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Coisinhas Corriqueiras

Essa lâmina foi achado em Utah, entre outras iguais chapas de cobres, num tempo remoto.


Puxa será que é "CAPACETE"?




Aqui os Sumérios, já tinham o total conhecimento do nosso sistema solar (como?) é possível notar um planeta distante a qual o senhor está sentado aponta, seria o tal do Planeta x, Xena,Nibiru ou Gliese 581 ?

Uma coisa é certa, tinha eles já sabiam...


Eles trabalham... enquanto você assiste televisão (canais abertos)


Não há como esconder, vestígios de uma tecnologia antiga extraterrestre.
Bom, o Egito também sabia sobre o sistema solar como ninguém.




Artefato encontrado aqui mesmo no Brasil, naoselva da Floresta Amazônica Brasileira. Sua idade foi avaliada em 5 MIL ANOS, Foi todo moldado em uma rígida peça de granito e aparenta
ter sido destinado a um encaixe qualquer, possivelmente para fins de
tentativa de substituição do componente de uma máquina desconhecida.
O que poderia moldar esta peça, digamos naquela época?
O geólogo norte-americano Mike Walters exibe um estranho
objeto feito em metal desconhecido, encontrado por ele no interior
de um geodo -(uma peça mineral que na maioria das vezes demanda milhões de anos
para ser formada) Walters estava acostumado a encontrar nos interiores
dos geodos alguns cristais e outros raros tipos de minerais, naturalmente
envolvidos durante o processo de formação deles, porém, segundo afirmou, NUNCA
UMA PEÇA DE METAL POLIDO E AINDA POR CIMA MANUFATURADA! Um disco
especial que costumava usar para abrir geodos foi incapaz de penetrar no
receptáculo do estranho objeto, sendo necessária a utilização de ácido
sulfúrico para permitir a liberação do inusitado artefato
(FOTO: Mike Walters)
Vista ampliada

É isso mesmo, é um relógio a mais de 3000 anos. Pulseirinha é que não é?

Uma peça interessante, a príncipio parece ser Egípcio, O Professor John W. Macvey, autor do livro "Whispers from Space" ("Sussurros do Espaço"), foi o autor de uma notável descoberta: um milenar espelho de cobre em exposição no Museu do Cairo, datado da III Dinastia
Egípcia, subitamente irradiava para uma parede do museu um espectro
muito fino de luz. Foi constatado que esse espelho estava coberto por uma rede
de difração inusitadamente apertada, cerca de 5 mil linhas por centímetro! E QUE
SOMENTE UMA MÁQUINA poderia ter traçado tal rede de difração!
E mais ainda: quem fez isso conhecia plenamente a natureza ondulatória
da luz! Para o Professor Macvey, essa máquina extemporânea somente
poderia ter sido um objeto trazido de um outro planeta..


A antiga presença de entidades alienígenas no nosso mundo, trata-se de algo que não
pode ser negado, visto que as gritantes evidências quanto a isso estão
espalhadas por todas as partes. Essa antiga obra de arte tibetana, por exemplo,

refere-se a um período da religião pré-budista e nos mostraria
um Contato de Terceiro Grau mantido há muitos séculos entre o tripulante

de um UFO e alguns sábios daquele país (grifos nossos): -

"Um ovo criado pelos processos mágicos dos deuses, caiu sob o peso
da sua GRAVIDADE INTRÍNSECA do seio divino do céu vazio. A casca
era como uma couraça brilhante, o branco servia aos heróis de substância

para a sua força. O interior da casca era a cidadela dos que viviam
dentro.
E mesmo do centro do ovo surgiu um homem senhor das energias mágicas".

Simplesmente notável, não é mesmo? Como o antigo cronista
conhecia os conceitos da Lei da Gravidade naqueles remotos tempos?

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Estudos sobre as "Vimanas"





O Império Rama existiu há pelo menos 15.000 anos atrás, no norte da Índia. Aparentemente, existiu paralelo à civilização atlante (que, pelos cálculos de Platão, deve ter sido destruída há 12.000 anos atrás). Possuía cidades sofisticadas, muitas ainda a serem encontradas no deserto do Paquistão, norte e nordeste da Índia. Algumas cidades com 5.000 anos já foram encontradas por arqueólogos, e são literalmente inexplicáveis. Numa época em que as pessoas deveriam estar vivendo em tendas (se formos nos basear pelo Egito) essas cidades já possuíam sistema de irrigação, esgoto, largas avenidas e iluminação pública. E o mais fascinante: quanto mais escavam, mais encontram vestígios de outras cidades, ainda mais antigas, e ainda mais modernas! Infelizmente os pesquisadores se defrontaram com um lençol d'água e não podem cavar mais.

As sete grandes capitais do Império Rama são conhecidas nos textos Védicos como As sete cidades Rishi.

De acordo com os textos, esse povo utilizava-se de máquinas voadoras que eram chamadas de Vimanas. Ele voava na "velocidade do vento" e produzia um "som melodioso". Decolavam verticalmente e podiam pairar no ar, como um helicóptero. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de Vimanas: Um dos tipos é descrito exatamente como imaginamos um disco voador "clássico": circular, com portinholas e um domo. Outros em forma de pires, e outros ainda como um longo cilindro (em forma de cigarro). Todos batem exatamente com descrições de discos voadores feitas no mundo todo, por pessoas que com certeza desconhecem os Vedas.

Os textos antigos sobre os Vimanas são muitos, e envolvem desde a construção de um Vimana até manuais de vôo dos vários tipos de naves, alguns dos quais foram traduzidos para o inglês.

O Samara Sutradhara é um tratado científico lidando com todos os aspectos possíveis dos Vimanas. São 230 tópicos lidando com construção, decolagem, vôos cruzeiros, aterrissagem normal, forçada, e até mesmo a possibilidade de colisão com pássaros (!)

Em 1875 foram redescobertos manuscritos do século 4 a.C. escritos por Bharadvajy, "o sábio",que utilizou textos ainda mais antigos como base. Chama-se Vymaanika-Shaastra, e lida com a forma de pilotar os Vimanas, precauções com vôos longo, proteção contra tempestades e relâmpagos, e como voar com a energia solar. Possui 8 capítulos com diagramas que mostram os tipos de naves, incluindo aparatos que nunca quebravam ou se incendiavam. Também menciona 16 materiais que absorvem luz e calor, essenciais para a construção dos Vimanas. Este documento foi traduzido para o inglês com o nome VYMAANIDASHAASTRA AERONAUTICS, por Maharishi Bharadwaaja,

O Ahnihotra-Vimana possuía dois motores, enquanto o Vimana-elefante possuía mais (outros tipos levavam nomes de outros animais, como o Íbis). A propulsão dos Vimanas é envolta em controvérsia. Em uns textos diz ser movida por um líquido amarelo-esbranquiçado (gasolina?), e algumas vezes por um tipo de composto de mercúrio. Em outro ainda é movida por pulsos (vibração).

Interessante notar que os nazistas desenvolveram motores baseados em pulsos para as suas bombas V-8. Hitler era especialmente interessado na Índia, e mandava expedições para lá e para o Tibet, ainda nos anos 30.



De acordo com o Dronaparva e o Ramayana, partes do gigantesco épico Mahabarata, um emVimana é descrito como uma esfera que se movia à grande velocidade, em todas as direções, impulsionada por um "vento poderoso" gerado por mercúrio. No Samar, outro texto Hindu, os Vimanas são "máquinas de aço sem emendas, com uma descarga de mercúrio que saía da traseira na forma de uma forte labareda."

Curiosamente, cientistas soviéticos descobriram o que eles chamam de "antigos instrumentos de navegação para veículos cósmicos" em cavernas no Turquistão e no deserto de Gobi. Os aparelhos são objetos esféricos de vidro ou porcelana, que terminam num cone com um pingo de mercúrio dentro.

Acredita-se que o povo Hindu voou nesses veículos por toda a Ásia, Atlântida e - aparentemente - para a América do Sul. Escritos achados em Mohenjodaro, no Paquistão (presumivelmente uma das "7 cidades Rishi do Império Rama") e ainda não decifrados, também foram encontrados em outro lugar do mundo: Ilha de Páscoa!! Essa escrita, chamada de Rongo-Rongo (também não-decifrada) é incrivelmente similar à de Mohenjodaro.

Fontes: O Livro Mahabarata

impresso e publicado por Mr. G. R. Josyer, Mysore, India, em 1979.

Vedic Theories of Creation - Vimanas (Traduzido e adaptado)

Referência:

Ancient technology

Idearium Perpétuo





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