Estudos sobre as "Vimanas" -conhecendo os mistérios


O Mahabharata, sem tradução para o inglês até metade do século 19, foi por muito tempo considerado pelos leitores ocidentais como nada mais do que um belo trabalho religioso e literário. Porém, em 1945, em White Sands, no Novo México, o Mahabharaa foi citado por um cientista famoso.
Quando a primeira explosão atômica teve lugar, no momento exato em que o cogumelo atômico se elevara, Robert Oppenheimer usou um trecho do Mahabharata para expressar o que sentia:
“...Se a radiação de mil sóis
Fosse irromper de uma só vez nos céus,
Isso seria como o esplendordo Poderoso...
Eu me tornei a Morte — o destruidor de mundos...”
O Mausala Parva, uma parte do Mahabharata, tem mais a dizer sobre os peculiares efeitos da “Raio de Ferro”, assustadoramente parecidos com os de uma bomba atômica:
“...foi um simples projétil carregado
com todo o poder do Universo.
Uma coluna incandescente de fumaça e fogo,
tão brilante como dez mil sóis,
elevou-se em todo o seu esplendor...
...era uma arma desconhecida, um raio de ferro,
um gigantesco mensageiro da morte
que reduziu a cinzas a raça inteira
dos Vrishnis e dos Andhakas.
...Os cadáveres estavam queimados
a ponto de ficarem irreconhecíveis
Os cabelos e unhas caíram —
Utensílios de cerâmica quebraram sem motivo aparente
E os pássaros tornaram-se brancos.
Depois de algumas horas, todos os alimentos foram infectados.
Para escapar desse fogo, os soldados se atiraram nos riachos,
Lavando-se e a todo o seu equipamento”.
Teriam sido esses estranhos paralelos a nossa terrível experiência apenas um exemplo de ficção científica antiqüíssima, ou relato de eventos reais que destruíram uma civilização inteira milhares de anos antes de nosso desenvolvimento?
No poema épico da Índia antiga é mais volumoso que a Bíblia e tem mais de 5000 anos. Nele estão descritas histórias intrigantes como a das Vimanas, máquinas voadoras, movidas a mercúrio e forte vento propulsor, teriam navegado a grandes alturas. As Vimanas podiam vencer distâncias infinitas, mover-se de baixo para cima, de cima para baixo e de trás para diante. Veículos espaciais com uma dirigibilidade de causar inveja! Nossa citação baseia-se na tradução de N. Dutt, Inglaterra, 1891:
"... Por ordem de Rama, o carro maravilhoso subiu com
enorme estrondo para uma montanha de nuvens..."
"... Bhima voou com sua Vimana num raio imenso, que
tinha o clarão do sol e cujo ruído era como o trovejar
de um temporal..." ( C.Roy,1889 ).
No Mahabharata acham-se indicações tão precisas que fica-se com a impressão de que o autor tinha pleno conhecimento do que escrevia. Relata, cheio de horror, uma arma que podia matar todos os guerreiros que usassem metal no corpo: - quando os guerreiros eram informados a tempo da presença dessa arma, arrancavam de si todas as peças de metal que levavam, mergulhavam num rio e lavavam cuidadosamente seus corpos e tudo aquilo com que tivessem contato. Não sem motivo, como explica o autor, porque a arma causava o efeito de fazer cair os cabelos e as unhas das mãos e dos pés. Tudo que era vivo, lamenta ele, tornava-se pálido e fraco.
No 8º livro está, talvez, o primeiro relato sobre o lançamento de uma bomba de hidrogênio: "...Gurkha, a bordo de uma possante Vimana, arremessou um único projétil sobre a cidade tríplice..."
O relato usa vocábulos, como temos na memória de histórias de testemunhas oculares da explosão da primeira bomba H no atol de Bikini: - fumaça branca incandescente, dez mil vezes mais clara que o Sol, teria elevado-se com brilho imenso e reduzido a cidade a cinzas".





