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Identificado gigantesco grupo de manchas solares que poderia afetar a Terra



Um grupo de manchas solares, denominado AR 1618, ganhou um tamanho gigantesco – aproximadamente 10 vezes o tamanho da Terra - de acordo com imagens da sonda Soho da NASA. Estas manchas solares já emitiram erupções de classe M, consideradas de porte médio. 


Contudo, a National Oceanic & Atmospheric Administration (NOAA), dos EUA, alerta para o risco de este fenômeno ganhar energia suficiente para emitir erupções de classe X, as mais potentes que existem.

 
De acordo com o posicionamento destas manchas, as erupções solares estariam apontadas diretamente para a Terra. Com isso, uma nuvem de partículas e radiação poderia chegar até o nosso planeta e provocar tempestades geomagnéticas. 


As consequências podem ser várias, desde magníficas auroras boreais e austrais até problemas com os sistemas eléctricos dos satélites.




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Região australiana vê 1º eclipse total do Sol em 1,3 mil anos




Milhares de pessoas reuniram-se na terça-feira na região de Queensland, Noroeste da Austrália, para assistir ao eclipse total do Sol. 


O raríssimo fenômeno, que durou pouco mais de dois minutos, ocorre quando a Lua se interpõe entre o Sol e a Terra, deixando uma zona do planeta às escuras. O eclipse também pôde ser visto parcialmente no Norte da Nova Zelândia, em ilhas do Pacífico e em partes centrais do Chile. 


O turismo se intensificou na região e várias pessoas se dirigiram para a cidade de Cairns, cidade turística onde se localiza a Grande Barreira de Corais, para ver o fenômeno. No momento em que Lua avançou sobre o Sol, foi formando-se uma sombra que fez a manhã australiana na região parecer noite. 


Segundo o site oficial do governo de Cairns, de dois a cinco eclipses solares ocorrem a cada ano, e não mais do que dois desses pode ser eclipses totais. Cairns estava no caminho da totalidade do eclipse, o que fez com que a visão do fenômeno a partir da cidade fosse privilegiada. 


A totalidade da cobertura do Sol ocorreu na manhã do dia 14 (horário da Austrália) logo depois do nascer do Sol, às 6h39, horário local, com sol de 14 graus Celsius acima do horizonte. 


Em Brasília, faltavam poucos minutos para as 19h desta terça-feira quando começou o eclipse. O fenômeno, em seguida, foi se deslocando para áreas despovoadas do Sul do Pacífico. 


A agência oficial de Turismo de Queensland (TTNQ) divulgou que o ministro do Turismo de Queensland, Jann Stuckey, comemorou o fato de a região ter ficado lotada de visitantes, cientistas, astrônomos e de "caçadores de eclipse". 


Antes do fenômeno - que tornou-se evento em Queensland, tendo inclusive ocorrido um festival cultural e uma maratona especificamente em função do eclipse -, estimava-se que até 60 mil pessoas estariam por lá para acompanhar ao vivo a Lua cobrindo o Sol. 


Além disso, com transmissão ao vivo promovida pela Associação Astronômica de Queensland, em parceria com a TTNQ e a agência espacial norte-americana (Nasa), o fenômeno deve ter sido acompanhado por 20 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a estimativa do governo de Queensland. 




Fonte: Terra
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Austrália viverá eclipse total do Sol na quarta-feira



Na próxima quarta-feira (local), durante três horas, a Austrália viverá um processo de eclipse total do Sol.


O espetáculo começará na terça-feira às 20H35 GMT (18H35 de Brasília), ou seja, na quarta-feira após o amanhecer na Austrália, quando a lua ocultará o sol para os habitantes dessa parte do planeta.
O fenômeno só será visível desde as vastas zonas despovoadas do Pacífico Sul.


Na hora prevista, a sombra da Lua começará a estender-se sobre o Parque Nacional de Garig Gunak Barlu, a 250 quilômetros ao leste de Darwin (norte da Austrália), disse Fred Espenak, especialista mundial em eclipses da NASA. A continuação da sombra lunar se deslocará ao leste, através do Golfo de Carpentária.


Na Austrália, caso o tempo permita, os espectadores poderão contemplar dois minutos de eclipse total.


Totalmente oculto pela Lua, o Sol ficará reduzido a um disco negro com uma auréola dourada: sua atmosfera externa, que se estende por vários milhões de quilômetros. As estrelas também serão vistas em pleno dia através de um fundo de céu azul anil.

Os habitantes de Papua Nova Guiné, do extremo leste da Indonésia, da metade sul da Austrália e toda a Nova Zelânda poderão desfrutar de um eclipse parcial. A Polinésia, no sul do Chile e da Argentina, também poderá apreciar ligeiramente este fenômeno.


Após um périplo de 14.500 km através do hemisfério sul, o eclipse terminará às 23H48 GMT (21H48 de Brasília) a cerca de 800 km ao oeste do Chile.


Os eclipses totais do Sol são raros e só podem ser observados de um mesmo ponto da Terra uma vez a cada 410 anos no hemisfério norte e a cada 540 no hemisfério sul.




Fonte: Yahoo!
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