Os cientistas, no entanto, não defendem que fiquemos parados frente a estes prognósticos desastrosos. Duas das mais importantes universidades do mundo já criaram centros dedicados a estudar os riscos que podem pôr fim à vida humana e a pensar, se possível, em modos de preveni-los. Em 2005, a Universidade de Oxford criou o Instituto do Futuro da Humanidade dentro de sua Faculdade de Filosofia. Em 2012, a Universidade de Cambridge uniu pesquisadores da filosofia, cosmologia e do desenvolvimento de softwares para dar início ao Centro para o Estudo do Risco Existencial. 

Segundo o filósofo Nick Bostrom, diretor do centro de Oxford, existem diversos tipos de eventos que podem ameaçar a humanidade. Em um dos primeiros estudos do tipo, ele classifica os riscos conforme sua localidade e intensidade. Existem eventos locais e toleráveis, como seria o caso de um intenso apagão que atinja todo o continente americano. É claro que esse tipo de desastre é preocupante e pode levar uma parte da humanidade de volta à era pré-industrial, mas mais perigosos são os eventos globais e terminais. Bostrom chama esse tipo de evento de Risco Existencial, pois levaria à extinção do Homo sapiens. 

O filósofo sustenta que os cientistas e governantes devem agir agora em relação a esses riscos, pois, quando acontecerem, não haverá tempo para reação. "Nossa abordagem aos Riscos Existenciais não pode ser a da tentativa e erro. Não existe oportunidade de aprender com o erro", escreve. Já existem diversos projetos nesse sentido. A Nasa mapeia o espaço em busca de todos os grandes asteroides e cometas que ameacem se chocar com a Terra. Pesquisadores se reúnem regularmente para estudar e inventar maneiras de combater o aquecimento global – embora os governos não costumem ajudar. Existem tratados internacionais de não proliferação de armas biológicas e nucleares. Cientistas de todas as partes do planeta fundaram grupos dedicados estudar maneiras seguras de desenvolver a nanotecnologia e a inteligência artificial. 

Com tanto em jogo, cada possível cenário catastrófico deve ser analisado, por mais inverossímil que pareça. Em 1983, o astrônomo Carl Sagan escreveu um documento sobre os perigos trazidos pelas bombas nucleares cada vez mais avançadas. Ele comparou o risco de uma guerra nuclear que matasse centenas de milhões de pessoas com o risco de uma guerra que exterminasse toda a humanidade – como parecia cada vez mais provável. "Se formos calibrar a extinção em termos numéricos, temos que incluir o número das pessoas de gerações futuras, que serão impedidas de nascer. A guerra nuclear põe em perigo todos os nossos descendentes, até quando os seres humanos seriam capazes de existir", escreve. Segundo seus cálculos, a extinção representaria a morte de mais de 500 trilhões de pessoas. "A extinção é a ruína de todo o empreendimento humano", conclui Sagan. Hoje, quando os perigos criados pelo homem são maiores e mais numerosos do que a guerra nuclear, o cuidado é ainda mais necessário. Baixar a guarda pode ser fatal.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/o-mundo-nao-vai-acabar-em-2012-mas-o-que-vem-depois
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Nêmesis e a hipotética possibilidade do Segundo Sol


A olho nu não se percebe, mas estima-se que uma em cada três estrelas da Via Láctea tenha uma companheira. Se o número estiver correto, nosso Sol faria parte de uma minoria de estrelas. No entanto, algumas teorias afirmam o contrário e uma pequena estrela-irmã também estaria orbitando nosso Sol.
Em 1980, astrofísicos estadunidenses levantaram pela primeira vez a hipótese de que o Sol também teria uma companheira, o que tornaria o Sistema Solar um sistema duplo de estrelas, a exemplo de Alpha Centauro. Essa hipotética companheira foi batizada de Nêmesis.

Segundo Sol
Segundo a hipótese, Nêmesis seria uma estrela pequena e escura do tipo anã marrom, com uma orbita milhares de vezes mais distante que Plutão e que levaria pelo menos 26 milhões de anos para completar uma revolução ao redor do Sol.

De acordo com alguns estudos, essa longa periodicidade faria a estrela atravessar eventualmente a Nuvem de Oort, arremessando para todos os lados milhões de asteroides ou cometas que poderiam se chocar contra a Terra. Na visão de alguns pesquisadores, mais ou menos a cada 30 milhões de anos ocorrem gigantescos eventos de extinção em massa, associados ao surgimento de uma grande cratera de impacto como a originada há 65 milhões de anos com a queda de um cometa seguida da possível extinção dos dinossauros.

Para os defensores da teoria de Nêmesis, essa seria uma das evidências de sua existência, mas a ausência de um campo gravitacional inequívoco ou crateras marcantes fez com que a possibilidade da existência do segundo Sol permanecesse apenas na teoria.

Sedna
Após a descoberta do planeta-anão Sedna, em novembro de 2003, a possibilidade da existência de Nêmesis foi novamente levantada. Para o astrônomo estadunidense Michael Brown, autor da descoberta, a órbita de Sedna é uma incógnita ainda sem explicação concreta. De acordo com Brown, o planeta-anão está em um lugar que não deveria. Sua órbita não o coloca próximo o suficiente para ser afetado pelo Sol nem afastado o bastante para ser influenciado por outras estrelas conhecidas.

No entender de alguns pesquisadores, essa estranha órbita poderia talvez ser justificada pela presença de um objeto com massa entre 3 e 5 vezes a de Júpiter. Devido ao tamanho, esse hipotético objeto não seria observável no espectro visível, mas emitiria grande quantidade de radiação no comprimento de onda do infravermelho.

Telescópio Wise
Lançado em dezembro de 2009 com o objetivo de mapear o céu no espectro infravermelho, o telescópio espacial WISE talvez seja a esperança para encontrar Nêmesis. O telescópio já fez inúmeras descobertas importantes e detectou dezenas de novos cometas, mas a gigantesca quantidade de dados gerados ainda está sendo garimpado e a descoberta ou não da possível companheira do nosso Sol ainda poderá levar anos.


Arte: Gráfico mostra a hipotética órbita de Nêmesis dentro do Sistema Solar.
Créditos: Apolo11.com.





                                           Veja o Vídeo Abaixo:                                            
                                              Fontedo Vídeo: InvencibleChile
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México lucra com Profecia Maia do 'Fim do Mundo'


Campanhas turísticas usam o 21 de dezembro para gerar negócios.
'Ceia do Fim do Mundo' preparada por chefs custará cerca de R$ 810.
Banquetes preparados por alguns dos melhores chefs do planeta; concertos musicais, filmes, sorteios de loteria, concursos artísticos, encontros religiosos, exposições fotográficas, mergulho em rios subterrâneos, descontos na compra de automóveis...
Tudo isso é parte do catálogo de negócios gerados ao redor da suposta profecia maia que previa o fim do mundo no próximo dia 21 de dezembro.
Arqueólogos especialistas na cultura maia afirmam que a civilização antiga jamais previu uma catástrofe, mas sim mencionou em seu calendário o início de uma nova época.

Mas a desmistificação do tema não freia milhões de turistas que viajaram ao sudeste do México e a outros lugares da América Central onde se encontram os centros cerimoniais dos maias.
Até o governo mexicano aproveitou o interesse mundial sobre a eventual desaparição da espécie humana e há vários meses lançou uma intensa campanha de promoção na Europa e nos Estados Unidos chamada Mundo Maia.
A secretaria de Turismo diz que a estratégia teve sucesso e superou as expectativas iniciais.

Ceia do Fim do Mundo

O Estado de Yucatán, no sudeste do México, abriga a maior concentração de população de origem maia, e em seu território estão alguns dos principais centros cerimoniais da civilização.
Se a espécie humana realmente acabar no dia 21 de dezembro de 2012, a população de Mérida, capital de Yucatán, espera aproveitar até o último minuto.
Nesse dia será servida a Ceia do Fim do Mundo, um banquete de nove pratos preparados por estrelas internacionais da cozinha. O preço por cabeça é equivalente a R$ 810.
Mas essa não é a única oferta para acompanhar de perto o eventual apocalipse. A sede mexicana da Renault oferece um de seus modelos com um ano de seguro grátis e com crédito sem comissões para a compra.
"Leve uma linda lembrança do fim do mundo", diz a publicidade da empresa, anunciada por uma fictícia assessora da empresa chamada Maya. "Confie em mim. Eu sei", diz a mensagem.
Além de comida e automóveis, o eventual apocalipse também serviu para se tentar a sorte. A Loteria Nacional organizou o sorteio Profecia Maia, que cada mês tem um prêmio de 8 milhões de pesos, o equivalente a R$ 1,3 milhão.
Os bilhetes da loteria trazem representações maias de alguns animais.


   Loteria Nacional do México criou sorteios especiais com bilhetes com figuras maias (Foto: Divulgação)

A última edição do sorteio está programada para o dia 30 de dezembro - numa indicação de que lucrar com o boato não significa acreditar nele.

Favorecimento

Há ainda outros negócios amparados na ideia do fim do mundo. Em Tapachula, cidade no Estado de Chiapas, na fronteira com a Guatemala, foi organizada uma série de encontros religiosos para explicar a ligação da Bíblia com as profecias maias.
Também foram feitas neste ano no México mostras de cinema e exposições sobre a civilização maia. Houve ainda edições especiais de revistas, edições de livros, concursos de escultura, obras de teatro e concertos musicais.
Mas até agora, o negócio mais importante é o turismo internacional. Segundo a secretária de Turismo do governo federal, Gloria Guevara Manzo, o objetivo inicial da campanha do governo era receber 52 milhões de turistas em 18 meses nas regiões de influência maia, mas até agora já foram registrados 62 milhões e a projeção indica um total de 80 milhões ao final dos 18 meses.
Porém alguns especialistas criticam a campanha do governo, afirmando que ela se utiliza de uma cultura milenar para favorecer grupos empresariais.
Também questionam que outros departamentos do governo, como o Instituto Nacional de Antropologia e História (INAH), desmintam as supostas profecias maias e ao mesmo tempo as utilizem como tema de campanhas e negócios oficiais.

Fonte do texto extraída de: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2012/12/mexico-lucra-com-profecia-maia-do-fim-do-mundo.html
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Dia 21 de Dezembro de 2012, Fim do Mundo?


O que você faria se só te restasse um dia?
No dia 20 de dezembro de 2012, muitas pessoas se farão esta pergunta, já que, de acordo com a cultura Maia, o mundo chega ao fim no dia 21. Apesar de cientistas desmentirem recentemente a profecia do fim do mundo, a possibilidade de uma Era chegar ao fim mexe com o imaginário de milhares de pessoas nos quatro cantos do planeta. Mas, para entender esta história é preciso saber que, para os Maias, o tempo se dava em cinco ciclos.
De acordo com o calendário Maia, a Terra passará por algumas transformações que atingirão a civilização de forma bastante drástica. O famoso calendário diz que os ciclos evolutivos solares são representados por cinco períodos de 5.125 anos. A cada passagem o sol recebe uma energia muito forte oriunda do centro da galáxia, que faz com que aconteçam as erupções solares. O quinto período acontece, justamente, em 2012.
Ainda de acordo esta profecia, o sol receberá um raio proveniente do centro da galáxia, terá a sua polaridade trocada e produzirá uma gigantesca labareda. A partir daí, a Terra inverterá também o seu campo magnético. Sendo assim, o planeta passará por muitas transformações drásticas como a destruição das florestas, o superaquecimento das águas dos oceanos, causando fenômenos da natureza de grandes proporções.
Em meio a tantos mistérios, há quem diga que os Maias nunca previram o fim do mundo e, sim, a volta do grande deus Bolon Yokte.


No entanto, este deus está vinculado à criação, à guerra, a tempos de transição perigosa, além de catástrofes na natureza. Será, então, uma maneira de interpretar tais transformações catastróficas?
Em contrapartida, 2012 será o ano regido pela Lua, sempre relacionada com a maternidade, com o nascimento e com uma sensibilidade mais aguçada. São incontáveis as guerras e as batalhas pelas quais a civilização já passou. A busca pela paz e a renovação das crenças após os conflitos são bons exemplos da incrível capacidade da humanidade de se reerguer. Em meio a tantas dúvidas com relação à profecia Maia e a tantas vitórias do homem no decorrer da história, a influência lunar, em 2012, pode ser o indício de uma nova era.

Fonte do texto: http://www.zastros.com.br/VerMateria.aspx?mat=2329&cat=4
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Rússia Tenta Sufocar Fim de Mundo, Pânico


Há relatos dispersos de comportamento incomum em todas zonas da Rússia todo tempo.

Detentos em uma prisão feminina perto da fronteira chinesa dizem ter experimentado uma "psicose coletiva em massa" tão intensa que seus guardas convocou um sacerdote para acalmá-los. Em uma fábrica da cidade a leste de Moscou, os cidadãos em pânico despojado prateleiras de partidas, querosene, açúcar e velas. Um arco de estilo maia enorme está sendo construída - de gelo - sobre Karl Marx Street, em Chelyabinsk, no sul.

Para aqueles que não educados na profecia da Nova Era, há rumores de que o mundo vai acabar em 21 de dezembro de 2012, quando um ciclo de 5.125 anos conhecido como a Longa Contagem no calendário maia, supostamente chega ao fim. Rússia, uma nação com uma propensão para o pensamento místico, tomou conhecimento.

Na semana passada, o governo da Rússia decidiu pôr um fim ao papo apocalíptico. Seu ministro de situações de emergência, disse sexta-feira que ele teve acesso a "métodos de monitoramento do que está ocorrendo no planeta Terra", e que ele poderia dizer com confiança que o mundo não ia acabar em dezembro. Ele reconheceu, no entanto, que os russos ainda estavam vulneráveis ​​a "nevascas, tempestades de gelo, tornados, enchentes, problemas com o transporte e fornecimento de alimentos, erros no calor, eletricidade e abastecimento de água."



Garantias semelhantes foram emitidos nos últimos dias pelo médico-chefe da Rússia sanitárias, um alto funcionário da Igreja Ortodoxa Russa, os parlamentares da Duma de Estado e um disc jockey antigo da Sibéria, que recentemente ficou em primeiro lugar no programa de televisão "Batalha dos videntes." Um oficial proposta de acusação russos que espalhou o boato - começando em 22 de dezembro.

"Você não pode falar sem parar sobre o fim do mundo, e eu digo isso como um médico", disse Leonid Ogul, um membro da comissão do Parlamento ambiente. "Todo mundo tem um sistema diferente nervoso, e este tipo de informação afeta de maneira diferente. Informações age inconscientemente. Algumas pessoas são provocadas ao riso, alguns ataques cardíacos para, e alguns - para algumas ações negativas ".

A Rússia não é o único país a enfrentar este problema.

Na França, as autoridades pretendem barrar o acesso a Bugarach montanha no sul para manter um fluxo de visitantes que acreditam que é um lugar sagrado que irá protegê um afortunado poucos a partir do fim do mundo.

 O patriarca da Igreja Ortodoxa da Ucrânia emitiu recentemente um comunicado assegurando aos fiéis que "fim do mundo é a certeza de vir", mas que será provocado pelo declínio moral da humanidade, e não o "desfile chamado de planetas ou o fim da Maia calendário. "

Em Yucatán Estado no México, que tem uma grande população maia, estoque mais pequeno lugar no fim-de-dia da conversa. As autoridades estão planejando um festival cultural maia em 21 de dezembro e, para mostrar que tudo ficará bem, depois disso, um follow-up em 2013.


Os russos, no entanto, pode ser fortemente movidos por emoções, como o Rev. Tikhon Irshenko testemunhou durante sua visita à Colônia de Prisão n º 10, na aldeia de Gornoye. Em uma entrevista com o serviço de notícias de Dados, Pai Tikhon disse que ele foi convocado para a prisão, em novembro.


Os guardas lhe disse que a ansiedade sobre a profecia Maia vinha construindo há dois meses, e alguns detentos irrompera da instalação "por causa de seus pensamentos perturbadores." Algumas das mulheres estavam doentes, ou ter convulsões, disse ele.

"Uma vez, quando os presos estavam em formação, um deles imaginava que a terra bocejou, e todos eles foram atingidos pelo medo e correu em todas as direções", disse o sacerdote. Ele lecionava os internos sobre os sinais do apocalipse de acordo com o Novo Testamento, ele disse, e depois que "as declarações populistas sobre o fim do mundo foram dissipadas ea tensão diminuiu."

Mais comum são os relatórios sobre a compra de pânico. Em Ulan-Ude, a capital da região Buryatiya, os cidadãos têm alegadamente sido estocagem de alimentos e velas para sobreviver a um período sem luz, seguindo instruções de um monge tibetano chamado o Oráculo de Shambhala, que tem sido descrito em algumas transmissões de televisão russos.


 Um relato semelhante apareceu em um jornal local da cidade de fábrica de Omutninsk, cerca de 700 quilômetros a leste de Moscou.

Viktoria Ushakova, o editor-chefe do jornal, disse à agência de notícias Interfax que ela corria o artigo como entretenimento na última página de seu jornal, em uma seção intitulada "Relax", que também inclui palavras cruzadas. O pânico que se seguiu, acompanhada por uma enxurrada de telefonemas de leitores desesperados, durou uma semana e meia e depois se espalhou para as aldeias próximas.
"Eu verifiquei-me hoje", disse ela. "Não há velas em todas Omutninsk".


Na semana passada, os legisladores em Moscou levou o assunto, dirigindo uma carta a três estações de televisão da Rússia principais pedindo-lhes para parar de arejar o material sobre a profecia.

"Você tem a sensação de que o fim do mundo é um projeto comercial", disse Mikhail Degtyaryov o Izvestiya jornal. "Basta olhar para quantos vigaristas estão tentando ganhar dinheiro com este caso, a partir dos pseudo-magos, terminando com pessoas que vendem alimentos e rações de outros."

Apesar de agências de notícias estão propensos a pagar um preço por este episódio, Maria Eismont, um colunista do jornal Vedomosti, argumentou que abraço recente do governo de conservadorismo religioso arcaico definir o cenário para o pensamento apocalíptico. No julgamento de blasfêmia contra o verão do punk protesto motim Cona última banda, ela notou, os membros da banda jovens foram condenados em parte com base em escritos por clérigos ortodoxos dos séculos sétimo e quarto lugar.

"Seria injusto considerar Omutninsk um site exclusivo de misticismo florescente", escreveu ela. "Se cossacos em ópera trajes marcha no centro de Moscou, a Duma de Estado e é seriamente considerando a introdução de punição para a violação dos sentimentos dos crentes, então por que não as pessoas que vivem em uma cidade deprimida mil quilômetros de Moscou não comprar jogos de um medo de explosões cósmicas? "

Como as três primeiras semanas de dezembro derreter, os russos se aproxima o prazo com o seu humor mordaz característica. Um empresário da cidade siberiana de Tomsk, por exemplo, já vendeu vários kits de emergência mordaça mil, uma parcela inteligentemente $ 29 incluindo espadilha, vodka, trigo, fósforos, velas, uma corda e um pedaço de sabão.

O lema do pacote oferece um comentário clássico russo no fim do mundo: "Não pode ser pior."


Por Ellen BARRY
Fonte: http://www.nytimes.com
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Nasa adverte, histórias apocalipse maias representam uma ameaça para crianças assustadas e adolescentes suicidas


Temores apocalípticos: rumores fantásticos de fim do mundo estão causando preocupações na vida real entre as crianças assustadas e adolescentes depressivos, os cientistas da NASA diz
A National Aeronautics and Space Administration adverte que 2012 rumores apocalipse maias representam uma ameaça real para crianças assustadas e adolescentes depressivos
Alguns dizem que não podem comer, ou está muito preocupado para dormir, enquanto outros dizem que eles são suicidas, segundo a NASA astrobiólogo David Morrison
Os rumores apocalipse começou com alegações de que Nibiru, um planeta errante descoberto pelos sumérios, colidir com a Terra será em 21 de dezembro, matando todos

Enquanto alguns estão jogando partes contagem regressiva fantásticas Doomsday, o National Aeronautics and Space Administration está emitindo advertências graves que 2012 rumores apocalipse maias representam uma ameaça real para crianças assustadas e adolescentes depressivos.
David Morrison, um astrobiólogo da NASA Ames Research Center, disse nesta quarta-feira que recebe um grande número de e-mails e cartas de cidadãos preocupados, na maioria das vezes com os jovens.
Alguns dizem que não podem comer, ou está muito preocupado para dormir, enquanto outros dizem que eles são suicidas, Morrison disse.


Sinais antigos: Os temores apocalípticos são baseadas em interpretações do calendário maia.
Ele fez esse anúncio durante o 'ponto de encontro' um vídeo online  evento hospedado pela NASA no Google+, chamando a propagação de rumores na Internet para assustar as crianças "mal".
"Embora esta seja uma piada para algumas pessoas e um mistério para os outros, há um núcleo de pessoas que estão realmente preocupados", disse Morrison.
NASA, uma agência governamental dos Estados Unidos, recentemente criada uma página de informações em seu site explicando por que o mundo não vai acabar em 21 de dezembro de 2012.
Os rumores apocalipse e medos são baseadas em interpretações do calendário maia, como SPACE.com relatado.
Os rumores começaram com alegações de que Nibiru, um planeta errante descoberto pelos sumérios, colidir com a Terra será em 21 de dezembro, matando todos, segundo o site da Nasa.












Rumor desmistificador: David Morrison,
 um astrobiólogo da NASA Ames Research Center,
diz em dezembro 2011, que o mundo não vai acabar.

Originador Rumor: Zecharia Sitchin escreveu em 1976 que tinha encontrado e traduzido documentos sumérios que identificam um planeta desonestos que vai destruir a Terra


As origens desses rumores têm sido associados a obras da tarde Azerbaijão-nascido autor Zecharia Sitchin, que escreveu em 1976, que ele tinha encontrado e traduzido documentos sumérios que identificam o planeta desonestos. Sitchin morreu em 2010 com a idade de 90.
Não há tal planeta, dizem os cientistas.
"Se Nibiru ou Planeta X eram reais e se dirigiu para um encontro com a Terra em 2012, os astrônomos teriam sido segui-lo por pelo menos uma década o passado, e seria visível até agora a olho nu", a NASA afirma em seu apocalipse medo desbancar página.

Outros rumores - incluindo alegações de que o campo magnético da Terra, de repente iria reverter e informações de que o planeta está caminhando para um buraco negro no centro da Via Láctea - também foram desmitidos na quarta-feira.
Preocupações sobre a morte do planeta seria melhor direcionado em problemas mais justificados, como mudança climática, Andrew Fraknoi, astrônomo do Colégio Monte, em Los Altos Hills, Califórnia, disse.


                        Civilização do passado Um antigo templo maia na América Central

Ritual: Um homem indígena durante uma cerimônia maia em 21 de fevereiro de 2011, em Cidade da Guatemala, Guatemala.

FONTE:http://www.dailymail.co.uk/news/article-2240718/2012-Mayan-apocalypse-rumors-pose-threat-frightened-children-suicidal-teenagers-says-NASA.html



                       Veja o Vídeo Abaixo de David Morrison

A verdade sobre 2012. Não há com o que se preocupar, diz NASA

                                                  Fonte: 
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Cientistas desvendam profecia maia do fim do mundo em 2012

Alberto Nájar
Da BBC Mundo no México

Arqueólogos de diversos países se reuniram no Estado de Chiapas, uma área repleta de ruínas maias no sul do México, para discutir a teoria apocalíptica de que essa antiga civilização previra o fim do mundo em 2012.
A teoria, amplamente conhecida no país e contada aos visitantes tanto no México como na Guatemala, Belize e outras áreas onde os maias também se estabeleceram, teve sua origem no monumento nº 6 do sítio arqueológico de Tortuguero e em um ladrilho com hieróglifos localizado em Comalcalco, ambos centros cerimoniais em Tabasco, no sudeste do país.
O primeiro faz alusão a um evento místico que ocorreria no dia 21 de dezembro de 2012, durante o solstício do inverno, quando Bahlam Ajaw, um antigo governante do lugar, se encontra com Bolon Yokte´, um dos deuses que, na mitologia maia, participaram do início da era atual.
Até então, as mensagens gravadas em "estelas" – monumentos líticos, feitos em um único bloco de pedra, contendo inscrições sobre a história e a mitologia maias – eram interpretadas como uma profecia maia sobre o fim do mundo.
Entretanto, segundo o Instituto Nacional de Antropologia e História (Inah), uma revisão das estelas pré-hispânicas indica que, na verdade, nessa data de dezembro do ano que vem os maias esperavam simplesmente o regresso de Bolon Yokte´.
"(Os maias) nunca disseram que haveria uma grande tragédia ou o fim do mundo em 2012", disse à BBC o pesquisador Rodrigo Liendo, do Instituto de Pesquisas Antropológicas da Universidade Autônoma do México (Unam).
"Essa visão apocalíptica é algo que nos caracteriza, ocidentais. Não é uma filosofia dos maias."
Novas interpretações
Durante o encontro realizado em Palenque, que abriga uma das mais impressionantes ruínas maias de toda a região, o pesquisador Sven Gronemeyer, da Universidade australiana de Trobe, e sua colega Bárbara Macleod fizeram uma nova interpretação do 6º monumento de Tortuguero.
Para eles, os hieróglifos inscritos na estela se referem à culminação dos 13 baktunes, os ciclos com que os maias mediam o tempo. Cada um deles era composto por 400 anos.
"A medição do tempo dos maias era muito completa", explica Gronemeyer. "Eles faziam referência a eventos no futuro e no passado, e há datas que são projetadas para centenas, milhares de anos no futuro", afirma.
Para a jornalista Laura Castellanos, autora do livro 2012, Las Profecias del Fin del Mundo, o sucesso da teoria apocalíptica junto à cultura ocidental se deve a uma "onda milenarista" que, segundo ela, "antecipa catástrofes ou outros acontecimentos cada vez que se completam dez séculos".
Para Castellanos, esse tipo de efeméride é reforçada por uma "crise ideológica, religiosa e social".
Ela observa que as profecias sobre 2012 não têm somente uma "vertente catastrófica", mas também uma linha que "prognostica o despertar da consciência e o renascimento de uma nova humanidade, mais equitativa".
Crença no final
A asséptica explicação científica e histórica vai de encontro à crença popular no México, um país onde há quem procure adquirir os conhecimentos necessários para sobreviver com seu próprio cultivo de alimentos em caso de uma catástrofe mundial.
Muitos dos que vivem fora procuram regressar ao país porque sentem que precisam estar em casa em 2012, e há empresas que oferecem espaço em bunkeres subterrâneos, com todas as comodidades.
Afinal, o possível fim do mundo também é negócio. O próprio governo mexicano lançou uma campanha para promover o turismo no sudeste do país, onde estão localizados os sítios arqueológicos maias.
Muitos governos dos Estados onde existem ruínas da antiga civilização maia já estão registrando aumento na chegada de turistas.



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UFO - Bugarach: a vila francesa destinada a sobreviver ao apocalipse maia

              Bugarach, a "Montanha Mágica" francesa atrai turistas esotéricos 

A Montanha Bugarach ou Pico Bugarach é o ponto mais alto das Montanhas Corbières, situada na região administrativa de Languedoc-Roussillon, no departamento de Aude, em França.
No sopé da montanha existe uma pequena aldeia com o mesmo nome, com uma população de cerca de 176 habitantes.
Isto porque a montanha Bugarach tem vindo a crescer enormemente de popularidade através da internet, circulando vários tipos de rumores bastante inusitados.
Segundo o que circula na internet as profecias Maias e de Nostradamus apontam para o "fim do mundo" em 2012 considerando a montanha como um refúgio mágico onde todos serão salvos.
Bugarach, com suas duas ruas estreitas, 176 residentes
“Estamos preocupados. Vemos na internet que há doidos que prevêem o fim do mundo para 2012 e afirmam que Bugarach é o sitio onde se pode buscar a salvação”, afirma o Prefeito da aldeia, Jean-Pierre Delord.
Bugarach é considerada por esotéricos como um local “mágico” e “sagrado”, que seria preservado no Apocalipse.
Vários “mistérios”, - na opinião de grupos esotéricos - envolvem a montanha e são comentados em inúmeros sites na internet.
Um dos rumores é o de que OVNIs teriam sido vistos no local e que o pico de Bugarach, com 1200 metros de altura, seria uma espécie de “garagem de Discos Voadores”.
O topo da montanha teria “estranhas cavidades” que abrigariam uma base subterrânea para naves espaciais, sendo que alguns afirmam mesmo ter visto aterragens no local.
Na internet, circulam rumores de que satélites espiões franceses teriam avistado essas cavernas na montanha. Outros boatos afirmam que os aviões não podem sobrevoar a área porque os instrumentos de voo ficariam desregulados.

Também existem rumores de que no local poderiam ser encontrados o Santo Graal ou o tesouro dos Templários e que o ex-presidente François Mitterrand teria visitado a montanha secretamente.

“Anteriormente, 72% dos meus clientes eram excursionistas. Agora, 68% são ‘visitantes esotéricos’”, afirmou Sigrid Benard, gerente há seis anos da Casa da Natureza, um dos poucos albergues nesta pequena comunidade.

Os moradores e as autoridades locais dizem-se fartos dos turistas esotéricos. Alguns deles podem mesmo ser vistos a rezar na montanha, completamente nus. O Prefeito não descarta a possibilidade de pedir ajuda ao exército francês para cercar aldeia se o fluxo de pessoas que ali se instalam para sobreviver ao Apocalipse continuar a aumentar.

Fonte: http://ceu-centrodeestudosufologicos.blogspot.com.br/2011/01/bugarach-extraterrestres-e-esotericos.html






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Bunkers se espalham pelo solo Brasileiro


IVAN MARSIGLIA, JUNDIAÍ, SP

Não é exatamente lugar-comum dizer que o paulista Wagner Hebling é um empreendedor de olho no futuro. Nascido em Rio Claro, no berço de uma família conhecida de dentistas, há dois anos ele pôs o diploma de odontologia de lado e trocou as obturações por perfurações mais profundas. Wagner constrói abrigos de proteção subterrâneos, resistentes a assaltos, rebeliões, guerras nucleares ou catástrofes ecológicas. “Eu procurava alguma coisa que fosse diferente e promissora”, conta ele, na sede de sua empresa, a Bunker Brasil – pioneira no atendimento de um público-alvo de todo tipo de desgraças.

Aos 41 anos, tanto Wagner quanto seu sócio, o gerente comercial José Roberto Cravo, paulistano de 56 anos formado em biologia que também optou por um meio de vida mais rentável, concordam: 2012 tem sido “um ano especial” no ramo que inauguraram. Embora ambos tenham horror a relacionar seu recém-descoberto nicho de mercado às profecias em torno do fim dos tempos – que estaria, acreditam alguns, agendado no calendário Maia para o próximo 21 de dezembro -, não puderam deixar de notar um incremento significativo nos negócios. “A procura praticamente dobrou”, contabiliza José Roberto, ressaltando que a iniciativa se mostrou viável bem antes do, por assim dizer, boom de 2012.

Foi em 2010, depois de percorrer sites e contatar empresas que fazem fortuna com esse tipo de edificação nos Estados Unidos e na Europa, que Wagner colocou na rede o seu www.bunkerbr.com praticamente sem estrutura, entocado em casa. Em menos de uma semana, o telefone tocou pela primeira vez. Meses depois, já alugava com o sócio um pequeno escritório, trocado em meados do ano passado por outro maior, no segundo andar de um prédio comercial no centro de Jundiaí.

Na nova sede, têm a conveniência de estarem a poucos degraus da empresa de engenharia que desenha os projetos executivos e toca as obras dos abrigos e do escritório de importação e exportação, que traz – sobretudo dos EUA e da Suíça, países líderes nesse tipo de tecnologia – equipamentos como filtros de ar atmosférico, portas de aço revestido, baterias de longa duração e alimentos liofilizados ou com grande prazo de validade.

Não se trata de um mero puxadinho de emergência. Um bunker básico com 75 m², feito para acomodar uma família de seis a oito pessoas, não sai por menos de R$ 300 mil. Já para os subterrâneos de alto padrão, bem equipados e imunes a bombardeios e contaminação por radioatividade, agentes químicos ou armas biológicas, o céu é o limite: excedem facilmente o R$ 1 milhão. Além de quartos, banheiros e cozinha, alguns têm salas de estar e de lazer. Podem estar a vários metros abaixo do nível do solo e têm sistemas elétrico, hidráulico e de comunicação por telefone, internet e rádio independentes dos da residência principal.

Os empresários dizem ter construído, mobiliado e entregue, prontos para morar, três abrigos – dois em São Paulo e um no Paraná. Mas trabalham atualmente em outros 60 projetos espalhados pelo País, na maior parte dos casos em cidades do interior, um deles planejado para acomodar confortavelmente 110 pessoas de uma mesma comunidade. “A área urbana é a menos indicada para a permanência em caso de desastre”, explica Wagner. “E também para esse tipo de construção, por questões técnicas e de privacidade do cliente.” A discrição é a alma do negócio de proteção de vidas: pouca gente quer exibir as entranhas de seu patrimônio ou seus temores mais íntimos à curiosidade pública.

O bunker do best seller. Quem se exibiu – fora do Brasil, diga-se – foi o escritor Paulo Coelho em novembro do ano passado, ao abrir seu apartamento na Suíça para o programa de Ana Maria Braga. No melhor estilo Caras, desceu de elevador com ela e o câmera do Mais Você os 100 metros de subsolo no edifício onde mora, na cidade de Genebra. “Olha a porta, puro concreto armado”, diz o mago no vídeo, que pode ser visto no YouTube. “Mas guarda-se o quê aí?”, pergunta a apresentadora. “Guardam-se vidas”, ri o mago, “Isso se chama paranoia suíça. Estou te dando as boas-vindas a um abrigo antiatômico!”

Seja por paranoia ou por previdência, abrigos nucleares são coisa séria na terra onde se refugia nosso maior best seller. O país é o único no mundo capaz de acomodar sua população inteira em bunkers em caso de ataque ou uma nova guerra mundial. Segundo informações do site SwissInfo, da Sociedade Suíça de Radiodifusão, em 2006 já havia cerca de 300 mil bunkers em residências e edifícios comerciais e 5.100 abrigos públicos, com capacidade total para 8,6 milhões de pessoas (na sequência vêm Suécia e Finlândia, com 7,2 e 3,4 milhões de lugares protegidos, respectivamente 81% e 70% da população). Isso porque desde 1963 a Lei Federal Suíça sobre Proteção Civil obriga proprietários a construir refúgios em todos os prédios novos.

Os primeiros bunkers da Europa remontam à 2ª Guerra Mundial, mas sua produção ganhou impulso e sofisticação no pós-guerra. A despeito da diplomacia sempre cautelosa de Genebra, havia naqueles anos de Guerra Fria o temor generalizado de uma hecatombe nuclear. Uma campanha lançada na época tinha como slogan: “A neutralidade não dá garantias contra a radioatividade”. Em 2005, um projeto apresentado no parlamento suíço tentou suspender a obrigatoriedade por considerá-la “uma relíquia do passado”, que encarecia enormemente as construções. Mas o governo manteve a política, alegando a existência de novas ameaças, como o terrorismo, as catástrofes naturais e as epidemias.

Nos EUA, onde a indústria de construção de abrigos de proteção para tornados é grande na área rural, um comercial de TV da Fema, a agência governamental de prevenção de catástrofes, causou polêmica entre os que criticam a chamada “cultura do medo” no país. Com imagens de uma família e seu pertences voando dentro de casa, uma narração sombria entoava frases do tipo: “E se a vida, da maneira que você a conhece, virar de cabeça para baixo?” No fim da propaganda, a inscrição www.ready.gov leva o temeroso internauta americano a um site que o ensina desde manter um kit de sobrevivência com mantimentos, água e remédios sempre à mão até dicas de “como tomar conta de seu pet em caso de desastre”.

Temporada no fim do mundo. A iniciativa privada, como seria de se imaginar, não deixou passar as oportunidades financeiras trombeteadas pelos profetas de 2012. A empresa Terravivos oferece vagas para uma temporada de conforto no fim do mundo em bunkers coletivos ao custo de US$ 75 mil por pessoa. Depois do tsunami que varreu o Japão em março do ano passado, com direito a vazamento de radiação da usina de Fukushima, o CEO da Terravivos, Robert Vicino, declarou ter recebido centenas de pedidos de reservas – confirmadas apenas mediante o pagamento de um depósito de US$ 5 mil. Na Espanha, uma reportagem da BBC registrou a criação do autodenominado “Grupo de Sobrevivência da Espanha 2012″, com 180 associados que exigem das autoridades um “lugar ao solo”.

O Brasil, recém-chegado ao posto de sexta economia do mundo, não poderia ficar atrás no ramo do empreendedorismo apocalíptico. Tem, no entanto, suas peculiaridades. Um fazendeiro encomendou um bunker depois de ver sua propriedade invadida duas vezes por sem-terra. Para se proteger, diria o poeta, debaixo da terra que não queria ver dividida. Outro, inspirado quem sabe na abertura para visitação do famoso bunker de Tessin, no norte da Alemanha – que chegou a ser ocupado por 300 militares em 1945 -, imagina criar um “bunker temático” para receber hóspedes de sua pousada interessados em experiências, digamos, mais profundas.

Wagner e José Roberto confessam que, apesar do adiantado da hora até 21 de dezembro, ainda não providenciaram seus bunkers pessoais. “Estamos juntando recursos para isso”, diz o gerente, abrindo um sorriso. Com o final do ano anunciando cada vez mais trabalho, os dois acham que é hora de ganhar, e não de gastar dinheiro. Para descansar, como diz o ditado, eles têm o sono eterno.

Fonte: O Estado de São Paulo Online
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