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O Relato da Abdução de Antônio Nelso Tasca (TV INFA)

Em 14 de dezembro de 1983, o corretor de imóveis, Antônio Nelso Tasca, dirigia para sua casa, quando depara-se com um misterioso objeto, de formato retangular, pousado logo sobre uma estrada rural. Tasca é levado para bordo do objeto, onde mantém um contato muito amistoso com uma tripulante do aparelho, que lhe repassa uma mensagem para a humanidade. Além de efeitos eletromagnéticos, presentes no local do sequestro, surgiu um misterioso ferimento nas costas do abduzido.
(Observação: Antônio Nelso Tasca faleceu dia 30 de janeiro de 2008)

 

VÍDEO: O Caso Antônio Nelso Tasca
GRAVAÇÃO COM TASCA: Equipe INFA - Em 20/04/1992

Tasca um ano antes de seu falescimento na cidade de Ronda Alta/RS [2006]

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O Caso Villas Boas – Contato imediato no interior do Brasil

O Caso Vilas-Boas é um dos mais famosos casos ufológicos brasileiros: foi a primeira alegação de abdução em todo o mundo e também o primeiro relato de contato imediato de quinto grau. Não foi, porém, o primeiro caso do gênero a ser publicado: embora o episódio tenha ocorrido em 1957, o relato do mesmo só foi publicado na edição de janeiro de 1965 do periódico estadunidense Flying Saucer Review. Quatro anos antes, a divulgação da suposta abdução do casal Hill havia já causado furor em todo mundo. Hoje parece certo que os Hill imaginaram toda a historia da sua alegada abdução e o Caso Hill é considerado obsoleto, ao passo que o Caso Vilas-Boas permanece inconclusivo quanto à sua veracidade ou falsidade.

 

Antônio Vilas-Boas

Antônio Vilas-Boas era filho de Jerônimo Pedro Vilas-Boas (1887–1963) e Enésia Cândida de Oliveira (1897–1963), fazendeiros em São Francisco de Sales, Minas Gerais. O casal teve ao todo dez descendentes, quatro homens e seis mulheres.

Para lavrar a terra, a família Vilas-Boas usava um trator com o qual trabalhavam em dois turnos, um diurno e outro noturno. De dia trabalhavam os empregados da fazenda, e à noite, por sua vez, o próprio Antônio, sozinho ou acompanhado dos seus irmãos e cunhados.

Fenômenos ovniológicos antes da abdução

  Em 5 de outubro de 1957 os Vilas-Boas receberam visita, razão porque todos foram se deitar só por volta das 23h. Fazia bastante calor naquela noite e por isso Antônio abriu a janela do seu quarto, que dava para um terreiro. Estava em companhia do irmão João. De repente viu uma luz de procedência indefinida, bem mais clara que a do luar, iluminando todo o ambiente. Chamou pelo irmão, que não se interessou pelo fenômeno. Antônio logo fechou a janela e ambos foram dormir. Pouco depois, sem resistir à curiosidade, Antônio tornou a levantar-se e a abrir a janela. A luz continuava inalterada, mas de repente a mesma se deslocou para junto da janela. Assustado, Antonio fechou a janela com tanta força que acordou o irmão e, dentro do quarto escuro, ambos passaram a acompanhar a luz que entrava pelas venezianas. A luz se deslocou para o alto do telhado da casa, onde penetrou pelas frestas entre as telhas. Finalmente, depois de alguns minutos, a luz desapareceu e não retornou mais.

Em 14 de outubro houve um segundo incidente que ocorreu por volta de 21h30 ou 22 horas. Naquela ocasião, Antônio trabalhava com o trator em companhia de outro irmão (José, provavelmente). Subitamente eles avistaram uma luz muito clara, penetrante, a ponto de fazer doer as suas vistas. A luz era grande e redonda, como uma roda de carroça, e estava na ponta norte do campo. Era de um vermelho claro e iluminava uma grande área. Ao observarem melhor, distinguiram alguma coisa dentro da luz, mas não conseguiram precisar o que era, pois as suas vistas ficavam totalmente ofuscadas. Curioso, Antônio começou a correr atrás da luz, que por sua vez começou a fugir dele. Finalmente desistiu da empreitada e voltou para junto do irmão. Por uns poucos minutos, a luz ficou imóvel, à distância; ela parecia emitir raios intermitentes, em todas as direções. Em seguida desapareceu tão repentinamente que deu a impressão de ter simplesmente se apagado.

A abdução

Na madrugada de 16 de outubro de 1957, Antônio arava a terra sozinho com o trator quando foi surpreendido por uma luz vermelha. A luz se aproximou, aumentando progressivamente de tamanho. Tratava-se de um objeto oval e brilhante, que ficou estático a uns 50 metros da cabeça do agricultor, pairando. Antônio ficou paralisado de medo. Após uns 2 minutos, o objeto desceu e pousou a uns 15 metros de distância do agricultor. Foi quando ele pôde distinguir nitidamente os contornos da máquina: era parecida com um ovo alongado, apresentando três picos metálicos, de ponta fina e base larga, disposto um ao lado do outro. Em cima da nave algo girava a alta velocidade e emitia uma luz vermelha fluorescente.

De repente, a parte debaixo do objeto se abriu e deixou sair três suportes metálicos. Antonio concluiu tratar-se do trem de pouso da nave. Percebendo que algo iminente iria acontecer com ele, resolveu fugir no trator, mas após avançar alguns metros com o veículo, o motor parou e os faróis se apagaram. Tentou ainda dar a partida, mas o motor não pegou mais. Antônio pulou do trator e começou a correr, porém um ser que mal chegava a altura dos seus ombros agarrou-o pelo braço. Desesperado, Antônio aplicou-lhe um golpe que o fez perder o equilíbrio, largar o seu braço e cair para trás. Novamente tentou correr, quando três outros seres instantaneamente o agarraram pelos braços e pernas e o ergueram do solo. Embora dominado, Antônio ofereceu resistência, mas os alienígenas conseguiram por fim fazê-lo subir por uma escada flexível e bambeante para o interior da nave.

No OVNI, Antônio foi completamente despido, a despeito dos seus esforços contrários. Um líquido oleoso, mas que não deixava a pele engordurada, foi passado em seu corpo com uma espécie de esponja. Em outra sala, dois seres se aproximaram com um tipo de cálice, do qual saíam dois tubos flexíveis. Eles colocaram a extremidade de um dos tubos no “cálice”; a outra ponta possuía uma peça de embocadura parecida com uma ventosa, que eles enfiaram no queixo de Vilas-Boas. O agricultor não sentiu dor, apenas a sensação de que a pele estava sendo sugada. Seu sangue escorreu pelo tubo e se depositou no cálice, que encheu até a metade. O tubo foi então retirado. O outro tubo, que ainda não havia sido usado, foi colocado do outro lado do queixo, de onde se coletou mais sangue, até completar o vasilhame. A pele de Antônio ficou ardendo e coçando no lugar da sangria.

Deixado sozinho numa sala que exalava uma fumaça de cheiro desagradável e sufocante, que lhe provocou vômitos, Antonio esperou por um longo tempo até que, para seu espanto, surgiu uma mulher inteiramente nua. Seus cabelos eram macios e louros, quase cor de platina - como que esbranquiçados - e lhe caíam na nuca, com as pontas viradas para dentro. Usava o cabelo repartido ao meio e tinha grandes olhos azuis, amendoados. Segundo Antônio, a alienígena era baixa, mas belíssima. O que mais lhe chamou a atenção foi o fato dela ter os pêlos das axilas e do púbis vermelhos.

Essa alienígena se aproximou de Antônio em silêncio, não deixando dúvidas acerca de suas intenções. Ela abraçou Antônio e começou a esfregar seu rosto e corpo contra o dele. A porta se fechou e Antônio ficou a sós com a alienígena, com quem acabou tendo várias relações sexuais.

Por fim, aparentando estar cansada, a alienígena passou a rejeitar Antônio. Antes de sair da sala, ela virou-se para ele e apontou, primeiro, para sua barriga, depois, com uma espécie de sorriso, para o próprio Antônio e, por último, para o alto - como se quisesse dizer que ele iria ser pai de um ser que nasceria entre as estrelas.

Logo em seguida um dos alienígenas voltou com a roupa de Antônio, que se vestiu imediatamente. Segundo Antônio, os alienígenas usavam macacões colantes, de um tecido bem grosso, cinzento, muito macio e, em alguns pontos, colado com tiras pretas. Cobrindo a cabeça e o pescoço, usavam um capacete da mesma cor, mas de material mais consistente e reforçado atrás, com estreitas tiras de metal. Este capacete cobria a cabeça toda, deixando à mostra somente os olhos, protegidos por um par de óculos redondos.

Fim da abdução

Antônio foi então levado para fora da nave. Antes, tentou ainda pegar um objeto para provar a história, mas os aliens perceberam e tomaram o objeto de volta. Por fim, a nave decolou verticalmente e sumiu em poucos minutos. Antônio calculou ter ficado no interior do óvni de 1h15min às 5h30min da madrugada – portanto, mais de quatro horas.

Análise do caso

Poucas são as provas da abdução de Antônio Vilas-Boas. Na época não foram feitas fotografias das marcas que o trem de pouso da nave espacial teria deixado. Em 1978 a fazenda da família Vilas-Boas sofreu uma inundação, destruindo toda e qualquer evidência disso. Pesa ainda contra o depoimento de Antônio o fato da sua história ter sido divulgada pelo jornalista João Martins, da revista O Cruzeiro, que foi protagonista de outro caso ufológico, o Caso da Barra da Tijuca, de 1952, comprovadamente uma fraude.

As maiores evidências do Caso Vilas-Boas são as marcas que Antônio apresentou no corpo, que teriam sido causadas pelos experimentos que os extraterrestres teriam feito com ele, e os sintomas que passou a sofrer, semelhantes ao de alguém que tivesse sido exposto a uma radiação moderada. Mas quando Antônio morreu, em 17 de janeiro de 1991, aos 56 anos, o atestado de óbito emitido pelo Cartório de Registro Civil de Uberaba (Minas Gerais), apontou como causa mortis “hemorragia subaracnóidea, aneurisma da artéria basilar e hipertensão arterial.”

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Entrevista completa com Coronel Uyrangê Hollanda (Operação Prato)

Operação Prato foi o nome dado a uma operação realizada pela Força Aérea Brasileira em 1977 e 1978, tinha o objetivo de observar e registrar todas as formas possíveis, estranhas e inexplicáveis manifestações relatadas pelos habitantes do município de Colares.
O Coronel Uyrangê Hollanda Lima, na época da Operação Prato ele era Capitão, dizia que apesar de crer na possibilidade de vida extraterrestre não acreditava ser esse o caso dos registros visuais em Colares, contudo mudou radicalmente a sua opinião durante o tempo em que esteve na região, pois teria visto, filmado e fotografado OVNIS sobrevoando a cidade, próximo aos locais onde o pessoal de sua equipe estava instalado. O comando da Aeronáutica oficializou o término da operação após quatro meses e ordenou o regresso da equipe. Porém o capitão disse que tentaria investigar ainda por conta própria. As luzes continuaram a ser vistas em Colares por algum tempo mas não com a mesma intensidade e casos de vítimas das queimaduras não foram mais registrados. Uyrangê Bolívar Hollanda Lima foi encontrado morto em sua casa na Região dos Lagos no Rio de Janeiro dois meses após sua entrevista ser dada. Ufólogos que ficaram amigos do militar afirmam não acreditar que ele tenha realmente se suicidado, lançando suspeitas sobre uma conspiração de assassinato. Todo o material registrado pela sua equipe durante a Operação Prato ficou em posse da FAB, que só começou a liberar os arquivos ao público em 2008.
Abaixo mais um vídeo do Coronel que vale conferir:


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Créditos pela edição: Usuário DocLottaLove:

canal:http://www.youtube.com/user/DocLottaLove/featured?src_vid=3d4LO5wjf2g&ann...

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David Jacobs fala sobre as Abduções por Extraterrestres

Jacobs David Jacobs é um dos maiores nomes da pesquisa de abduções extraterrestres. Professor de História da Universidade de Temple, Pensilvânia, ele estuda uma área ainda muito discutida e "nebulosa".

Entrevista realizada em junho de 1999

Quais as evidências sobre as abduções que são reais?

Uma das mais importantes áreas de evidências é a convergência das memórias sobre a estrutura das abduções. Os detalhes das lembranças de tantas pessoas diferentes no país e ao redor do mundo. A precisão das lembranças são tão grandes que nós compreendemos a função de certos instrumentos durante a abdução mesmo que os abduzidos não consigam se lembrar disso. Também é importante se lembrar que embora a hipnose seja utilizada como a principal ferramenta, grande número de eventos é recordado sem a ajuda da hipnose, mas em estado consciente. As pessoas se lembram dos eventos acontecidos na hora em que eles ocorreram. Além disso, nós temos investigado várias abduções, na qual as pessoas vêem outros seres serem abduzidos. Algumas vezes, pessoas avisam os abduzidos sobre alguma atividade estranha, quer dizer, os vizinhos lhes informam sobre estranhas luzes desceram sobre a sua casa na noite anterior, como se um helicóptero a sobrevoasse. Neste momento, dentro da casa, a pessoa está sendo abduzida. As pessoas perdem todas as suas funções motoras na hora da abdução. Embora críticos sempre falem do caso Maureen Puddy na Austrália, onde ela disse que estava sendo abduzida na frente de uma testemunha, que não viu muita coisa, nós deveríamos ter milhares de casos desse jeito, mas na verdade não temos, e o caso de Puddy, não é um caso de abdução. Certos tipos de evidências físicas são apresentadas como evidências: cicatrizes e problemas físicos, curas e manchas nos corpo e nas roupas. Ainda, é extraordinário que não exista quase nenhuma pessoa que foi hipnotizada e depois venha dizer que tudo aquilo não tenha acontecido. Alguns existem sim, eu concordo, mas acho que exista uma comunidade de abduzidos com organizações dedicadas a fazer hipnoses e investigações e induzem as pessoas a achar que são algo que na verdade não são. Isso seria a Síndrome da Falsa Memória e o meu palpite é que isso poderia afetar também os abduzidos. O fato de que tal coisa não existe é baseada na qualidade das memórias ligadas aos aspectos físicos do fenômeno.

Existe algum implante que foi provado ser de origem extraterrestre?

Até agora, nenhum implante foi provado ser extraterrestre. O problema é que todos os elementos no universo são essencialmente os mesmos. Se um implante é removido, o objeto vai imediatamente para uma discussão - seria ele um objeto feito na Terra ou não? A resposta para a pergunta é sempre sim, isso poderia ser feito na Terra porque ele é feito com elementos encontrados no planeta. Se um implante for encontrado, o importante é provar a sua utilidade. Sem fazer isso, provar que algo é extraterrestre é muito difícil.

Os abduzidos têm algo em comum?

Os abduzidos têm duas coisas em comum: 1º - eles são humanos; e 2º - seu pai ou mãe já foram abduzidos. Não sabemos de mais nada em comum. Infelizmente, essa é uma questão que só pode ser respondida com dinheiro. Necessita-se de muito dinheiro para levar os abduzidos aos hospitais para serem examinados detalhadamente e comparar os resultados. Ainda não fizemos isso e até isso acontecer não poderemos dizer com certeza o que há de comum. É importante entender a natureza global deste fenômeno. Pessoas de todo o mundo tem falado que estão sendo abduzidas. São milhares de pessoas dizendo isso. Finalmente, para mim essa escolha é feita aleatoriamente.

Como a comunidade científica vê o seu trabalho?

Acho que esta questão pode ser respondida em dois níveis: como a comunidade científica vê os OVNIs e a abdução e como vêem especificamente o meu trabalho. Nos EUA, e provavelmente na maior parte do mundo, a maioria das comunidades científicas acha que a ufologia é um estudo ilegítimo. Eles acham que é um assunto sem nexo, um bom exemplo de pseudoconsciência. Um das maiores falhas da pesquisa ufológica neste meio século é não poder provar a legitimidade do fenômeno. A comunidade científica vê os pesquisadores de abduzidos e o meu trabalho com certa antipatia. A maioria dos cientistas acha que o fenômeno da abdução é um problema fisiológico. A minha incapacidade em entender o "fato" é visto por eles como sendo um exemplo da minha própria falta de julgamento e intelecto.

Você acha que temos que ter o apoio do governo para conseguirmos que seja aceito a verdade sobre os alienígenas?

Eu acho que se não houver uma revelação repentina sobre os alienígenas (aterrissagens, avistamentos em massa...), a próxima coisa a fazer é uma declaração dos EUA ou da ONU que o fenômeno é real.

Como você explicaria o porquê das pessoas acharem que os alienígenas são "bonzinhos", se quando eles abduzem causam pânico e são indiferentes e sem compaixão?

Essa é uma pergunta muito difícil. Eu acho que nós temos a situação de vários níveis diferentes. Primeiro, muitas pessoas que não conhecem uma hipótese séria, não sabem o que está acontecendo com eles, tem durante a suas vidas encaixado os alienígenas em estruturas benevolentes e confortáveis. Por causa do movimento da Nova Era, eles aprenderam que existem seres superiores, que são mais avançados do que os humanos, tecnologia e espiritualidade. Prendendo-se à essa idéia, muitos abduzidos decidiram que esses seres "superiores espiritualmente" têm sido responsáveis pelos seus contatos. Eles foram "escolhidos" porque são pessoas especiais. Então eles não seriam abduzidos no sentido clínico, mas sim fariam parte de um grande projeto para ajudar a Terra, a humanidade e o futuro. Isso permite à eles pensar que não são vítimas e isso os "envolve" numa esfera de amor, não importa o que os seus fragmentos de lembrança possam indicar. Permite que eles enfrentem suas experiências de um modo que faça sentido para eles. Existem também procedimentos que os alienígenas utilizam nos abduzidos que causam estímulos sexuais, sentimentos de afeição e amor. Depois de uma abdução, podem restar "resíduos" de algum sentimento. Isso faz com que os abduzidos pensem que os alienígenas são "bonzinhos", que os amam e se interessam pela saúde da pessoa. Eles criam um sentimento positivo em relação aos alienígenas e acham que eles estão aqui por nos amarem. Os hipnólogos incompetentes e ingênuos frequentemente com seus pensamentos, vão algumas vezes hipnotizar os abduzidos e sutilmente influenciá-los para a idéia de que os "escolhidos" seriam parte de um plano para ajudar a Terra. Os pesquisadores "ecologicamente corretos" acham que os alienígenas estão aqui para nos ajudar em relação aos danos causados ao planeta ultimamente. Os alienígenas são benevolentes e nos querem vivendo num mundo melhor. Todas essas idéias tem sub-idéias: Não importa o que aconteça à essas pessoas, é para um futuro melhor. Quando alguém leva o seu animal de estimação ao veterinário, o gato ou o cachorro não sabem que vão tomar uma injeção para ficarem curados da sua doença. Desse modo, um tem que sofrer um pouco de desconforto e medo para o seu próprio bem. Essas idéias também sugerem que os alienígenas são de alguma forma, mais sábios do que nós, eles sugerem que os humanos são quase como crianças e irresponsáveis. Eles têm a fé permanente de que os alienígenas estão fazendo a coisa certa. Neste sentido, essas idéias estão mais próximas da religião do que da lógica.

É possível que eles tenham boas intenções para conosco?

É claro que isso é possível. Nós não saberemos até eles programarem o seu plano, e pela perspectiva deles, esse plano é maravilhoso e desejável. Mas essa pode não ser a perspectiva que devamos seguir. Devemos lembrar que isso é um fenômeno secreto. É secreto porque eles não querem que nós saibamos o que eles fazem. Se acharmos isso maravilhoso e benevolente, então alguém dirá que nós deveríamos dar boas vindas à eles e eles deveriam saber disso.

Existe algum vínculo ancestral entre os alienígenas e nós?

Eu ainda não descobri nada sobre isso. Esse é um fenômeno recente que começou por volta de 1890. São poucas ou nenhum as evidências que o fenômeno da abdução tenha existido antes desta data. Acho que o mesmo vale para o fenômeno dos OVNIs em geral.

Os alienígenas entram em contato telepático com as vítimas antes da abdução?

Normalmente não, entretanto, segundos antes da abdução a vítima fica vulnerável. Ele ou ela não podem se mover, não pode correr ligar para a polícia, nem gritar. Isso é feito através de manipulação neurológica à distância. Mas até agora eu não encontrei uma evidência com credibilidade de que os alienígenas entram em contato telepático com as vítimas antes da abdução. O problema é a telepatia. Toda a comunicação com os alienígenas dentro da nave é telepática (é telepática com os híbridos, mas algumas vezes pode ser também aural). Pela telepatia o abduzido diz receber uma "impressão" na sua mente que automaticamente de transforma em palavras. O maior problema é que na maioria das vezes as pessoas confundem o próprio pensamento com os pensamentos vindo dos alienígenas. Além disso, o processo de telepatia é desconhecido. Nós não temos certeza de como eles fazem isso, se eles utilizam os implantes para a judá-los. Nós também não temos certeza se existe um resíduo de manipulação neurológica, que causa um estímulo ao cérebro.

Nós conhecemos as raças que nos abduzem?

Alguns pesquisadores afirmam que várias civilizações estão abduzindo os humanos. Um disse que existem 247 diferentes espécies de alienígenas. Outros sugerem que existem mais de 100 espécies. O problema aqui são as lembranças conscientes e as resgatadas através da hipnose. As pessoas tendem a confabular de várias maneiras diferentes nas hipnoses, mas 3 são características: a descrição do alienígena, o seu diálogo e os objetivos e metas deles. Essas áreas são perigosas e o hipnólogo pode ser facilmente enganado pelo testemunho dessas pessoas, principalmente na 1ª e na 2ª sessão. O problema é que a maioria dos hipnólogos vão fazer somente 2 sessões. Deste modo, os abduzidos vão descrever os alienígenas de várias maneiras, antes de terem certeza e se sentirem seguras para recordar com exatidão. Uma vez "confortável" e começando a se lembrar mais profundamente, eles então falarão ao hipnólogo sobre o alienígena, que primeiramente fora descrito como tendo 3,00m e usava capacete, mas que na verdade não tinha capacete algum e na verdade media 1,20m de altura, além de ser careca. Quando um hipnólogo competente controla as ações, o abduzido tende a relatar quatro tipos básicos de extraterrestres: os altos e baixos tipos "grey", os que se parecem com insetos, os que se parecem com lagartos, e os híbridos, que são conhecidos como "nórdicos". O ponto-chave é: todos eles são vistos juntos. Todos trabalham com os mesmos propósitos. Todos fazem as mesmas coisas. Eles estão sempre dentro do mesmo tipo de disco voador. De acordo com os meus estudos não existe outros tipos de alienígenas que abduzem pessoas. Não existe outra civilização que faça isso. Esse programa é feito por um só grupo, os do tipo insetos. Eles estão utilizando os outros para seu benefício.

O Caso Travis Walton é uma fraude?

Eu achava que sim. Entretanto, depois de conhecê-lo e falar com ele e com os outros envolvidos no caso, e aprendido mais sobre o fenômeno da abdução em geral, eu acho que realmente o Caso Walton seja verdadeiro. O problema é que ele só se lembra de 20 minutos dos 5 dias em que esteve desaparecido, e portanto nem ele ou ninguém sabe o que realmente aconteceu.

Por que a maioria das pessoas relaciona os "greys" às abduções?

Porque eles são os mais vistos. Eles parecem conduzir a maioria dos procedimentos da abdução, mas a organização, logística, e planejamento são possivelmente feito pelos seres parecidos com insetos. Mais uma vez, o problema da confabulação e da descrição. Alguns abduzidos e investigadores confundem os "grays" com os seres-insetos. Muitas vezes é difícil dizer quem é quem. Entretanto, em relação à esse problema, os grays parecem ser os que mais abduzem.

Até quanto a hipnose é válida e é possível instigar memórias nas pessoas?

A hipnose é difícil de ser feita. É fácil cometer erros. É fácil achar que o que a pessoa fala é verdade quando na verdade não é. Hipnólogos espirituais e da nova geração (New Age), podem facilmente focalizar nestes aspectos do testemunho, o qual eles pensam que é importante e aumenta a sua importância, pois teriam mais evidências. Esse é um enorme problema. Hipnólogos incompetentes podem conduzir as pessoas a essas fantasias. A maioria das pessoas, entretanto não podem ser manipuladas. A maioria delas quando vão a um hipnólogo tomam cuidado com duas coisas principalmente: eles não querem que o hipnólogo lhes coloque falsas memórias e também não querem que a imprensa fique sabendo dos fatos. Muitas pessoas são sensíveis à esse problema. O melhor investigador faz perguntas muito especiais para despistar o abduzido e comprovar se ele está sendo influenciado. De fato, a maioria não é. Quando fazem uma pergunta para induzir de propósito, o abduzido freqüentemente diz "Não. Isso não aconteceu assim". Eles se recusam a se lembrar de coisas que não aconteceram à eles. O problema é que as pessoas vão dizer coisas que não são verdadeiras e nem eles sabem disso. O hipnólogo é enganado pelas perguntas e respostas e pede ao abduzido mais informações ou induz algo para que tais informações sejam válidas.

Qual foi o caso mais impressionante que você já estudou?

Para mim não existe o caso mais impressionante e sim os abduzidos. Nós temos muitos casos que forma pesquisada por outras pessoas, que tem outras evidências além dos relatos. Ultimamente esse é o abduzido que mais me impressiona. Estou trabalhando com um que me impressiona muito pela sua sinceridade, inteligência, precaução e precisão. Nem todo mundo é como este, infelizmente. Muitas pessoas não podem ser consideradas sinceras e não conseguem sustentar as suas afirmações. Muitas têm uma grande dificuldade em entender o que está acontecendo com ela. Eles ficam procurando por respostas sem achá-las. Eles não tem a habilidade de pensar claramente no que lhes aconteceu. Alguns, no entanto, ficam assombrados ao saber da situação e da sua própria situação. Eles tem uma profunda percepção de que podem colocar lugares e idéias num contexto.

Qual o caso que você está pesquisando ou o mais recente?

Estou trabalhando no caso de um homem que no final dos seus trinta anos foi abduzido juntamente com outras três pessoas em Portugal. As suas experiências eram perfeitamente típicas e semelhantes às outras centenas de casos que eu investiguei. Quando vemos o evento superficialmente, tudo o que sabemos são as memórias que ele e seus amigos têm conscientemente de estarem andando por uma rua em direção a casa de um deles quando perceberam que se haviam passado 2 horas. Eles ficaram confusos. Quando se acalmaram viram um telefone público e pediram para que viessem buscá-los. As pessoas que os esperavam na casa de um dos amigos mandou uma pessoas ir buscá-los imediatamente. Eles não se recordavam de ter saído da rua enquanto andavam ao seu lado. O caso é típico, com exames, implantes, coleta de esperma, imagens nas suas mentes e tudo mais. Nada de diferente do que eu já vi.

Baseado no seu trabalho existe algum famoso caso de abdução que você considere falso?

Eu não fui o pesquisador principal em muitos casos famosos, por isso não posso julgar os estudos dos outros ufólogos. Num contexto geral, no entanto, os pesquisadores encontraram poucos casos falsos. De vez em quando uma pessoa, normalmente um escritor, tentará convencer um pesquisador sobre uma história falsa. Essas pessoas são logo descobertas. Eu considero que alguns casos podem sim ser falsos.

Pode o inconsciente distinguir a diferença entre as experiências reais e as imaginárias e essas experiências imaginárias podem ser duplicadas em laboratório?

Algumas vezes os abduzidos não podem diferenciar estas duas experiências. É importante para o hipnólogo ser capaz de distinguir o que é real e o que não é. Isso é muito difícil, mas existem métodos... Os pesquisadores de abdução sérios podem ver esta diferença sim, é importante esperar o maior número de confirmações do maior número possível de abduzidos antes de fazer uma afirmação específica ou sobre o que está acontecendo. Alguns abduzidos podem saber esta diferença também, ou pelo menos saber se há algum problema com as suas lembranças. Eles simplesmente me dirão nas sessões de hipnose: "Eu não posso dizer com certeza que esse procedimento aconteceu comigo, ou se não. Sobre outros procedimentos eles saberão com clareza o que aconteceu. Em outras palavras, eles podem dizer a diferença entre as duas lembranças. Por exemplo, quando coisas não fazem sentido, isso os aborrece. Quando uma lembrança é particularmente "nebulosa" eles me falam. Recobrar a memória não é exatamente igual à acelerar um filme em vídeo. É muito mais complicado. Deve-se lembrar também que alguns acontecimentos são recordados sem a hipnose. Isso não garante que as lembranças sejam acuradas, mas isso descarta sim os problemas com a hipnose. Em outras ocasiões, muitos abduzidos se lembram o que ocorreu um dia ou uma semana depois. Eles não estão se lembrando de algo que aconteceu à anos atrás. Finalmente, alguns pesquisadores dizem que podem duplicar uma abdução usando estímulos elétricos no cérebro. O que eles fazem é liberar uma descarga elétrica nos lóbulos temporais de uma pessoa e ela pensa estar flutuando. Algumas vezes elas sentem a presença "deles". Outras vezes vêem luzes num túnel, e algumas pessoas dizem até que viram pequenos seres. Isso pode acontecer, mas em 99% dos casos de abdução não é essa a explicação. A maioria desses pesquisadores sabem muito pouco do fenômeno da abdução e pensam ter descoberto o mistério dos OVNIs. Isso é muito frustrante.

Vale à pena trabalhar numa área que é considerada ilegítima pela ciência tradicional?

Eu sou um felizardo por poder devotar a minha vida adulta na tentativa de solucionar os mistérios dos OVNIs. Entretanto, isso tem afetado a minha carreira e a Universidade de Temple. A Comunidade Acadêmica é muito hostil em relação ao assunto e eu não acredito que eles mudem de opinião assim tão rápido. Eu diria para qualquer um que quizesse estudar este fenômeno para que seja muito cuidadoso.

Você já tem uma conclusão final baseada no seu trabalho?

Eu aprendi a não gostar muito do fenômeno da abdução. Eu acredito que este seja um programa de exploração fisiológica de uma espécie em outra. Acredito que os alienígenas estão fazendo isso em segredo porque não querem que nós saibamos disso. Acho ainda que este programa tenha um início, um meio e um fim. No final acho que veremos um programa de integração de alguma forma aonde os alienígenas irão se integrar com os humanos. Essa é a minha conclusão após quase 35 anos de pesquisas... E isso não me agrada nem um pouco.

 

Entrevista enviada por Angela Rizzi

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